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QUAL A JUSTIFICATIVA?

QUAL A JUSTIFICATIVA?

 

No atual estágio consciencial da humanidade é possível compreender que o Universo é multidimensional.

 

O Planeta Terra, em seu estágio atual (expiação), possui diversas dimensões vibratórias.

 

Os irmãos encarnados habitam o que podemos chamar de terceira dimensão.

 

A quarta dimensão inclui o que os irmãos encarnados chamam de abismos, trevas, umbral (denso, médio e sutil). Na região umbralina, ficam as chamadas colônias de transição, como “Nosso Lar”.

 

Após, temos, ainda no Planeta Terra, as demais dimensões: quinta, sexta e sétima dimensões.

 

A partir da quinta dimensão, a matéria está em composição vibracional tão diferente da dimensão habitada pelos irmãos encarnados, que é praticamente impossível tentar explicar (faltam parâmetros e metáforas).

 

Porém, podemos garantir que a sensação de alegria e bem estar é infinitamente superior a qualquer vício mantidos pelos irmãos encarnados.

 

Não há paralelos de comparação.

 

Mas, ainda assim, a dimensão mais sutil de nosso planeta em nada é comparável a Vida Maior citada pelos emissários da Espiritualidade Superior.

 

Percebem como ainda é impossível tentar explicar como seriam os aspectos concretos da Vida Maior em planos sublimados?

 

Diante disso, perguntamos: qual a justificativa para os irmãos encarnados manterem tantos vícios grosseiros?

 

Não adianta agradecer a Deus a Luz trazida pela Espiritualidade Superior, se não a usamos para iluminar nosso futuro.

 

Natural que as mudanças morais sejam forjadas ao longo de vidas, porém, injustificável a manutenção de tantos vícios externos do espírito.

 

O que justifica mantê-los? Convívio Social? Nada justifica.

 

Portanto, caros irmãos, iniciem as mudanças imediatamente, largando os vícios grosseiros que caracterizam a vida nos círculos inferiores de existência da consciência.”

 

Observações sobre a mensagem:

Se acreditamos pelo menos um pouco no Espiritismo (eu acredito 100%), nada justificar manter tantos vícios externos como consumo de alcool, consumo de carne, cigarro, drogas, alimentação excessiva, etc.

Para estarmos aptos a viver em dimensões mais sutis de vida, precisamos evoluir pelo menos nos hábitos externos. Além disso, é claro e lógico que a alegria de viver nestas dimensões é muito mais intensa do que qualquer vício que mantemos aqui nesta dimensão.

Quanto às dimensões citadas. Sabemos pelas revelações do irmão André Luiz que o chamado “mundo espiritual” possui infinitas faixas vibratórias. A informação dada nesta mensagem está correta? Existe até a sétima dimensão aqui na Terra? Não sabemos. O mais importante da mensagem não é isso, mas sim o teor moral dela, revelando a necessidade de efetivamente utilizarmos a luz do espiritismo para iluminarmos nosso futuro.

*

Por Breno Costa (mensagem psicografada no dia  08/08/2013).

 

14 Comentários

Tiago { 11 de agosto de 2013 às 16:38 }

Boa tarde.
Gostei da mensagem, considero muito importante a reflexão trazida pelo irmão. O único ponto que requer atenção, é quando fala-se em: “temos, ainda no Planeta Terra, as demais dimensões: quinta, sexta, sétima, oitava e nona dimensões.” Se isso for uma verdade, certamente o ensinamento virá através de diferentes espíritos, caso contrario, devemos considerar como um ponto de vista isolado desse irmão, o que não tira a essência moral da mensagem. Abraços

Breno Costa { 11 de agosto de 2013 às 18:02 }

Exato Tiago.
Na verdade, nas obras de André Luiz, desde 1950, já fala das diversas dimensões. Lembre-se que quando André Luiz está em Nosso Lar ele recebe a visita da mãe que habita dimensões mais sutis do planeta.
Porém, não sabemos o número exato de dimensões.
No livro psicografado por Chico Xavier, “Cidades do Além”, tem um desenho sobre as dimensões vibratórias, indo até a sétima camada…
Com eu disse, isso aí é o de menos para o conteúdo da mensagem, pode ser ainda interferência dos meus pensamento por estudar muito os livros de andré luiz… Entendo esta passagem da mensagem para demonstrar como o universo é complexo, mesmo que o número não seja correto…
O mais legal da mensagem é o conteúdo moral: Se acreditamos no Espiritismo porque não lutamos para largar pelo menos alguns vícios grosseiros do espírito? E o que eu achei principal: a alegria de viver em regiões mais sutis é muito mais intensa do que qualquer outro vício que mantemos, logo, vale muito a pena largar!!!
Abraços!

Tiago { 11 de agosto de 2013 às 18:24 }

Breno,
Concordo contigo, sabemos das diversas dimensões, só não sabemos o número exato. Gostei muito do trecho “Não adianta agradecer a Deus a Luz trazida pela Espiritualidade Superior, se não a usamos para iluminar nosso futuro.” Aproveitando a oportunidade, parabéns pela iniciativa, acompanho os estudos pela internet. Abraços

Breno Costa { 11 de agosto de 2013 às 19:03 }

Isso ae!
Obrigado, fico feliz que acompanhe!
Continue acompanhando! Por favor, dentro do possível, ajude na divulgação do site.
Fazemos ele sem nenhuma intenção de proveito econômico, simplesmente por amor a doutrina!
Abraços.

kátia { 3 de novembro de 2013 às 14:25 }

Obrigada Breno e por manter esse site q tantas palavras de luz levam a nós, mesmo sem sairmos de nossas casas podemos estar em constante sintonia com o mundo espiritual, com as leis, os ensinamentos espíritas e para isso, este site é um importante meio para mim. continue amigo, com esta obra. agradecida!!!

Breno Costa { 3 de novembro de 2013 às 17:21 }

Olá Katia!
Obrigado pelas palavras! Ficamos felizes que estamos contribuindo um pouquinho na divulgação da doutrina.
Continue acompanhando e ajude na divulgação! Logo logo teremos novidades!
Abraços,

Marial Rauber { 9 de julho de 2014 às 20:31 }

Obrigada pelo ensinamento, eu pensava que as dimensões elevadas espiritualmente fossem em outros planetas mais evoluídos. Gostaria que você pudesse tirar esta minha dúvida. Entendo que na Terra tem muitos espíritos iluminados com missão de nos dar lições de como alcançar a luz, e estes são muito felizes pois o que se faz de bom retorna.

Breno Costa { 12 de julho de 2014 às 14:32 }

Olá Marial.
Cada mundo possui dezenas de dimensões vibratórias.
Nós habitamos uma, a que chamamos de física.
Mas existem várias outras dimensões no chamado “mundo espiritual”.
Todas as dimensões vibratórias lutam para evolução do Globo.
Na terra, temos conhecimento de 7 dimensões vibratórias, sendo que nas mais sutis vivem Espírito nobres que não precisam mais reencarnar conosco. Veem apenas em missões de grande valor, como Chico, Gandhi, Madre Tereza, Sai Baba, etc.
Eles são espírito muito evoluído para nós, mas estão muito longe da perfeição.

Assim, existem outros mundos em estágio mais avançado, isso se reflete na esfera física e espirituais.

Entendeu?
Abraços.

Marial Rauber { 12 de julho de 2014 às 15:55 }

Obrigada Breno, só fico preocupada o quanto ainda estou longe da luz maior,tenho que continuar buscando conhecimentos para chegar cada vez mais perto. Abraço fraterno.

Rafael Rodrigues { 25 de março de 2017 às 16:37 }

Caro Breno, boa tarde. Em primeiro lugar gostaria de agradecê-lo pela excelente resposta sobre minha pergunta no artigo de Júpiter. Eu e minha noiva temos buscado uma compreensão mais profunda do espiritismo e posso lhe dizer que traz conforto à alma encontrar pesquisadores tão proficientes quanto você. Obrigado mesmo!

Se possível, peço licença para pedir mais um esclarecimento seu. Tenho a impressão de que muitas vezes são citados Gandhi e Madre Tereza no círculo kardecista, tal como você os apontou acima. Pois bem, isto me leva a uma primeira pergunta: com o perdão da ignorância, teríamos na seara espírita alguma comunicação confiável que realmente indique o estado evolutivo de ambos?

Vou explicar minha indagação. A questão me preocupa porque há enorme mitologia envolvendo Gandhi e Madre Tereza. Você bem disse que são espíritos distantes da perfeição, contudo, de uma forma ou de outra, eles são amplamente divinizados pela doutrina enquanto ícones de muita luz. Ocorre que existem importantes considerações históricas acerca da moral de ambos.

Por exemplo, temos documentação atestando que Gandhi era dotado de tal nível de racismo que sequer considerava os negros enquanto seres humanos – engajando-se, ativamente, para separá-los dos indianos. Igualmente, este homem se posicionou favoravelmente ao sistema indiano de castas. Pior do que isso, há registros de que Gandhi culpava as mulheres pelos estupros, inocentava os impulsos sexuais dos homens e flertava com a pedofilia e o incesto. Sem contar algumas graves covardias por ele cometidas em relação à sua esposa. Breno, não estamos falando de boataria: são dados de historiadores.

Idem em relação à Madre Tereza, quem ostenta outro grupo de condutas questionáveis.

Assim, não lhe parece arriscado que a doutrina mencione seus nomes na condição de exemplos de conduta moral ou enquanto seres iluminados?

É bem certo que poderíamos defende-los sob a escusa cultural, mas isto não soa razoável: afinal, o grande diferencial dos iluminados não seria, justamente, o fato que suas reencarnações consubstanciariam vozes acima dos devaneios éticos de sua época? Senão, do que nos adianta um espírito de luz que é racista apenas porque racismo seria “normal” à sua época?

Também poderíamos alegar que seus erros eram humanos, pois, ainda que iluminados, são imperfeitos. O mesmo argumento não me parece justo, afinal: se a um racista, pedófilo, misógino e covarde caberão as dimensões vibratórias mais sutis identificadas na Terra, a quem caberá o Umbral, afinal?

Breno, fossem boatarias eu me calaria. Mas, porque os registros encontram lastro em documentação histórica, fico preocupado com o uso do nome de ambos pela doutrina kardecista.

Tenho esperança de que seja a história e não a doutrina quem se encontre em equívoco. Como você enxerga isso, meu amigo?

Ademais, citando mais um nome suspeito: como devemos entender o status de São Luís no espiritismo, tendo sido ele, pela reencarnação que lhe dá identidade, capaz de carnificinas dignas de um psicopata? Seria o caso de uma outra individualidade (ou um conjunto de individualidades) utilizando-se de sua figura para os fins de Kardec?

Desculpe se me exacerbei. Considero um tema importante. É isso. Obrigado pelo seu trabalho e pela sua atenção aos leitores! Há muitas preciosidades no site. Até logo, fico no aguardo! Um abraço!

Breno Costa { 26 de março de 2017 às 8:59 }

Olá Rafael.
Creio que o uso desses nomes e de outros diz respeito as obras do Bem que praticaram apesar de ainda espíritos imperfeitos.
Eu mesmo nunca tinha ouvido falar desse lado infeliz deles.
A Doutrina Espírita foi edificada de modo a favorecer a livre investigação da verdade. Assim, não temos um Papa ou uma entidade que nomeia ou determina o que pode e o que não pode.
O que existem são pessoas que estudam, se aprofundam, obtém conhecimento, muitas vezes orientadas pelos seus guias espirituais e tentam colaborar na evolução dos demais.
Eu, em particular, sempre citei tais nomes pelas obras do Bem desenvolvidas, assim como tantos outros.
Mas, caso realmente sejam verdadeiros os fatos infelizes, só corroboram a fase em que estamos.
No mais, importante compreender que não é possível exigir atestado ou certificado de santidade para a prática do bem e contribuição para a Doutrina. Eu mesmo, que faço tudo com muito carinho e amor, tenho enormes defeitos.
Lembremos ainda de André Luiz e sua história.
Mas, como diz Emmanuel, “Ponderemos, entretanto que se os doentes estivessem proibidos de trabalhar, segundo as possibilidades que lhes são próprias, e se os benefícios da escola fossem vedados aos ignorantes, não restaria à civilização outra alternativa que não a de se extinguir, deixando-se invadir pelos atributos da selva.”
Abraços.

Rafael Rodrigues { 26 de março de 2017 às 10:29 }

Obrigado pela ponderação Breno. As palavras de Emmanuel serviram como uma luva: em que pesem os defeitos daquelas duas figuras, a importância da essência de seu trabalho resta inegável. Grande abraço e uma ótima semana!

Lu { 6 de junho de 2017 às 17:31 }

Achei excelente a colocação de Rafael Rodrigues. Muito delicado mesmo, citar exemplos de pessoas do Bem, sem ter o devido conhecimento de sua biografia (eu mesma não o tinha). Idolatria não combina com a Doutrina.

Breno Costa { 6 de junho de 2017 às 18:53 }

Olá, obrigado pela participação.
De tudo que eu ouvi até hoje, considero as pessoas citadas bons exemplos de como seguir o evangelho, sem idolatria.
Mas respeito, por óbvio, opiniões contrárias.
Abraços,
Breno Costa.

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