Seção: Palestras

Livro: Sexo e Destino – Parte III – Vampirismo e Vícios

I – Revisão

Beatriz é casada com Nemésio que tem um caso com a enfermeira, chamada Marina.

Na casa de Marina, André Luiz encontrou dois espíritos vampirizadores com o pai dela, Cláudio.

Conhecemos Marita, irmã de Marina e vimos que as duas são apaixonadas pelo mesmo jovem, Gilberto.

Assim, são pai (Nemésio) e filho (Gilberto), disputando, mesmo sem saber, a mesma mulher (Marina).

E são duas irmãs (Marina e Marita) apaixonadas pelo mesmo homem (Gilberto).

Vimos que Marita é adotada e que o pai armou um plano para abusar sexualmente dela e conseguiu por meio de um blecaute numa pensão de festas onde Marita iria se encontrar com Gilberto.

Quando a luz voltou, Marita correu, atordoada e humilhada, pelas ruas do Rio de Janeiro.

Depois, Cláudio descobriu que era o pai legítimo.

Marita tentou se matar ingerindo calmantes, mas apenas adormeceu profundamente nas areias da praia. Foi acordada aos gritos por um gari e, atordoada, começou a vagar pelas ruas até que foi atropelada violentamente.

Terminamos nossos estudos com Marita à beira da desencarnação.

II – O Socorro

Félix determinou que André Luiz voltasse para a casa de Cláudio, buscando alguma espécie de socorro, enquanto Félix inspiraria alguém a ligar para a casa da jovem.

Era cinco da manhã, a casa estava quieta. Dona Márcia mantinha-se acordada, deitada em sua cama, chorava pela filha adotiva que ainda não voltara.

Cláudio voltou pra casa embriagado no quarto de hóspedes, deitado na cama, em companhia do espírito vampirizador, que demonstrava-se relaxado pelos efeitos da bebida.

De repente o telefone ligou, com certeza Félix havia conseguido influenciar alguém para ligar na casa correta.

Era um lixeiro ligando para contar do acidente, que Marita tinha sido atropelada.

O lixeiro disse ter reconhecido ela, já que a sua esposa era faxineira na loja que Marita trabalhava e que ela era muito simpática. Afirmou que a ambulância já a tinha levado.

Quando ele afirmou que Marita havia morrido, Dona Márcia largou o telefone e começou a chorar, jogada na cama.

Neste momento, André Luiz passou a sugestionar que ela saísse de casa e fosse procurar por Marita, quem sabe seria possível ainda algum socorro.

Mas, controlando-se, Dona Márcia começou a pensar nos benefícios da morte de Marita. Afinal, Gilberto ficaria livre.

André Luiz, percebendo que não conseguiria influenciar beneficamente Dona Márcia, foi ao encontro de Félix.

Marita estava em coma.

Félix estava mais calmo, dois médicos desencarnados auxiliavam no tratamento de Marita.

Rapidamente, na viagem até a casa de Cláudio, Félix adensou o corpo espiritual em segundos. André Luiz observou e lembrou que levou uma hora concentrado para conseguir o mesmo efeito.

Lá chegando, bateu na porta da casa. Moreira, o espírito vampirizador, apareceu e começou a xingar Félix.

O mentor de André Luiz manteve-se calmo e ao final avisou do acidente de Marita, afirmando saber que ele estava interessado na proteção dela.

Moreira, verificou que ela não estava em casa, mas ressaltou que não acordaria Cláudio enquanto não verificasse o caso pessoalmente.

Se dirigiu ao hospital calado e carrancudo. Mas, vendo Marita em coma, em deplorável estado (suja de fezes em razão do descontrole orgânico e falta de atendimento hospital), caiu em lágrimas e correu de volta para casa de Cláudio.

Félix informou que Marita permaneceria encarnada por mais alguns dias, no máximo 20 dias, tempo suficiente para organizar-se mentalmente para a vida espiritual.

Acreditava que os dias finais da jovem poderiam servir para trazer paz ao seu espírito e, quem sabe, trazer novos caminhos para Cláudio, Márcia e Marina.

Após 50 minutos, Cláudio apareceu acompanhado de médico da família. Influenciado por Moreira, ele pressionou Márcia para obter informações da filha adotiva.

O médico da família ordenou o tratamento diferenciado e que Marita fosse transferida para hospital especializado.

Durante a remoção André Luiz prestou socorro à Marita, doando-lhe energias magnéticas. Félix pediu que André Luiz adensasse sua forma, a fim de que Moreira visse a prestação de socorro.

Quando Cláudio e Moreira entraram no quarto, ambos ficaram chocados, Cláudio passou a chorar.

Cláudio ajoelhou-se, chorando compulsivamente, seguido por Moreira, e passou a gritar: “ah, minha filha! Minha filha”.

André Luiz passou a doar energias também para os dois e em oração mudou a repulsa que sentia por Cláudio e Moreira.

Félix administrou passes em Nogueira e depois disse para André Luiz que iria se ausentar, mas logo voltaria.

Cláudio foi procurar o médico e Moreira passou a olhar com simpatia para André Luiz.

André Luiz pediu permissão para continuar a socorrer Marita e Moreira aceitou, prometendo-lhe favores e proteção.

Observou o procedimento de André Luiz, auxiliando na respiração da jovem e pediu permissão para substituí-lo. André Luiz aceitou e Moreira passou a fazer o serviço tão bem quanto.

André Luiz encontrou Cláudio ligando para Dona Márcia, pedindo para que ela viesse no hospital ver a filha adotiva.

Mas, Márcia, alegando compromissos inadiáveis, afirmou que não poderia e que tinha certeza que daria tudo certo, já que Marita era acostumada a fazer dramas, tentando disfarçar a decepção pela sobrevivência de Marita.

Cláudio voltou para o quarto de Marita, conversou com o médico, rogando para que lhe desse o melhor tratamento possível, sem se importar com dinheiro.

André Luiz observava que Cláudio estava desolado, com a certeza de que a jovem tentou suicídio por sua culpa.

André Luiz observava o amor com que Moreira cuidava da jovem.

Cláudio ligou para Marina, pedindo que fosse ao hospital. Mas a filha afirmou que não poderia comparecer e que com certeza a irmã estava feliz com a assistência dele.

Desanimado, voltou para o quarto.

Por volta das cinco da tarde, Sr. Salomão, farmacêutico, apareceu.

Explicou ser amigo da jovem, que trabalhava perto de sua farmácia.

Contou tudo que sabia e conclui ter sido alguma desilusão amorosa.

Cláudio ouviu tudo chorando, o Sr. Salomão confirmara o que desconfiava, a filha não suportou viver com o insulto de que foi vítima.

Sr. Salomão, procurando ajudar, revelou-se espírita e ofereceu a possibilidade de oração e passes para Marita, disse conhecer um amigo que poderia ajudar. Cláudio aceitou.

Por volta das oito da noite, Sr. Salomão voltou com o amigo que carregava um pequeno livro.

Cláudio reconheceu aquele senhor, era cliente em seu banco, comerciante distinto. Agostinho, o amigo do Sr. Salomão, fez linda prece rogando proteção para a jovem.

As vibrações benéficas dos encarnados auxiliaram na recuperação de Marita.

Após, em outra sala, enquanto a enfermeira trocava a roupa de Marita, conversaram a respeito de religião e Agostinho deu-lhe de presente o livro que trazia consigo, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.

Cláudio ficou divagando sobre o fato de Agostinho, pessoa rica, inteligente e honesta, se dedicar ao Espiritismo.

Pensava qual seria a Doutrina que poderia fazer um homem tão distinto doar seu tempo para ajudar o próximo daquela forma.

Percebeu que precisava conhecer aquela Doutrina. André Luiz sugeriu mentalmente que ele lesse o Evangelho deixado pelo Agostinho.

No índice do Evangelho, chamou a atenção o capítulo “Caridade para com os criminosos”, já que se considerava um grande infrator.

Leu a lição e chorou, verificando que o livro não o condenava, mas possuía palavras brandas e de entendimento.

Aquelas lições fizeram rever a opinião sobre o ateísmo. Animado com o aprendizado, passou a ler vários capítulos do livro.

Após quatro horas de leitura, divagou que provavelmente recebeu Marita para ajudá-la em sua vida física, devendo inibir sentimentos inferiores, mas que falhou.

Percebia ter agravado seus débitos que provavelmente possuía.

Passou a orar, rogando forças para a filha, aceitando morrer no lugar dela. Afirmou aceitar ela com as necessidades que fossem, surda, muda, nas cadeiras de rodas; conseguiria suprir todas as necessidades sendo um pai amoroso.

Inspirado por André Luiz, foi até a cabeceira da cama e percebeu que pela primeira vez em muitos anos, observava a filha sem nenhuma intenção sexual.

Ajoelhado, rogou perdão. Apesar de desacordada, Marita demonstrou algumas reações, passando a gemer.

Cláudio caiu em choro imaginando as dores suportadas pela filha.

Moreira, procurou aproximar-se e André Luiz percebeu que não havia mais tanta sintonia entre eles. Cláudio havia mudado bastante, mas Moreira nem tanto.

Marita começava a despertar mentalmente, pensava estar no caixão. Depois, lembrou-se de tudo, do suicídio, passou a se arrepender. Afinal, se a vida continua, porque se livrar do corpo?

André Luiz percebeu que Marita e Moreira estavam sintonizando pensamentos, fixando-os em Marina e lamentações.

III – A Vingança

Aos poucos, Moreira, absorvendo aqueles pensamentos de ódio, voltava a se brutalizar, alimentando ideias de vingança.

Deixou Marita e, enlouquecido, abandonou o hospital indo atrás de Marina.

A senhora Beatriz estava prestes a desencarnar, contando com a ajuda de Neves e outros trabalhadores.

Logo apareceu Moreira acompanhado de outros 4 espíritos truculentos que se acercaram de Marina e passaram a gritar: “Assassina! Assassina”.

Diante da agressão, Marina passou mal e precisou sentar-se.

Uma das senhoras que estavam auxiliando Beatriz no processo de desencarne, pediu que fossem tomadas providências.

André Luiz influenciou Marina para ir descansar em cômodo afastado e ela aceitou a influência.

Moreira interpelou André Luiz pela conduta.

Queria saber porque eles tinham que se sair, se Marina estava ali respirando normalmente, considerava ela uma bisca.

André Luiz ressaltou que Marina era irmã de Marita e filha de Cláudio, sendo que não achava correto ela ser alvo de um massacre.

Moreira pediu para os quatros amigos que esperassem do lado de fora do prédio, mas afirmou que não desistiria da vingança.

André Luiz e Moreira foram para o quarto onde estava Marina.

Instigada por Moreira, Marina passou a pensar na irmã, agradecendo pelo ato de suicídio.

Lembrou-se de ligação que recebeu de sua mãe, contando que Marita morreria em breve, mas que a notícia não foi dada ao Cláudio.

Aquela informação abalou Moreira.

Lembrou-se que não poderia perder a vida física de Marita, já que dela, tanto quanto de Cláudio, roubava fluídos que o deixava feliz, em euforia.

Interpelada por Moreira, Marina passou a sentir remorso por ter roubado o namorado de Marita.

Um médico chegou para tratar de Marina, mas ela sabia que remédio nenhum iria tirar a angústia que sentia.

Quando o médico foi embora, Nemésio tentou consolar Marina, fato suficiente para Moreira começar a fazer comentários irônicos.

André Luiz convenceu Moreira de saírem do quarto, para resguardar a intimidade dos dois.

Moreira riu, falando que em breve, assim que o pai saísse, chegaria o filho.

Realmente foi o que aconteceu.

Depois de um tempo, Félix também chegou.

Felix falou para Moreira que Marita piorou assim que ele saiu.

Moreira aceitou voltar para o hospital e tratar de Marita.

Com a ajuda de Moreira, Marita melhorou, mas sofria muito, sentindo muitas dores.

No outro dia, Cláudio permanecia interessado pela Doutrina Espírita, alterando-se sua vibração mental e Marita continuou sendo socorrida por Moreira, que ficava feliz em ajudar.

Moreira sentia-se orgulhoso e útil em ajudar.

De noite, Félix chegou para visitar e informou do desencarne de Beatriz.

Após, foram até a casa dos Torres.

Ressaltou que era importante proteger Marina da grave obsessão. Moreira havia contratado espíritos para iniciar a obsessão.

Chegando na casa de Beatriz quando o velório estava ocorrendo. Perceberam que Nemésio e Gilberto nem mesmo disfarçavam o alívio do desencarne.

Enquanto que o corpo era preparado para o velório, Beatriz-Desencarnada estava sob cuidados de amigos que iriam levá-la para instituição de socorro no próprio Rio de Janeiro, para depois, quando possível, seguir viagem.

Marina apareceu quando o corpo foi colocado no caixão, revelando-se verdadeiramente triste, chorando muito.

Passou a meditar que, se existe vida após a morte, com certeza Dona Beatriz iria se certificar que ela não havia sido uma boa enfermeira e sim amante de seu marido.

Suplicava, mentalmente, entendimento e perdão.

André Luiz observou que o afastamento de Beatriz da casa resultou em abandono das defesas espirituais.

Marina, dominada pelo remorso, se isolou no quarto.

Sentia-se perseguida, presenciava vultos, nenhum medicamento causava melhora.

No outro dia, Nemésio ligou para Dona Márcia, pedindo autorização para ir visitá-la.

No dia seguinte, Nemésio foi visitar Dona Márcia e ficou agradavelmente surpreendido, vendo que a filha era muito parecida com a mãe, até nos jeitos.

Surpreendendo a mãe de Marina, que acreditava que ele iria falar de Gilberto, acabou contando o romance com a filha.

Dona Márcia não soube como reagir e, chamada ao telefone pelo médico da família, resolveram ir no hospital visitar Marita que estava prestes a desencarnar.

III – O Desencarne de Marita

No hospital, Cláudio procurou aplicar um pouco do que aprendeu no Evangelho e suportou as mentiras e ironias da esposa. Dona Márcia fingia para Nemésio, aparentando que sempre ia visitar a filha.

Depois foram embora, conversando sobre coisas agradáveis do Rio e esquecendo-se de Marita.

Nemésio ficou encantado com Dona Márcia, a ponto de pensar que, se não fosse Marina, com certeza procuraria uma relação mais íntima com ela.

Após o almoço, Nemésio voltou para casa e foi encontrar com Marina, mas fez de tudo para chegar no quarto dela sem ser notado.

Ao abrir a porta, viu Gilberto aos beijos apaixonados com Marina. O filho, de costas para a porta, não o viu. Mas Marina, de frente, viu e pelo impacto do susto desmaiou, enquanto Nemésio saiu rapidamente do quarto sem ser notado pelo filho.

Começou a divagar se o filho havia abusado da jovem ou se ela se dividia entre os dois.

Logo o filho entrou no quarto, avisando que Marina havia piorado rapidamente.

André Luiz, voltando-se para Marina, percebeu que estava dominada por vários espíritos vampirizadores e que este último choque emocional havia derrubado as últimas defesas mentais.

Estava, agora, totalmente dominada, hipnotizada e vencida.

Estava dementada.

Marina foi levada para o hospital psiquiátrico.

Passados dois dias, André Luiz voltou para o lar dos Torres e encontrou Nemésio conversando, ao telefone, com Dona Márcia a respeito das loucuras das juventude, aumentando as intimidades com ela.

Após duas semanas da tragédia, Marita amanheceu preparada para a desencarnação.

Moreira, após cuidar dela por todo o tempo, havia sentido mudanças em seus pensamentos e chorava triste.

Marita, apesar de imóvel, assimilava tudo o que ocorria com perfeita lucidez, as conversas de Cláudio com os médicos, as preces e comentário de Agostinho e Salomão.

No início, percebendo as mãos de Cláudio, sentiu raiva e humilhação.

Porém, reparando que o pai se esforçava para ajudá-la, limpando-a, fazendo preces, enxugando a testa, deixou de sentir raiva.

Em um dos momentos, Félix chegou perto de Marita e falou “Filha, perdoa, perdoa”.

Pensou que deveria sim perdoar antes de morrer. Percebia nitidamente todo o amor que Cláudio vibrava, em cada ato.

Lembrou-se do descontrole do pai quando no apartamento revelou o desejo sexual por ela. Percebeu que ele era um homem desequilibrado, não encontrando abrigo no próprio lar. Lembrou-se, também, da infância, quando o pai era o único amigo, demonstrando amor sincero e puro.

Passou a pensar na mãe, irmã, Gilberto, perdoando a todos, quando então passou a se sentir feliz e aliviada.

Cláudio percebeu que lágrimas rolavam de seu rosto e, sozinho, passou a orar a Deus, pedindo que a filha levantasse ao menos um dedo para demonstrar que o havia perdoado. Félix, então, passou a magnetizar determinada área do cérebro de Marita, dando-lhe forças para levantar o braço direito.

Cláudio ficou tão emocionado, que não conseguia falar, apenas chorar.

Félix passou a orar.

Ao fim da prece, o quarto encheu-se de luz e todos os desencarnados do hospital se dirigiram para o quarto de Marita, até mesmo os adeptos de outras religiões.

Moreira, vendo Marita nos braços de Félix, adormecida, perguntou a Félix o que deveria fazer, considerava-se um inútil.

Félix pediu que libertasse Marina.

Moreira, de joelhos, chorando, afirmou que atenderia ao pedido.

IV – Novo Cláudio

Após velório simples, com participação apenas de Cláudio, Salomão e Agostinho, o pai de Marita voltou para a casa, mas encontrou o apartamento vazio. Soube pela empregada que a esposa havia viajado para descanso e que Marina estava internada num hospital psiquiátrico.

Quando conseguiu falar com Márica, ela afirmou que no dia seguinte iria para casa para uma conversa séria.

Sobre Marina, Cláudio concluiu o que de fato ocorreu, tinha a certeza que a filha foi flagrada por algum dos amantes.

No dia seguinte, Dona Márcia apareceu no apartamento para conversa com Cláudio.

Ela chegou assessorada por várias entidades vampirizadoras.

Cláudio passou a contar para a mulher que era um homem renovado e a convidou para juntos passarem para uma existência nova, construindo uma vida de harmonia.

Dona Márcia debochou do marido.

Enquanto Dona Márcia falava, Cláudio lembrava dos textos lidos no Evangelho e concluía que aquele casamento destruído era obra de dele, estava colhendo o que plantara ao longo dos anos: uma filha morta, outra doente e a esposa obsediada.

Acabando com a conversa, Dona Márcia pediu o divórcio e foi embora.

No dia seguinte, Cláudio foi até o hospital visitar Marina.

Como ela estava e o que vai acontecer? Semana que vem!

V – Exercícios Mentais e Práticas

Estes exercícios mentais e práticas edificantes visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para todos fazermos durante a semana são:

1 – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante durante o dia a dia;

1.1           – Evitar “perder a razão” (estado de cólera, raiva);

1.2           – Indignar-se com serenidade e razoabilidade;

1.3           – Exercitar a indulgência (capacidade de compreender e não divulgar defeitos alheios);

1.4           – Não se queixar da vida, evitar reclamações diárias e negativismos/evitar pessimismo;

1.5           – Não criticar o próximo, não julgar;

1.6           – Não se ofender (compreender o outro);

2        – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (principalmente para pessoas claramente necessitadas);

2.1           – Fazer pequenas gentilezas a quem está próximo;

2.2           – Participar de algum programa de caridade;

2.3           – Cultivar o otimismo sempre;

2.4           – Cultivar a tolerância com as diferenças e erros alheios;

3        – Meditar cinco minutos por dia, ao menos três vezes na semana, preferencialmente antes de orar e preferentemente antes de dormir;

4        – Leitura diária de mensagens curtas e edificantes, de preferência quando acordar e antes de dormir, de preferência antes de meditar/orar;

5        – Cultivar o Evangelho no Lar uma vez na semana;

6        – Perseverar;

7        – Estabelecer um hábito angular (hábito novo em sua vida, como deixar de ingerir alcoólicos, iniciar prática de exercícios, largar o cigarro, etc) e exercitar ao máximo o autocontrole dos atos cotidianos;

8        – Ser discreto (adotar a discrição sobre nossas vidas particulares);

9        – Analisar criticamente os estímulos recebidos, seja de nosso inconsciente, seja de espíritos encarnados e desencarnados.

10     – Zelar pela saúde do corpo físico.

11     – Orar diariamente.

Mensagem de encerramento:

3 Comentários

Fátima Souza { 13 de novembro de 2013 às 11:48 }

Que chegue a próxima semana para continuar lendo está história, muito interessante.

zuleica { 17 de novembro de 2013 às 13:12 }

Então poderemos acompanhar o final do livro ? Fico feliz por isso.
Abraços
Zuleica e Marcio

Wilson Moreno Pesquisador { 9 de julho de 2014 às 11:13 }

Como afastar os maus espíritos.

Para afastar os maus espíritos temos que cultivar pensamentos elevados e positivos e ter uma Conduta Moral reta no Bem e nas Virtudes.
Na realidade a proteção espiritual quem faz é a própria pessoa conforme seus pensamentos e conduta moral, os espíritos inferiores, perturbadores e obsessores do plano astral, não conseguem entrar em sintonia com as pessoas dignas, corretas, honestas e caridosas.
O Bem repele o mal.
A Luz repele as sombras.
Não havendo sintonia os maus espíritos se afastam.
Tudo é sintonia vibratória no mundo espiritual, os iguais se atraem e os diferentes se repelem.
Uma pessoa com pensamentos elevados e firmes no Bem e de conduta moral reta, repele naturalmente e facilmente os espíritos inferiores e obsessores.
Os espíritos inferiores, perturbadores, maldosos, vingativos e obsessores, possuem um perispirito denso, turvo, grosseiro, eles estão envolvidos em fluidos impuros, na crosta terrena tem milhões de espíritos desencarnados em estado de apego as coisas matérias e aos vícios e desejos terrenos, eles exercem uma forte influencia negativa sobre as pessoas que são invigilantes com seus pensamentos e conduta moral.
Temos que tomar muito cuidado com nossos pensamentos, por que, esses espíritos inferiores que estão na crosta terrena procuram nos influenciar é pelos pensamentos, pela sintonia vibratória.
Como esses espíritos desencarnados não possuem mais seus corpos físicos para saciarem seus vícios e desejos, eles vão procurar os encarnados que possuem os mesmos vícios e desejos.
É o encosto, esses espíritos inferiores vão encostar o seu perispirito no perispirito do encarnado e vão sentir as mesmas coisas que essa pessoa sente, se a pessoa bebe e fuma, os desencarnados viciados vão sugar os fluidos da nicotina e do álcool, é o vampirismo psíquico.
Os desencarnados viciados em Sexo, vão encostar o seu perispirito no perispirito do encarnado que esta praticando sexo sem elevação moral, e o desencarnado vai sentir os mesmos prazeres de uma transa.
É por isso que devemos ter uma vida terrena digna, correta, honesta, com elevação moral, para podermos repelir esses espíritos inferiores do plano astral.
O Bem repele o mal.

O Espiritismo e o Racionalismo Cristão explanam em seus livros, que o problema da Obsessão esta na sintonia vibratória dos pensamentos, tudo é atração, sintonia e afinidade no mundo espiritual ou plano astral, estamos sempre atraindo espíritos desencarnados que se afinam conosco.
Pessoas boas, corretas, dignas, caridosas, honestas, sem vícios, com pensamentos elevados e positivos, estão em sintonia com os espíritos de luz.
Pessoas falsas, desonestas, maliciosas, viciosas, racistas, egoístas, arrogantes, picaretas, vulgares, hipócritas, com pensamentos negativos e impuros, estão em sintonia vibratória com espíritos inferiores, perturbadores e obsessores do plano astral.
O Bem atraindo o Bem.
O mal atraindo o mal.
É por isso, que devemos seguir o caminho do Bem e das Virtudes, cultivando pensamentos elevados, nobres e positivos, para podermos afastar os maus espíritos e atrair pela sintonia os espíritos elevados ou espíritos de luz.
Como fazer isso???
Nós temos o livre arbítrio ( liberdade) para pensar e agir, seguir esse caminho ou aquele caminho é uma questão de escolha, eu pelo uso do meu livre arbítrio, eu posso praticar o bem e as virtudes ou posso praticar maldades, crimes e vícios, não existe fatalidade moral na vida do espírito.
Porem, temos que entender, que ninguém vai ficar impune com a pratica do mal, quem planta o mal, vícios, crimes, falsidades, racismo, vai colher sofrimentos, dores, dificuldades e até doenças em reencarnações futuras.
Quem planta o mal vai colher sofrimentos.
Quem planta o Bem e as Virtudes vai colher a paz, a felicidade e a Evolução.
Essa é a Lei do retorno ou a Lei do Karma, colhemos o que plantamos.
Quem com ferro fere com ferro será ferido.

Vou deixar um texto com algumas observações importantes talvez possa ser útil, talvez.

1)NENHUM OBJETO, MEDALHA OU TALISMÃ TEM A PROPRIEDADE DE ATRAIR OU DE REPELIR OS ESPÍRITOS. AS COISAS MATERIAIS NÃO TEM NENHUM PODER SOBRE ELES. JAMAIS UM BOM ESPÍRITO ACONSELHA ESSAS PRÁTICAS ABSURDAS. A VIRTUDE DOS TALISMÃS NUNCA EXISTIU, A NÃO SER NA IMAGINAÇÃO DAS PESSOAS CRÉDULAS. (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)
Não há nenhuma fórmula sacramental para a evocação dos Espíritos. Quem pretendesse oferecer uma poderia ser justamente CHAMADO DE CHARLATÃO, porque para os Espíritos a forma nada é. Entretanto, a evocação deve ser feita sempre em nome de Deus. (O Livro dos Médiuns, cap. XVII.)
Os Espíritos que marcam encontros em lugares lúgubres e a altas horas querem divertir-se à custa dos que lhes dão ouvido. É sempre inútil e freqüentemente perigoso atender a essas sugestões. Inútil porque nada se ganha em ser mistificado, e perigoso, não pelo mal que os Espíritos possam fazer, mas pela influência que isso pode ter sobre as pessoas de cérebro fraco (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)
Não há dias nem horas que sejam mais propícios às evocações. Isso é completamente indiferente para os Espíritos, como tudo o que é material, e crer nessa influência seria simples superstição. Os momentos mais favoráveis são aqueles em que o evocador pode estar menos preocupado com as suas ocupações habituais, ou em que o seu corpo e o seu Espírito se acham mais tranqüilos. (O Livro dos Médiuns, cap. XXV.)

2)A CRÍTICA MALÉVOLA REPRESENTA AS COMUNICAÇÕES ESPÍRITAS CERCADAS DE PRÁTICAS RIDÍCULAS E SUPERSTICIOSAS DA MAGIA E A NECROMANCIA. Se os que falam do Espiritismo sem o conhecer se dessem ao trabalho de o estudar, poupariam muito gasto de imaginação e evitariam alegações que só servem para demonstrar a sua ignorância ou a sua má fé. PARA ESCLARECIMENTO DAS PESSOAS ESTRANHAS A ESTA CIÊNCIA DIREMOS QUE, PARA SE COMUNICAR COM OS ESPÍRITOS, NÃO HÁ DIAS NEM HORAS, NEM LUGARES MAIS PROPÍCIOS DO QUE OUTROS, PARA EVOCÁ-LOS NÃO HÁ NECESSIDADE DE FÓRMULAS NEM DE PALAVRAS SACRAMENTAIS OU CABALÍSTICAS. NENHUMA PREPARAÇÃO E NENHUMA INICIAÇÃO TAMBÉM SÃO NECESSÁRIAS. O EMPREGO DE QUALQUER SÍMBOLO OU OBJETO MATERIAL, SEJA PARA OS ATRAIR, SEJA PARA OS REPELIR, NÃO TEM NENHUM EFEITO, BASTANDO PARA ISTO O PENSAMENTO. Enfim, os médiuns recebem as suas comunicações sem saírem do estado normal, tão simples e naturalmente como se elas fossem ditadas por uma pessoa viva. Só o charlatanismo poderia afetar maneiras excêntricas e acrescentar acessórios ridículos a esses momentos. (O que é o Espiritismo, cap. II, nº 49).

Estendemo-nos nestas citações para mostrar que os princípios do Espiritismo não têm nenhuma relação com a magia. Assim, nada de Espíritos às ordens dos homens, nada de meios para constrangê-los, nada de signos ou fórmulas cabalísticas, nada de descobertas de tesouros ou de processos para enriquecimento, nada de milagres ou prodígios, de adivinhações ou de aparições fantásticas. Enfim, nada do que constitui o fim e os elementos essenciais da magia. O ESPIRITISMO NÃO SOMENTE DESAPROVA TODAS ESSAS COISAS, COMO DEMONSTRA O ABSURDO DA SUA PRÁTICA E A SUA INEFICÁCIA. Não há, pois, nenhuma analogia entre o fim e os meios da magia e os do Espiritismo. Querer assimilá-los só pode ser obra de ignorância ou de má-fé. E como os princípios do Espiritismo nada têm de secreto, estando formulados em termos claros e sem possibilidades de equívocos, nenhum engano a respeito poderia prevalecer.
Trecho da Obra O Céu e o Inferno do Mestre Kardec.

3) Em Obras Póstumas no capitulo Obsessão e possessão, encontramos o seguinte.
A INEFICÁCIA DO EXORCISMO, NOS CASOS DE POSSESSÃO, ESTÁ PROVADA POR EXPERIÊNCIA, sendo também provado que, no maior número dos casos, ele aumenta o mal em vez de diminui-lo. A razão disso é que a eficácia está sempre no ascendente moral exercido sobre o Espírito, e nunca em atos exteriores, na virtude de palavras ou de sinais.
O EXORCISMO CONSISTE EM CERIMÔNIAS E FÓRMULAS DE QUE SE RIEM OS MAUS ESPÍRITOS, AO PASSO QUE CEDEM À SUPERIORIDADE MORAL. Vêem eles que os querem dominar por meios impotentes, e capricham, por isso mesmo, em se mostrar mais fortes contra os vãos aparatos com que se procura intimidá-los. Assim pois redobram de força sobre o paciente, como o cavalo velhaco, que lança por terra o cavaleiro inexperto e submete-se quando montado por quem lhe conhece as manhas.
Ora o verdadeiro cavaleiro neste caso é o homem de mais puro coração, por ser melhor ouvido pelos bons Espíritos.
Todo o grave problema da obsessão está resumido neste trecho de Kardec.
Até mesmo a questão do mais forte, hoje muito comum, fica bem esclarecida. A FORÇA DO ESPÍRITO NÃO É MATERIAL, MAS MORAL. E a força do médium é a mesma do Espírito. ENGANAM-SE, POIS, AS PESSOAS QUE PROCURAM TRABALHOS FORTES EM TERREIROS DE UMBANDA ETC., sob a alegação de que os obsessores precisam ser afastados por meio da força. A única força que os pode realmente afastar é a FORÇA MORAL. O tratamento da obsessão é antes de tudo uma evangelização. O perispírito do obsedado, como diz Kardec, foi penetrado pelo do obsessor como a umidade penetra a roupa, e só a doutrinação paciente e caridosa conseguirá livrá-lo dessa impregnação viciosa. (N. do Rev.)
Para conhecimento das pessoas estranhas à ciência,diremos que não há horas mais propícias, umas que outras, como não há dias nem lugares, para comunicar com os Espíritos. Diremos mais: que não há fórmulas nem palavras sacramentais ou cabalísticas para evocá-los; que não há necessidade alguma de preparo ou iniciação; que é nulo o emprego de quaisquer sinais ou objetos materiais para atraí-los ou repelilos, bastando para tanto o pensamento;e, finalmente, que os médiuns recebem deles as comunicações sem sair do estado normal, tão simples e naturalmente como se tais comunicações fossem ditadas por uma pessoa vivente. Só o charlatanismo poderia emprestar às comunicações formas excêntricas, enxertando-lhes ridículos acessórios. (Allan Kardec – O que é o Espiritismo, cap. II, nº 49.)

Raciocinemos o seguinte: “Se os talismãs e amuletos nos protegessem, nós não nos esforçaríamos para vigiar nossos atos a pensamentos, seríamos imprudentes; os carros que são benzidos não seriam roubados; se pular 7 ondas trouxesse sorte, quem não pode ir à praia estaria azarado?; a paz depende apenas de uma vestimenta branca ou precisa de nossa mudança de atitude?” Tenhamos bom senso, usemos a razão.
Para afastar os maus espíritos não adianta usar amuletos, talismã, roupas brancas, imagens de santos, velas, incenso, sal grosso, palavras sacramentais, sinais cabalísticos, exorcismos, são tudo fantasias místicas sem nenhum fundamento racional ou Doutrinário.
Vejamos agora uma observação muito importante do Professor J. Herculano Pires.

Não se deixe atrair por macumbas e as diversas formas de mistura de religiões africanas com as nossas crendices nacionais.
Não pense que alguém lhe pode tirar a obsessão com as mãos. Os passes têm por finalidade a transmissão de fluidos, de energias vitais e espirituais para fortificar a sua resistência.
Não confie em passes de gesticulação excessiva e outras fantasias. O passe é simplesmente a imposição das mãos, ensinada por Jesus e praticada por Ele. É uma doação humilde e não uma encenação, dança ou ginástica.
Não carregue amuletos nem patuás ou colares milagrosos. Tudo isso não passa de superstições provindas de religiões das selvas. Você não é selvagem, é uma criatura civilizada capaz de raciocinar e só admitir a fé racional.
Estude o Espiritismo e não se deixe levar por tolices.
Dedique-se ao estudo, mas não queira saltar de aprendiz a mestre, pois o mestrado em espiritismo só se realiza no plano espiritual. Na Terra somos todos aprendizes, com maior ou menor grau de conhecimento e experiência.

Como disse Herculano Pires: NÃO CARREGUE AMULETOS NEM PATUÁS OU COLARES MILAGROSOS. TUDO ISSO NÃO PASSA DE SUPERSTIÇÕES PROVINDAS DE RELIGIÕES DAS SELVAS. VOCÊ NÃO É SELVAGEM, É UMA CRIATURA CIVILIZADA CAPAZ DE RACIOCINAR E SÓ ADMITIR A FÉ RACIONAL.
ESTUDE O ESPIRITISMO E NÃO SE DEIXE LEVAR POR TOLICES.

Herculano Pires completa.
PALAVRAS, AMULETOS, MEDALHAS, IMAGENS E OUTROS INSTRUMENTOS DO CULTO RELIGIOSO OU DE PRÁTICAS MÁGICAS NADA INFLUEM SOBRE OS ESPÍRITOS PERVERSOS, SE AQUELE QUE OS EMPREGA NÃO POSSUIR VIRTUDES MORAIS E NÃO AGIR COM AMOR, HUMILDADE E COMPREENSÃO. AGINDO ASSIM, TODOS OS INSTRUMENTOS E ARTIFÍCIOS SÃO DISPENSÁVEIS.

Isso diz tudo.

Vamos concluir que é pela Elevação Moral e pelos Pensamentos puros e nobres e pela pratica do Bem e das Virtudes que esta a única Defesa psíquica contra os maus espíritos.

Vejamos um observação importante de Allan Kardec.

As imperfeições morais dão acesso aos Espíritos obsessores, e de que o meio mais seguro de livrar-se deles é atrair os bons pela prática do bem.
Os Espíritos bons são naturalmente mais poderosos que os maus e basta a sua vontade para os afastar, mas assistem apenas aqueles que os ajudam, por meio dos esforços que fazem para melhorarem.
Do contrário se afastam e deixam o campo livre para os maus Espíritos, que se transformam assim em instrumentos de punição, pois os bons os deixam agir com esse fim.

O melhor meio de expulsar os maus Espíritos é atrair os bons. Portanto, atrai os bons Espíritos, fazendo o maior bem possível, que os maus fugirão, pois o bem e o mal são incompatíveis.
Sede sempre bons e só tereis bons Espíritos ao vosso lado.

Essas colocações do Mestre Kardec resumem tudo, a DEFESA contra a influencia nociva dos maus espíritos, esta na nossa Melhoria Moral e na elevação dos pensamentos e também na pratica do Bem, da Caridade e das Virtudes, quando procuramos COMBATER as nossas imperfeições morais, vamos afastar de forma gradativa os espíritos inferiores e obsessores do plano astral e vamos estabelecer sintonia com os espíritos de luz ou espíritos superiores.
O uso de objetos matérias como, amuletos, talismã, velas, roupas brancas, imagens, sinais cabalísticos, palavras sacramentais, são fantasias, não tem nenhum poder para afastar os maus espíritos, eles ficam até RINDO das pessoas que acreditam nessas superstições tolas, sem reforma moral não conseguiremos repelir os maus espíritos.
Essa é a fé racional do Espiritismo Cientifico sem misticismos religiosos e crendices.
O Universo é regulado por Leis naturais e imutáveis, essas Leis regulam tudo, Deus não derroga as suas Leis, portanto, não existem milagres e nem o sobrenatural.
Deus não faz milagres.

Wilson Moreno na busca da Verdade.

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