Seção: Palestras

Livro: Sexo e Destino – Parte II – Vampirismo e Vícios

I – Revisão

Vimos que André Luiz está auxiliando o amigo Neves que prepara o desencarne de sua filha, Beatriz.

 

Beatriz é casada com Nemésio que tem um caso com a enfermeira, chamada Marina.

 

Na casa de Marina, André Luiz encontrou dois espíritos vampirizadores com o pai dela, Cláudio.

 

Conhecemos Marita, irmã de Marina e vimos que as duas são apaixonadas pelo mesmo jovem, Gilberto.

 

Assim, são pai (Nemésio) e filho (Gilberto), disputando, mesmo sem saber, a mesma mulher (Marina).

 

E são duas irmãs (Marina e Marita) apaixonadas pelo mesmo homem (Gilberto).

 

Vimos que Marita é adotada.

 

Terminamos os estudos com Cláudio indo para o quarto de Marita, quando a casa estava sozinha. Ele estava acompanhado de um dos espíritos vampirizadores e olhava para ela com malícia.

 

 II – A Revelação

André Luiz afirmou que os dois olhavam para Marita, como se ela fosse uma presa.

 

André Luiz e Neves percebiam as formas pensamentos exteriorizadas pelos dois, demonstrando as intenções libertinas da dupla animalizada.

 

O Espírito induzia Cláudio a desejar Marita sexualmente.

 

Cláudio: “Criei-a, no entanto, como sendo minha própria filha…”.

 

Espírito: “Filha? Mero artifício social. Apenas mulher. E quem assegurará que ela também não espera por seu beijo?”.

 

Dividido mentalmente em personalidade de pai e enamorado, Cláudio argumentou consigo próprio, desencorajando-se.

 

Via Marita como uma flor.

 

Afastara-a de propósito das refeições familiares, a fim de poupa-lhe das picuinhas do círculo doméstico.

 

Amava Marita, de forma até egoísta e sofria com as humilhações que a Marina e Marcia praticavam com a filha adotiva.

 

O Espírito vampirizador começou a induzir pensamentos de que Marita namorava Gilberto pensando nele, que teria desejo por ele, mas, em razão da ética, não cedia.

 

Cláudio passou a alimentar as ideias do vampirizador, o qual ganhou incentivo para hipnotizá-lo.

 

André Luiz percebeu que o espírito vampirizador não era simples ignorante, sabendo como atuar na mente da vítima.

 

Aos poucos Cláudio passava a ser dominado pelos instintos animais. Concluíra que sim, Marita era mulher e ele poderia consolá-la.

 

Passou a dialogar com Marita buscando atravessar a fronteira de simples pai adotivo e mostrar-se homem.

 

Pegou na mão da jovem.

 

A jovem, percebendo a atitude de Cláudio, passou a lembrar que há tempos o pai adotivo havia mudado os olhares e o jeito. Mas não poderia aceitar tal fato.

 

Cláudio aproximava-se cada vez mais, sempre utilizando palavras de duplo sentido.

 

Marita passou a falar que estava feliz com Gilberto e que o choro era apenas mal estar. Afirmou esperar casar-se em breve com o jovem e passou a observar os movimentos de Cláudio.

 

Sendo totalmente dirigido pelo vampirizador, Cláudio passou a afirmar que aguardava ansiosamente pelo momento em que ela não o veria mais somente como pai… e começou a abraçá-la.

 

Marita começou a suplicar que parasse.

 

Cláudio começou a apertá-la junto ao corpo como jovem mal comportado.

 

André Luiz e Neves, juntos, puxaram Marita, que recebendo o estímulo e a energia dos amigos espirituais, conseguiu forças para se livrar, ao ficar em pé falou:

 

“Papi, não me faça mais infeliz… Poupe-me a humilhação”.

 

Ao impacto da recusa, Cláudio desligou-se do vampirizador, que passou a lutar mentalmente com Cláudio, buscando a sintonia mental.

 

Cláudio, confuso, sentindo-se louco, passou a narrar que não entende a atração que sente, que parece que tem um demônio dentro dele.

 

O Espírito vampirizador dobrou as vibrações mentais que passaram a tomar conta de Cláudio novamente.

 

Passou a gritar, falando que já seguiu ela e o namorado, sabendo dos encontros sexuais e que ela não era mais menina, que era mulher.

 

Neves perguntou para André Luiz se o homem estava louco.

 

André Luiz lembrou o amigo de que deveriam manter os pensamentos altivos para influenciar os irmãos em luta para o Bem. Até porque não possuíam muitos recursos para agir.

 

A ajuda pedida por André Luiz (pela oração mental) se fez presente com a chegada de Dona Márcia. O susto da chegada da esposa, fez com que Cláudio se desligasse do hipnotizador.

 

Cláudio inventara uma desculpa qualquer para explicar porque estava no quarto da filha adotiva.

 

III – A Conversa

André Luiz observou que os cônjuges se viam como adversário em tréguas cordiais.

 

O casal se acomodou nas poltronas da sala e Dona Márcia comentou que de repente sentiu uma enorme vontade de voltar para a casa, como se um malfeitor estivesse se aproveitando da situação. Mas, agora, tranquilizou-se.

 

André Luiz e Neves observavam que as vibrações dos dois entravam em choques constante e Dona Márcia iniciou conversa sobre algo que considerava importante. Cláudio, percebendo que a esposa se aproveitaria do momento de brandura falsa, mudou a expressão facial.

 

Mas, lembrou-se que Marita estava escutando a conversa e que faria de tudo para conquistá-la. Assim, aguentaria as humilhações da esposa, para demonstrar elegância para Marita.

 

O espírito vampirizador compartilhava do planejamento, ambos, em pensamento, tramavam utilizar a conversa para iludir Marita.

 

Ignorando o sarcamo do marido, Dona Márcia iniciou outro assunto, referente ao namoro de Marita e Gilberto, filho dos Torres.

 

Afirmou ter surpreendidos os dois sozinhos namorando e a situação a preocupava.

 

Revoltado, Cláudio afirmou: “Ingratidão”.

 

Dona Márcia alegrou-se, imaginando ter almejado o que queria: ressaltar a filha legítima em detrimento da adotiva, mal sabendo que Cláudio estava revoltado de ciúmes.

 

Cláudio, atentando-se que havia extrapolado nas emoções, mas que a esposa havia concluído que a revolta era de pai e não de amante, e assim deixou que ela continuasse a pensar.

 

Dona Márcia afirmou que o rapaz não quer nada com Marita e que está apaixonado por Marina, sendo um casamento muito vantajoso para a família.

 

Cláudio percebeu que chegara o momento de colher frutos da conversa. Sabia que Marita estava ouvindo e depois de fazer grandes elogios para a filha adotiva, afirmou que Gilberto era moleque e estava se aproveitando dela.

 

Afirmou que Gilberto deveria ser franco e logo afirmar seu desejo de esposar Marina.

 

A esposa ficou feliz com a reação do marido, sem saber da verdade dos sentimentos que o estimulava.

 

Dona Márcia explicou que Marina e Gilberto se envolveram quando ele pediu ajuda para ela em trabalhos de tradução de alguns textos franceses.

 

Cláudio não acreditou que Marina estava apaixonada por Gilberto, sabia da vida noturna da filha. Na verdade, a narrativa da esposa revelou ainda mais a falta de caráter da filha legítima, que se relacionava com o jovem e o velho, o filho e o pai.

 

Continuou a concordar com a esposa, planejando as vantagens auferidas pela conversa ouvida por Marita.

 

Nesse momento, as vibrações de dor de Marita chamaram a atenção de André Luiz e Neves e eles foram para o quarto dela.

 

Marita estava estirada na cama, chorando.

 

Sentia-se abandonada e desejava morrer.

 

Agora entendia porque a irmã se afastava cada vez mais.

 

Chorava, triste, concluindo que a irmã lhe roubava as mínimas alegrias.

 

Sentia-se rejeitada e ignorante.

 

Passou a pensar no suicídio.

 

Depois, passou a pensar em reagir, mas o que fazer se Gilberto a largar? Ainda mais agora que também descobrira a esquisita inclinação do pai adotivo.

 

Ficou estarrecida verificando a felicidade de Cláudio ao falar do envolvimento de Gilberto com Marina.

 

Passou a lembrar das carícias do pai adotivo e sentiu nojo.

 

Lembrou-se da mãe legítima e passou a imaginar as provas que ela passara naquela casa.

 

Sem nenhuma formação religiosa, rogava proteção para a mãe desencarnada.

 

Quando André Luiz e Neves estavam ministrando passes magnéticos, duas senhoras desencarnadas entraram no quarto de Marita, revelando-se como entidades familiares, uma delas era a mãe de Marita.

 

Com as vibrações da mãe desencarnada, Marita se acalmou e dormiu.

 

IV – O Almoço

Noutro dia, durante o trabalho e após receber boas vibrações de André Luiz, Marita ligou para Dona Márcia e marcou de almoçarem.

 

De modo acanhado, contou para Dona Márcia o incidente com Cláudio.

 

Dona Márcia continuou a tomar seu sorvete, friamente.

 

A frieza da mãe adotiva esfriou a disposição da jovem.

 

Para surpresa de Marita, Dona Márcia afirmou que Cláudio, na noite anterior, havia iniciado conversa, afirmando a necessidade de levar a filha adotiva para um psiquiatra, porque estava desequilibrada.

 

Assim, Dona Márcia não acreditou nas palavras Marita.

 

Cláudio narrou para Dona Márcia, que naquele dia ficou muito aliviado com a chegada dela, porque ele havia ido ao quarto de Marita para acordá-la de um transe de sonambulismo, quando foi surpreendido por beijos e palavras de baixo calão.

 

Dona Márcia acreditou no esposo e concordo em procurar um psiquiatra para a filha e que, inclusive, recomendava uma viagem para Argentina com o padrasto.

 

André Luiz ficou perplexo, Marita ficou desolada.

Marita acabou ouvindo as histórias de Dona Márcia sobre sonambulismo e não teve coragem para insistir, aceitando o que fora dito.

 

Em seu íntimo, contudo, sentia grande revolta.

 

V – O Plano de Cláudio

Após 5 dias, Cláudio agendara reunião importante com uma senhora, dona de uma pensão de festas.

 

A senhora informou que Marita desejava encontrar-se com Gilberto, um cliente que as vezes frequentava o casarão.

 

O encontro seria num quarto reservado e nos fundos.

 

Afirmou que Marita pedia confidencialidade.

 

Marita havia pagado para ela levasse um bilhete para o jovem Gilberto.

 

Cláudio leu o bilhete, no qual a jovem pedia para Gilberto comparecer no endereço às 20h00min.

 

Os pensamentos de Cláudio revelavam ciúmes e indignação; o espírito vampirizador se aproveitava para induzir a conduta.

 

André Luiz notou que Cláudio e o Espírito vampirizador começaram a tramar um plano. Cláudio achava que os pensamentos eram apenas dele.

 

Cláudio disse à amiga que Marita, em breve, iria se casar com Gilberto e que achava conveniente que ela levasse o bilhete para o jovem.

 

Pediu, apenas, que o bilhete fosse entregue às 14h00min.

 

Crescina aceitou e foi embora.

 

Cláudio ligou para Gilberto. Afirmou que precisava se encontrar com ele para tratar de negócios.

 

No almoço, Cláudio afirmou que sabia do envolvimento dele com suas filhas.

 

Mas afirmava entender que era obra do destino e não culpa do jovem. Explicou ter convicção que ambas o queriam muito.

 

Disse que era importante Gilberto ajudá-lo a preservar Marita.

 

Narrou que viu quando a filha escreveu um bilhete para ele, Gilberto, marcando um encontro.

 

Pediu para que o rapaz confirmasse o encontro, mas que não fosse.

 

Explicou que ele próprio iria ao encontro da filha, inclusive com as passagens de uma viagem em mãos para animá-la.

 

Gilberto ficou encantando com a proposta.

 

Os planos de Cláudio surgia como uma forma de liberta-se de um compromisso que lhe pesava na consciência.

 

Feliz com a solução encontrada por Cláudio, aceitou fazer o que foi pedido, ressaltando que o pai poderia falar para a filha que a ausência dele se motivou pelo agravamento da saúde da mãe, Beatriz, o que não era mentira.

André Luiz estava apreensivo porque não conseguia descobrir com perfeição os planos de Cláudio.

 

André Luiz se comunicou com Félix por meio de equipamento eletrônico, recebendo a notícia que ele só poderia estar presente de noite.

 

Nota de André Luiz: “Diante dos microaparelhos existentes no plano físico para emissão e recepção de mensagens, a longas distâncias, é desnecessário comentar as facilidades de intercâmbio no Plano Espiritual”.

 

Percebeu que deveria agir só.

 

Adensou o corpo espiritual para tornar-se visível ao espírito vampirizador e iniciar conversa.

 

A tentativa foi inútil, ao chegar na casa de Cláudio e tentar conversar, foi recebido com xingamentos e agressividade.

 

André Luiz descobriu que o nome do espírito era Ricardo Moreira.

 

Alterando novamente o padrão vibratório do seu corpo espiritual e ficando invisível para Moreira, André Luiz entrou na casa e viu Cláudio conversando com Dona Márcia, mas pensando somente nos planos da noite.

 

Neste instante, André Luiz entendeu os planos traçados. Os dois, Cláudio e Ricardo, atacariam Marita na casa de Crescina.

 

Visando entender todo o plano, André Luiz dirigiu-se à habitação de Crescina e rapidamente localizou o quarto número 4, local do encontro. Tratava-se de cômodo isolado, distante do resto da casa.

 

A casa estava repleta de espíritos desencarnados desequilibrados.

 

André Luiz ficou aflito, vendo que o plano de Cláudio e Ricardo seguia seu curso perfeito.

 

Começou a pensar em procurar alguma amigo encarnado, em ligação com o grupo familiar, mas ninguém possuía afinidade vibracional a ponto de ser influenciado.

 

Por volta das 19h30min, Cláudio apareceu na casa de Crescina, utilizando até mesmo uma peruca que o deixava mais jovem.

 

Combinou com o porteiro para desligar a chave da luz as oito horas em ponto. O porteiro confirmou que Marita já havia entrado.

 

Cláudio entrou furtivamente na pensão e ficou ao lado do quarto. André Luiz reparou que além da peruca, Cláudio usava as mesmas roupas de Gilberto e até mesmo o perfume era igual.

 

Félix chegou, André Luiz ficou aliviado.

 

Observaram que novamente Cláudio e Moreira estava fundidos, parecendo um só homem.

 

Com o blecaute, a dupla entrou no quarto.

 

André Luiz, que conseguia enxergar perfeitamente no escuro, viu que a jovem levantou-se da cama, percebendo que alguém havia entrado.

 

Tendo a certeza de que era seu amado, falou palavras de amor, e em sua mente, apenas um pensamento: entregar-se.

 

Cláudio permanecia calado e a puxou para demorado beijo.

 

Félix saiu do quarto, parou em degrau externo da porta e iniciou oração. André Luiz, perturbado com o que vira, não conseguia coordenar os pensamentos para uma oração.

 

Os dois permaneceram ali, chorando de tristeza pelo ato consumado.

 

A luz voltou e foi ouvido um grito agoniado.

 

Marita, desorientada, saltou a janela do quarto e correu para a rua.

 

De repente, alguém entrou no quarto, era Dona Márcia.

 

Cláudio se recompunha enquanto a esposa explicava que estava jogando baralho com as amigas, quando Crescina chegou contando que o marido iria agredir Gilberto.

 

O porteiro, com medo, acabou por contar para a dona da pensão que Cláudio queria flagrar os dois namorados.

 

Verificando a filha adotiva correndo desorientada e o marido se arrumando, rapidamente entendeu o que se passava.

 

Dona Márcia: “Canalha! Eu não acreditei nessa menina infeliz! Eu que poderia ter evitado!”.

 

Assumindo voz dolorosa contou que sua empregada, antes de desencarnar, confessou que Marita era filha dele, Cláudio.

 

Cláudio fora fulminado por um raio, ficando desorientado.

 

 

Marita, correndo pelas ruas, sentindo-se humilhada, pensava apenas no suicídio.

 

Telefonou para Gilberto, fingindo ser Marina e obteve a confissão de que ele confirmou ir no encontro, para que o pai fosse em seu lugar. Afirmou não querer saber de Marita e que estavam livres.

 

Desejando ainda mais o suicídio, Marita entrou na farmácia de um conhecido e pediu remédios para sacrificar um cachorrinho que estava doente.

 

O farmacêutico, Sr. Salomão, inspirado por Félix, percebeu que a jovem procurava remédios para se matar e ministrou alguns calmantes que não lhe poderia fazer mal.

 

Sentada na areia da praia, olhando para o mar, tomou os remédios pensando que iria morrer. Mas, apenas adormeceu.

 

Em dado instante, poucas horas depois, um gari apareceu e começou a xingá-la de vagabunda, ela acordou, não entendo o que se passava e começou a andar na rua desnorteada, até que foi atropelada violentamente.

 

Félix orou pedindo ajuda divina, para que a jovem não desencarnasse naquele momento, ganhando ainda alguns dias, ou até mesmo horas.

 

Marita morrerá? Semana que vem iremos descobrir!

 

V – Exercícios Mentais e Práticas

Estes exercícios mentais e práticas edificantes visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

 

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para todos fazermos durante a semana são:

 

1 – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante durante o dia a dia;

1.1           – Evitar “perder a razão” (estado de cólera, raiva);

1.2           – Indignar-se com serenidade e razoabilidade;

1.3           – Exercitar a indulgência (capacidade de compreender e não divulgar defeitos alheios);

1.4           – Não se queixar da vida, evitar reclamações diárias e negativismos/evitar pessimismo;

1.5           – Não criticar o próximo, não julgar;

1.6           – Não se ofender (compreender o outro);

 

2        – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (principalmente para pessoas claramente necessitadas);

2.1           – Fazer pequenas gentilezas a quem está próximo;

2.2           – Participar de algum programa de caridade;

2.3           – Cultivar o otimismo sempre;

2.4           – Cultivar a tolerância com as diferenças e erros alheios;

 

3        – Meditar cinco minutos por dia, ao menos três vezes na semana, preferencialmente antes de orar e preferentemente antes de dormir;

 

4        – Leitura diária de mensagens curtas e edificantes, de preferência quando acordar e antes de dormir, de preferência antes de meditar/orar;

 

5        – Cultivar o Evangelho no Lar uma vez na semana;

 

6        – Perseverar;

 

7        – Estabelecer um hábito angular (hábito novo em sua vida, como deixar de ingerir alcoólicos, iniciar prática de exercícios, largar o cigarro, etc) e exercitar ao máximo o autocontrole dos atos cotidianos;

 

8        – Ser discreto (adotar a discrição sobre nossas vidas particulares);

 

9        – Analisar criticamente os estímulos recebidos, seja de nosso inconsciente, seja de espíritos encarnados e desencarnados.

 

10     – Zelar pela saúde do corpo físico.

 

11     – Orar diariamente.

4 Comentários

Claci Lori { 22 de janeiro de 2014 às 14:23 }

O estudo desta obra é muito importante para vermos como o sexo mal conduzido nos leva a uma série de problemas, que se tivéssemos o estudo muito evitaríamos! Parabéns pelo trabalho de estudo desta obra maravilhosa!

Breno Costa { 22 de janeiro de 2014 às 14:56 }

Verdade Claci!
A ideia é esta mesmo.
Abraços,

Jucilane { 31 de janeiro de 2014 às 18:02 }

Estou adorando a resenha, meu Deus como somos responsáveis pelo que vibramos mentalmente, como as mazelas da vida são atraidas por nós como imãs, de acordo com nosso quadro mental. Esta historia é veridica ou ficcional? Se trata de relato de desencarnado?

Breno Costa { 31 de janeiro de 2014 às 19:27 }

Olá Jucilane, tudo bem?
A história é verídica, logo no prefácio do livro, Andre Luiz, o espírito desencarnado que conta a história, ressalta que ela é verdadeira, mas que os nomes foram trocadas.
Ela realmente é muito boa para refletirmos sobre nossa vida!
abraços,

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