Seção: Palestras

Livro: Libertação – Parte V e Final – Libertação de Margarida e Gregório!

I – Revisão

Vimos que um grupo formado por André Luiz, Gúbio e Elói, recebeu de Matilde, espírito mais evoluído que habita esferas sutis de nosso planeta, a missão de trazer Gregório para o lado do Bem. Além disso, deveriam providenciar o socorro de Margarida, filha de Gúbio em outra reencarnação.

Gregório foi filho de Matilde e permaneceu muitos séculos no caminho do mal, sendo o chefe da falange de espíritos inferiores que atacavam Margarida.

Na colônia espiritual localizada nas regiões abismais, o grupo de André Luiz conversou com Gregório e conseguiu autorização para atuarem junto à falange de espíritos trevosos para, de alguma forma, tentar socorrer Margarida.

Na casa de Margarida, Gúbio, André Luiz e Elói conheceram Saldanha, dirigente da falange de espíritos obsessores. André Luiz observou que havia, constantemente ligado à Margarida, dois espíritos hipnotizadores magnetizando-a. Além disso, havia dezenas de ovóides presos ao cérebro de Margarida.

Saldanha explicou que era o líder porque possuía muito ódio pelo pai de Margarida, que era juiz e havia condenado o filho de Saldanha injustamente. Em razão desta condenação, a nora e a esposa de Saldanha, desgostosas, faleceram e passaram imantar-se ao filho preso injustamente. Este enlouquecera e estava internado em hospital psiquiátrico.

Na sequência, após a perseguição espiritual de Saldanha, o juiz, pai de Margarida, se sentido culpado, recolheu a filha de Jorge, neta de Saldanha, em sua casa, como doméstica. Mas, o irmão de Margarida assediava a menina diariamente.

Gúbio conseguiu resolver todos os problemas de Saldanha, revelando-se como espírito de luz. Socorreu a nora, esposa, desencarnada e o filho encarnado de Saldanha. Ainda conseguiu que o magistrado aceitasse sua missão de ter a neta de Saldanha como filha.

Após socorrer todos os entes queridos de Saldanha, Gúbio revelou que era pai de Margarida de outras vidas e que queria ajudá-la. Saldanha pediu desculpas e prontificou-se a ajudar.

Saldanha convenceu um dos hipnotizadores, Leoncio, a aderir à tentativa de socorro a Margarida, tendo Gúbio socorrido, também, a família de Leoncio.

Terminamos o estudo da semana passada com a volta à casa de Margarida. A pedido de Leoncio e Saldanha, tudo foi mantido igual para não despertar a atenção da falange de espíritos inferiores. Gubio ficou de buscar ajuda de outros trabalhadores espirituais para ajudar no caso.

 

II – O Caso de Gaspar

No quarto de Margarida, André Luiz passou a examinar o quadro que envolvia Gaspar, o outro hipnotizador, vejamos (p. 106, capítulo 15:

“(…) atentei para a situação de Gaspar, sem dissimular minha justificada estranheza. O hipnotizador, de presença desagradabilíssima pelos fluidos menos simpáticos que emitia, continuava ausente de nossas conversações. O próprio olhar, quase vítreo, incapaz de fixar-nos, dava ideia de paralisia da alma, de petrificação do pensamento.”

Gúbio explicou o que ocorria com Gaspar, vejamos:

“— André, há obsessores marcadamente endurecidos de coração que se petrificam quando sob a influência de perseguidores ainda mais fortes e mais perversos que eles mesmos. Inteligências temíveis das trevas absorvem certos centros perispíriticos de determinadas entidades que se revelam pervertidas e ingratas ao bem e utilizam-nas como instrumentalidade na extensão do mal que elegeram por sementeira na vida. Gaspar encontra-se nessa situação. Hipnotizado por senhores da desordem, anestesiado pelos raios entorpecentes, perdeu transitoriamente a capacidade de ver, ouvir e sentir com elevação. Demora-se em aflitivo pesadelo, à maneira do homem comum, dentro do qual a dilaceração de Margarida se lhe torna a ideia fixa, obcecante.”

Além disso, Gúbio explicou que Gaspar, para reverter este quadro, precisaria de ajuda especial, a fim de doar-lhe magnetismo suficiente para restituir a saúde do corpo espiritual.

Nesse instante, Gabriel, esposo (encarnado) de Margarida, entra no quarto e, sob influência de Gúbio, que agora podia agir livremente, sugeriu à esposa a procura de um socorro espiritual, mas agora de um centro espírita cristão. Ela prontamente aceitou a ideia.

O marido, em companhia de Gúbio, saiu à procura de um centro espírita.

Enquanto isso, André Luiz permaneceu conversando com Saldanha.

Saldanha explicou que uma luta aberta com entidades inferiores que ainda permaneciam ligadas vibracionalmente a Margarida poderia causar a morte dela.

Depois de certo tempo, Gubio retornou e informou que à noite o casal iria a um lar espírita onde Margarida e Gaspar receberiam o devido tratamento.

À noite Margarida, seguida por Gaspar e os vários ovoides que ainda estavam imantados aos seu cérebro, foram até a casa espírita.

Saldanha despistou os seguidores, dando ordens diversas.

André Luiz notou que no pequeno centro espírita havia 9 pessoas encarnadas e 21 desencarnadas.

Gúbio, auxiliado por outro trabalhador da casa, conseguiu, por meio de procedimento magnético, extrair os ovóides do cérebro de Margarida.

Durante a sessão mediúnica, grande dose de energia magnética retirada dos médiuns foi ministrada a Margarida.

Por essa razão, Gaspar, o hipnotizar que ainda estava ligado a ela, começou a gemer, despertando do profundo transe e foi encaminhado para comunicação por meio de médium já previamente preparado.

Em virtude do contato com o médium, o choque energético despertou os sentidos de Gaspar, sendo possível a conversa direta com ele.

A comunicação foi um misto de rebeldia e melancolia.

Após a doutrinação realizada pelo dirigente da reunião mediúnica, Gaspar foi encaminhado por trabalhadores desencarnados para local apropriado a receber socorro.

Ao término da reunião, Gúbio explicou para Saldanha a necessidade de agora preparar o ambiente da residência, para que a ajuda recebida por Margarida produzisse reais efeitos.

III – Proteção a Margarida

Com a ajuda de trabalhadores da casa espírita, Gúbio iniciou a formação de barreiras vibratórias em volta da residência, impedindo o acesso de entidades inferiores. Saldanha advertia que em breve a legião de seres trevosos voltaria para ver o resultado de Margarida.

Margarida sentia-se revigorada e agradecia a Deus pelo milagre da melhora repentina.

 

De repente, xingamentos e ameaças começaram a ser ouvidas da via pública.

 

Vejamos a descrição do que ocorreu (p. 119, capítulo 17):

“Elementos da falange gregoriana gritavam por Saldanha, que compareceu, junto de nós, desapontado e algo aflito”.

Gúbio determinou a Saldanha que fosse lá fora e conversasse com eles. E a conversa começou:

“Espírito: — Então? que houve aqui? Traindo o comando?

Saldanha: — Meus compromissos foram assumidos com a própria consciência e acredito dispor do direito de escolher a minha rota.

Espírito: — Ah! — disse o outro, sarcástico — tens agora o direito… Veremos…

E tentando insinuar-se de maneira direta, clamou:

Espírito: — Deixa-me entrar!

Saldanha: — Não posso, a casa segue noutra direção.

O interlocutor lançou-lhe um olhar de revolta insofreável e indagou estentórico:

Espírito: — Onde tens a cabeça?

Saldanha: — No lugar próprio.

Espírito: — Não temes, porventura, as consequências do gesto impensado?

Saldanha: — Nada tenho de que penitenciar-me.

Espírito: — Gregório saberá.”

Revoltados, os espíritos da falange foram embora.

Passado certo tempo, quadro diverso se iniciou.

Espíritos sofredores, verificando a casa iluminada de boas vibrações, passaram a comparecer pedindo socorro.

Sob orientação de André Luiz, eles foram sendo aceitos e acomodados no jardim da casa, recebendo várias espécies de socorro.

Começaram a chegar outras entidades, agora espíritos que serviam à falange do Mal e que queriam abandonar tais serviços. Também foram recebidos e acomodados.

Durante o atendimento àquele grupo de doentes, André Luiz fez observação importante que é sempre bom meditarmos a respeito (p. 122):

“— O pensamento é, sem dúvida, força criadora de nossa própria alma e, por isto mesmo, e a continuação de nós mesmos. Através dele, atuamos no meio em que vivemos e agimos, estabelecendo o padrão de nossa influência, no bem ou no mal.”

Saldanha e Leôncio passaram a ajudar André Luiz a prestar socorro aos doentes.

Gúbio explicou que casos de socorro como o de Margarida, quando bem sucedidos, iluminava falanges de espíritos.

Iniciou linda prece e, ao final, chuva de luzes caiu sobre todos.

Gúbio pediu para André Luiz dirigir os trabalhos porque deveria fornecer recursos para que Matilde, espírito evoluído, mãe de Gregório, se manifestasse.

Luzes foram irradiadas do corpo de Gúbio e matéria muito sutil deu origem ao corpo de Matilde que se materializou (ainda na dimensão extrafísica, mas na faixa vibratória em que estavam; isso porque ela habita esfera mais sutil da dimensão extrafísica).

Matilde fez rápida palestra para todos ali, encorajando e trazendo esperança, sendo confundida por muitos com um anjo celestial.

Uma pequena parte do discurso de Matilde (p. 128):

“Somos, cada qual de nós, um ímã de elevada potência ou um centro de vida inteligente, atraindo forças que se harmonizam com as nossas e delas constituindo nosso domicílio espiritual. A criatura, encarnada ou desencarnada, onde estiver, respira entre os raios de vida superior ou inferior que emite, ao redor dos próprios passos, tal qual a aranha que se confunde nos fios escuros que produz ou da andorinha que corta os altos céus com as próprias asas. Todos nós exteriorizamos energias, com as quais nos revestimos, e que nos definem muito mais que as palavras.”

Matilde deu vários conselhos, orientando aqueles que querem sair das trevas e recomeçar.

Margarida, desdobrada, foi levada ao jardim a pedido de Matilde, que lhe aplicou passes magnéticos, ajudando na sua recuperação.

Margarida despertou a consciência em desdobramento e, inicialmente, assustou-se com a visão de André Luiz e amigos, mas, sob influência magnética de Matilde, rapidamente se acalmou.

Matilde explicou que em breve iria reencarnar para ajudar amigos próximos e avisa Margarida que virá como sua filha.

Após a conversa de ambas, decidiram retornar, em comitiva e levando consigo a massa de espíritos socorridos, à região de onde vinham, ficando quatro espíritos desencarnados protegendo a casa de Gabriel.

Eles se dirigiram para um “campo de saída” (regiões limítrofes entre duas faixas vibratórias, espécies de portais ou vórtices energéticos que permitem transitar de uma para outra faixa).

IV – O Reencontro

Durante a viagem de retorno, Gúbio soube que Gregório havia se revoltado e partia para vingar-se dele e que viria acompanhado de diversas falanges de entidades trevosas.

Gúbio lembrou a todos de que nada adiantaria pensamentos de ódio e vingança, que todos deveriam enxergar Gregório e seus parceiros como irmãos presos à ignorância.

Ao chegarem ao local determinado, fizeram uma roda e iniciaram a oração, aguardando os acontecimentos.

Enquanto Gúbio se sintonizava com os planos superiores a fim de servir como médium para Matilde, Gregório e sua falange chegaram, alguns com aspectos monstruosos, iniciando uma contenda verbal.

“Gregório: — Miserável hipnotizador de servos ingênuos, onde se alinham tuas armas para o duelo desta hora? Não contente em prejudicar-me os projetos mais íntimos, num problema de ordem pessoal, aliciaste numerosos colaboradores meus, em nome de um mestre que não ofereceu aos que o acompanharam senão sarcasmo, martírio e crucificação! Acreditas, porventura, esteja eu disposto, por minha vez, a aceitar princípios que relaxam a dignidade humana? Admites, acaso, permaneça, a meu turno, fascinado pelos feiticeiros de tua estirpe? Traidor da palavra empenhada, confundir-te-ei os poderes de bruxo desconhecido! Não creio no amor açucarado que elegeste por senha de luta! Creio na força que governa a vida e que te dobrará, igualmente, aos meus pés!” (p. 142, capítulo 20).

Porém, Gúbio se manteve calmo, sereno e em oração.

Quando Gregório se preparava para atacar Gúbio uma voz foi ouvida, de súbito, na atmosfera: era Matilde, manifestando-se por meio dos fluídos fornecidos por Gúbio:

“— Gregório, não enregeles o coração quando o Senhor te chama, por mil modos, ao trabalho renovador! O teu longo período de dureza e secura está terminado. Não intentes contra os abençoados aguilhões de nosso Eterno Pai! O espinho fere, enquanto o fogo o não consome; e a pedra mostra resistência, enquanto o fio d’água a não desgasta! Para a tua alma, filho meu, findou a noite em que a tua razão se eclipsou no mal. A ignorância pode muito; no entanto, é simples nada quando a sabedoria espalha os seus avisos. Não admitas que os monstros da negra magia te alimentem o coração com a felicidade indesejável!”

Gregório ficou confuso.

Vejamos a narração de André Luiz (p. 143): “Compreendi que a benfeitora se valia dos fluidos vitais de nosso orientador para exprimir-se, naquele plano, qual o fizera, horas antes, na residência de Margarida.”

E Matilde continuou (144):

“— Como pudeste esquecer, por alguns dias de autoridade efêmera na Terra, as nossas redentoras visões do Cristo angustiado na cruz? Aderiste aos Dragões do Mal pela simples verificação de que a tiara passageira não te poderia aureolar a cabeça nos domínios da vida eterna a que a morte nos arrebatou; entretanto, o Divino Amigo jamais descreu das nossas promessas de serviço e espera por nós com a mesma abnegação do princípio. Vamos! Sou Matilde, alma de tua alma, que, um dia, te adotou por filho querido e a quem amaste como dedicada mãe espiritual.”

Gregório, tentando ficar em pé, gritou:

“— Não creio! não creio! Estou só! consagrei-me ao serviço das sombras e não tenho outros compromissos.”

E desafiou o Espírito a fazer presente, demonstrando não acreditar que era Matilde.

“Gregório: — Por quem és! Anjo ou demônio, aparece e combate! Aceitas meu desafio?

Matilde — Sim… — respondeu Matilde, com ternura e humildade.

Gregório: — Tua espada?

Matilde: — Vê-la-ás dentro em breve…”

Utilizando os fluídos vitais de Gúbio, Matilde se materializou na frente de Gregório.

Gregório, atordoado com a imagem, gritou para que ela pegasse as armas e Matilde, calma e serena falou (p. 145):

“— Eu não tenho outra espada, senão a do amor com que sempre te amei!”

E assim narrou André Luiz (p. 145):

“E de súbito desvelou o semblante vestalino, revelando-lhe a individualidade num dilúvio de intensa luz. Contemplando-lhe, então, a beleza suave e sublime, banhada de lágrimas, e sentindo-lhe as irradiações enternecedoras dos braços que, agora, se lhe abriam, envolventes e acolhedores, Gregório deixou cair a lâmina acerada e de joelhos se prosternou, bradando:

— Mãe! Minha mãe! Minha mãe!…”

(…)

Gregório, como que abalado nos refolhos do ser, regressara à fragilidade infantil, em pleno desmaio da força que o sustinha. Finalmente, iniciara sua libertação.

A benfeitora, enlevada, recolhera-o, enlanguescido, nos braços, enquanto numerosos membros da sombria falange fugiam espavoridos.

(…)

Após abraçar-nos, generosa, desmaterializou-se ao nosso coro de hosanas, a fim de seguir, de mais longe, a preparação do futuro glorioso.

Gúbio socorreu Gregório e todos se dirigiram para casa espiritual.

V – Total Socorridos

Nessa jornada de libertação de Gregório, dezenas foram socorridos:

  1. Saldanha
  2. Jorge (filho de Saldanha)
  3. Nora de Saldanha
  4. Esposa de Saldanha
  5. Neta de Saldanha
  6. Leôncio
  7. Esposa de Leôncio
  8. Filho de Leôncio
  9. Irmão de Elói
  10. Gaspar
  11. Margarida
  12. Gabriel, marido de Margarida
  13. Gregório
  14. Espíritos doentes socorridos no jardim
  15. Espíritos que abandonaram as falanges do Mal

Semana que vem iniciamos o estudo do livro “Entre a Terra e o Céu”.

Veremos:

a)   Questões técnicas e a força da Oração.

b)   Novos ensinamentos e a fixação do aprendizado sobre a programação de vidas e o resgate de dívidas (estudo sobre a reencarnação).

c)    A questão que envolve o desencarne de crianças.

d)   Como age a Espiritualidade amiga em nosso dia a dia.

V – Exercícios Mentais e Práticas Edificantes

Estes exercícios mentais e práticas edificantes visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para todos fazermos durante a semana são:

1 – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante durante o dia a dia;

1.1           – Evitar “perder a razão” (estado de cólera, raiva);

1.2           – Indignar-se com serenidade e razoabilidade;

1.3           – Exercitar a indulgência (capacidade de compreender e não divulgar defeitos alheios);

1.4           – Não se queixar da vida, evitar reclamações diárias e negativismos/evitar pessimismo;

1.5           – Não criticar o próximo, não julgar;

1.6           – Não se ofender (compreender o outro);

2        – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (principalmente para pessoas claramente necessitadas);

2.1           – Fazer pequenas gentilezas a quem está próximo;

2.2           – Participar de algum programa de caridade;

2.3           – Cultivar o otimismo sempre;

2.4           – Cultivar a tolerância com as diferenças e erros alheios;

3        – Meditar cinco minutos por dia, ao menos três vezes na semana, preferencialmente antes de orar e preferencialmente antes de dormir;

4        – Leitura diária de mensagens curtas e edificantes, de preferência quando acordar e antes de dormir, de preferência antes de meditar/orar;

5        – Fazer Evangelho no Lar uma vez na semana;

6        – Perseverar;

7        – Estabelecer um hábito angular (hábito novo em sua vida, como deixar de ingerir alcoólicos, iniciar prática de exercícios, largar o cigarro, etc) e exercitar ao máximo o autocontrole dos atos cotidianos;

8        – Ser discreto (adotar a discrição sobre nossas vidas particulares);

9        – Analisar criticamente os estímulos recebidos, seja de nosso inconsciente, seja de espíritos.

10     – Zelar pela saúde do corpo físico.

Mensagem de Encerramento:

2 Comentários

simone borges { 20 de janeiro de 2014 às 22:21 }

São ótimos esses exercícios mentais, principalmente quando estamos envolvidos em sentimentos de raiva em relação à alguém, dá pra sentir um desconforto estranho, acho que deve ser influência espiritual.

simone borges { 20 de janeiro de 2014 às 22:24 }

Acho que já estou conseguindo me melhorar espiritualmente, sempre que me pego criticando os erros de alguém sinto muita angústia e imediatamente me dá vontade de parar, isso começou a acontecer desde que comecei a me evangelizar.

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