Seção: Palestras

Livro: Libertação – Parte IV – Socorro Espiritual à Margarida

I – Revisão

Vimos que um grupo formado por André Luiz, Gúbio e Elói, recebeu uma missão de Matilde, espírito mais evoluído que habita esferas sutis de nosso planeta. A missão foi a de socorrer Margarida, filha de Gúbio em outra reencarnação e providenciar um encontro entre Gregório e Matilde, mãe e filho.

Gregório foi filho de Matilde e permaneceu muitos séculos no caminho do mal, sendo o chefe da falange de espíritos inferiores que atacavam Margarida.

Na colônia espiritual localizada nas regiões abismais, o grupo de André Luiz conversou com Gregório e conseguiu autorização para atuarem junto à falange de espíritos trevosos para, de alguma forma, tentar socorrer Margarida.

Gregório asseverou que o caso já era irreversível e que a morte da Margarida era certa e para breve.

Na casa de Margarida, Gúbio, André Luiz e Elói conheceram Saldanha, dirigente da falange de espíritos obsessores. André Luiz observou que havia, constantemente ligado à Margarida, dois espíritos hipnotizadores magnetizando-a. Além disso, havia dezenas de ovóides presos ao cérebro de Margarida.

Saldanha explicou que era o líder porque possuía muito ódio pelo pai de Margarida, que era juiz e havia condenado o filho de Saldanha injustamente. Em razão desta condenação, a nora e a esposa de Saldanha, desgostosas, faleceram e passaram imantar-se ao filho preso injustamente. Este enlouquecera e estava internado em hospital psiquiátrico.

Na sequência, após a perseguição espiritual de Saldanha, o juiz, pai de Margarida, se sentido culpado, recolheu a filha de Jorge, neta de Saldanha, em sua casa, como doméstica. Mas, o irmão de Margarida assediava a menina diariamente.

Terminamos os estudos, acompanhando a visita de Margarida a um médium que cobrava caro pelas consultas. Saldanha negociou com o guia espiritual do médium, comprando o seu silêncio. Assim, o médium, desdobrado, recebeu a informação de que Margarida só possuía problemas físicos, nada espiritual.

II – A História de Saldanha

De volta para casa de Margarida, certa hora da noite, Saldanha avisou Gúbio que iria visitar seu filho. Gúbio solicitou permissão para ir junto. Saldanha, surpreendido, aceitou.

Chegando no quarto de Jorge, o encontraram deitado no chão frio, com os espíritos da esposa e mãe imantadas em seu halo vital. As mentes dos três atuavam em perfeita sintonia.

Vejamos a narrativa de André Luiz (p. 83, capítulo 12):

“Irene (esposa de Jorge), a suicida, trazia a destra jungida à garganta, apresentando o quadro perfeito de quem vivia sob dolorosa aflição de envenenamento, ao passo que a genitora enlaçava o enfermo, de olhos parados nele, exibindo ambas sinais iniludíveis de atormentada introversão. Fluidos semelhantes a massa viscosa cobriam-lhes todo o cérebro, desde a extremidade da medula espinhal até os lobos frontais, acentuando-se nas zonas motoras e sensitivas.”

Saldanha explicou que não adiantava tirá-las de lá. Já havia tentando, mas rapidamente voltam. Afirmou que não havia o que fazer.

Gúbio pediu permissão para tentar ajudar.

Saldanha aceitou.

Com a permissão, Gúbio iniciou uma operação magnética para retirar os laços vibracionais que ligavam as três pessoas. Tal procedimento durou cerca de 30 minutos.

Após, Gúbio pediu permissão à Saldanha para orar.

Saldanha, debochando de Gúbio, aceitou.

Após linda prece, Saldanha recuou para canto escuro da cela e as vibrações emitidas e recebidas por Gubio fez com que seu corpo espiritual voltasse a brilhar intensa luz, desfazendo-se do material escuro que havia se impregnado para acessar a cidade nos abismos.

Após novos passes magnéticos, Gúbio determinou a Jorge que levantasse, uma vez que estava livre de qualquer pensamento doentio. Ele, por impulso, acatou a sugestão e levantou-se, sentindo-se equilibrado mentalmente.

Em poucos minutos a mãe de Jorge, esposa de Saldanha, também acordou como de um pesadelo e aos poucos começou a entender a situação, recebendo amparo de Gúbio.

Irene, esposa suicida de Jorge, permanecia com a mão na garganta, como a sentir-se sufocada. Com a ajuda de Gubio, despertou, mas gritava e não conseguia falar normalmente. Tentou falar com Jorge, agradecendo a Deus por não ter morrido envenenada. Mas Jorge não respondia.

Gubio esclareceu que estava morta e Irene passou a lamentar, não aceitando as palavras amigas.

Gubio pediu permissão a Saldanha para levá-las para alguma instituição espiritual próxima para receber o socorro devido. O que foi prontamente aceito por Saldanha.

III – A Reunião

Retornando à casa de Margarida, Gúbio propõe uma reunião com o juiz, pai de Margarida, desdobrado; Saldanha, admirado por tudo que tinha visto, aceita prontamente.

Naquela mesma noite, no quarto do magistrado, por meio de passes magnéticos longitudinais, forçaram o desdobramento do Juiz.

André Luiz e Elói levaram Jorge, também desdobrado, para a reunião. Quando chegaram no quarto do magistrado, ele já estava desdobrado, assim como a filha de Jorge, neta de Saldanha.

O juiz, vendo Jorge, assustou e perguntou onde estavam.  Iniciou-se o diálogo (p. 94, capítulo 13):

“Juiz: — Apelam, porventura, em favor deste condenado?

 Gúbio: — Sim (…). Não acreditas que esta vítima aparente de inconfessável erro judiciário já tenha esgotado o cálice do martírio oculto?

Juiz: — O caso dele, porém, permanece liquidado.”

Desenvolveu-se diálogo convencendo o magistrado a rever o caso de Jorge porque era inocente. Além disso, foi dito ao magistrado que deveria tratar a filha de Jorge, neto de Saldanha, como própria filha, evitando assédios do filho e proporcionando-lhe boa educação.

Gúbio explicou que era dívida de outra reencarnação, cabendo ao magistrado quitá-la nessa vida.

Diante da ascendência moral de Gúbio, a revelar-se pelas emanações de luz e magnetismo, as explicações e os pedidos foram aceitos pelo juiz.

“Abalo salutar, oculto à nossa apreciação, certamente sulcava, fundo, o espírito do magistrado, que mostrava o semblante extremamente transformado. Vimo-lo levantar-se, em lágrimas, cambaleante. A força magnética do nosso Instrutor alcançara-lhe as fibras mais íntimas, porquanto os olhos dele pareciam iluminados de súbita determinação.

Abeirou-se de Jorge, estendeu-lhe a destra em sinal de fraternidade, que o filho de Saldanha beijou igualmente em pranto, e, em seguida, acercou-se da jovem, abriu-lhe os braços acolhedores e exclamou comovido:

— Serás minha filha, doravante, para sempre !… Indescritível contentamento marcou-nos o inolvidável minuto.”

Cabendo a explicação do mentor de André Luiz:

“Gúbio: — Amanhã te erguerás do leito sem a lembrança integral do nosso entendimento de agora, porque o cérebro de carne é um instrumento delicado, incapaz de suportar a carga de duas vidas, mas ideias novas surgir-te-ão formosas e claras, com respeito ao bem que necessitas praticar. A intuição, contudo, que é o disco milagroso da consciência, funcionará livremente, retransmitindo-te as sugestões desta hora de luz e paz, qual canteiro de bênçãos ofertando-te flores perfumosas e espontâneas. Chegado esse momento, não permitas que o cálculo te abafe o impulso das boas obras. No coração hesitante, o raciocínio vulgar luta contra o sentimento renovador, turvando-lhe a corrente límpida, com o receio de ingratidão ou com ruinosa obediência aos preconceitos estabelecidos.” (p. 96, capítulo 13).

Saldanha, tomado por intensa alegria, se dirigiu para Gúbio e disse: “Nunca pensei encontrar noite tão gloriosa como esta” e abraçou o mentor de André Luiz.

IV – O Socorro de Leôncio

Voltando ao quarto de Margarida, Gúbio falou para Saldanha (p. 99, capítulo 14):

“Gúbio: — Saldanha, esta senhora doente é filha de meu coração desde outras eras. Sinto por ela o enternecimento com que cuidaste, até agora, do teu Jorge, defendendo-o com as forças de que dispões. Eu sei que a luta te impôs acerbos espinhos ao coração, mas também guardo sentimentos de pai. Não te merecerei, porventura, simpatia e ajuda? Somos irmãos no devotamento aos filhos, companheiros da mesma luta.”

Saldanha, para grande surpresa de André Luiz, em lágrimas, passou a olhar para Gúbio como a pedir perdão, mas sem conseguir falar.

Quando Saldanha conseguiu falar, após lindas palavras de Gúbio, pediu perdão e disse que o ajudaria no que fosse preciso.

“Somente aí me lembrei de que nos achávamos na presença de ambos os hipnotizadores em função ativa, junto ao casal em repouso. Um deles se revelava inquieto e demonstrava-se francamente compreensivo; notava que algo de extraordinário se passava, mas, talvez compelido por votos de disciplina, não se animava a dirigir-nos palavra. O outro, todavia, não acusava qualquer emoção. Continuava alheio ao drama que vivíamos. Figurava-se um autômato em serviço, impressionando-me particularmente pela impassibilidade do olhar.” (p. 100, capítulo 14).

Saldanha, então, chamou um dos hipnotizadores, o que estava menos concentrado.

“— Leôncio — disse Saldanha, entusiasmado —, nosso projeto mudou e conto com a tua colaboração.

Leôncio: — Que houve? — indagou curiosamente o interpelado.

Saldanha: — Um grande acontecimento. (…) Temos aqui um mago da luz divina.

Em traços rápidos, narrou-lhe os sucessos da noite, em comovedora síntese, terminando por apelar:

Saldanha: — Poderemos contar contigo?

Leôncio: — Perfeitamente — esclareceu o companheiro —, sou amigo dos amigos, não obstante os riscos da empresa.”

Leôncio: — É indispensável, porém, todo o cuidado com Gaspar, que não se acha em condições de aderir.

Saldanha: — Tranquiliza-te — esclareceu Saldanha, mais atencioso — providenciaremos tudo.”

 

Leoncio, sabendo da intercessão e poderes de Gúbio, pediu  intervenção para salvar sua esposa e filho que ainda estavam encarnados. A esposa estava sendo seduzida por um enfermeiro que foi chamado para cuidar do filho, mas passou a envenenar o garoto para ficar com toda a herança da mãe.

Quando Leoncio contou como era fisicamente o enfermeiro e o nome, Feliciano, Elói rapidamente o identificou como seu irmão.

Partiram para ajudar o filho de Leoncio.

Leoncio chorou ao ver o filho com má saúde.

Gúbio buscou Feliciano, o enfermeiro, desdobrado, para conversar a respeito da situação.

A conversa seguiu com Gúbio demonstrando para Feliciano o ato horrível que estava praticando.

Convenceu Feliciano a desistir de matar a criança, dele obtendo a promessa da desistência do terrível plano e, quanto ao casamento, não houve oposição.

Ao levar Feliciano de volta ao corpo, já este acordado, Elói materializou-se para ele e o ameaçou para não matar a criança. Vejamos a narrativa de André Luiz (p. 105, capítulo 14):

“Forçando a situação de algum modo, Elói inoculou-lhe intensa energia magnética à esfera ocular e o irmão, apalermado, viu-nos ambos, por alguns segundos.

Boquiaberto, assombrado, não sabia o que dizer, mas Elói acercou-se dele e com benéfica indignação a resplandecer-lhe nos olhos, exortou-o, francamente:

 — Se assassinares este menino, eu mesmo te punirei.

 O enfermeiro proferiu grito terrível e deixou cair no travesseiro a cabeça desfalecente, perdendo-nos de vista.

 Nesse instante, acreditei com sinceridade que a promessa de Felíciano seria cumprida integralmente.”

V – O Socorro à Margarida

Saldanha e Leoncio explicaram para André Luiz, Gúbio e Eloi a necessidade de manter tudo igual por certo tempo para evitar que as legiões se rebelassem contra eles.

Gúbio esclareceu sobre Gaspar, o outro hipnotizador que estava tão concentrado que não ouvia a conversa deles. Seria muito difícil retirá-lo de Margarida.

Decidiram esperar até Gúbio pedir ajudar a outros trabalhadores desencarnados de uma casa espirita amiga.

 

Eles conseguiram socorrer Margarida?

O que fará Gregório?

Semana que vem, veremos tudo isso e o final desta linda e interessante história!

V – Exercícios Mentais e Práticas Edificantes

Estes exercícios mentais e práticas edificantes visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para todos fazermos durante a semana são:

1 – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante durante o dia a dia;

1.1           – Evitar “perder a razão” (estado de cólera, raiva);

1.2           – Indignar-se com serenidade e razoabilidade;

1.3           – Exercitar a indulgência (capacidade de compreender e não divulgar defeitos alheios);

1.4           – Não se queixar da vida, evitar reclamações diárias e negativismos/evitar pessimismo;

1.5           – Não criticar o próximo, não julgar;

1.6           – Não se ofender (compreender o outro);

2        – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (principalmente para pessoas claramente necessitadas);

2.1           – Fazer pequenas gentilezas a quem está próximo;

2.2           – Participar de algum programa de caridade;

2.3           – Cultivar o otimismo sempre;

2.4           – Cultivar a tolerância com as diferenças e erros alheios;

3        – Meditar cinco minutos por dia, ao menos três vezes na semana, preferencialmente antes de orar e preferencialmente antes de dormir;

4        – Leitura diária de mensagens curtas e edificantes, de preferência quando acordar e antes de dormir, de preferência antes de meditar/orar;

5        – Fazer Evangelho no Lar uma vez na semana;

6        – Perseverar;

7        – Estabelecer um hábito angular (hábito novo em sua vida, como deixar de ingerir alcoólicos, iniciar prática de exercícios, largar o cigarro, etc) e exercitar ao máximo o autocontrole dos atos cotidianos;

8        – Ser discreto (adotar a discrição sobre nossas vidas particulares);

9        – Analisar criticamente os estímulos recebidos, seja de nosso inconsciente, seja de espíritos.

10     – Zelar pela saúde do corpo físico.

Vamos rever, a importância de sermos otimistas em nosso dia a dia e evitar ao máximo queixar-se da vida.

Parece algo simples de fazer ou então sem grande importância. Porém, quando nos queixamos da vida estamos entrando em um quadro negativo de harmonia mental.

Isso inclui:

a)   Não ficar reclamando do trabalho, da família, dos encargos diários;

b)   Analisar os fatos sempre positivamente;

c)    Não ficar falando para os outros dos seus problemas diários;

d)   Não ficar de mau humor;

e)    Resignar-se com as dificuldades naturais da vida, incluindo suas provas e obstáculos;

f)     Não alimentar pensamentos depressivos.

Ora, conforme exaustivamente estudado, sabemos que todo pensamento emite vibrações e, por óbvio, aquele que se queixa da vida em todos os momentos, está emitindo vibrações densas e mantendo seu padrão vibratório baixo, entrando, assim, em sintonia com espíritos inferiores.

Lembremo-nos, ao entrarmos em sintonia com espíritos inferiores passamos a uma permuta de vibrações e sugestões mentais negativas, agravando nosso estado mental.

Se você já se encontra triste por algum motivo e, ao invés de rezar, ter fé em Deus, ter resignação, começar a alimentar este sentimento ruim dentro de si, entrando em total desarmonia mental, os espíritos inferiores se aproveitarão dessa oportunidade para agravar o ânimo ruim que você está aceitando.

É necessário, primeiro, evitar sempre queixar-se da vida e alimentar sentimentos ruins relacionados ao negativismo.

Em segundo plano, caso, mesmo assim, por algum fato da vida, esta espécie de sentimento venha atacar nosso íntimo, precisamos harmonizar nossa mente a fim de mantermos o padrão vibratório alto. Para isso, é necessário orar, ter fé em Deus e resignação, aceitando que as dificuldades e obstáculos são naturais de qualquer vida, sendo que, somente por eles, conseguiremos evoluir.

Sócrates afirmava: “Se todos os nossos infortúnios fossem colocados juntos e, posteriormente, repartidos em partes iguais por cada um de nós, ficaríamos muito felizes se pudéssemos ter apenas, de novo, só os nossos”.

Todos, sem exceções, passam por dificuldades. Cabe a cada um aceitar as suas com naturalidade, resignação e sem alterar sua harmonia mental.

Não são raras as mensagens de espíritos superiores nesse sentido. Vejamos algumas de André Luiz:

“Cesse todas as queixas ou procure reduzi-las ao mínimo”.

“Compreendamos que não podemos louvar as dificuldades que nos rodeiem, mas é imperioso reconhecer que, sem elas, eternizaríamos paixões, enganos, desequilíbrios e desacertos, motivo pelo qual será justo interpretá-las por chaves libertadoras, que funcionam em nosso Espírito, a fim de que nosso Espírito mude”. (Meditações Diárias).

Algumas questões suscitadas por André Luiz no livro “Sinal Verde”:

“Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?”

“Quem mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?”

“Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?”

E nesse sentido existem diversas mensagens da espiritualidade superior, sempre preocupados a nos orientar para cultivar hábitos saudáveis mentalmente, o que reflete diretamente em nossos corpos espiritual e físico.

Alimentar queixas diárias ou sentimentos depressivos, manter-se com mau humor e olhar as coisas negativamente faz com que nossa mente emita vibrações densas que ajudam a adoecer nossos corpos espiritual e físico, além de atrair a influencia de espíritos inferiores e afastar a boa orientação dos espíritos anjos da guarda.

Então, vamos todos, a partir de hoje, eliminar ou reduzir ao mínimo nossas queixas diárias e começar a ver o mundo com otimismo e bom humor!

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