Seção: Palestras

Livro: Libertação – Parte III – O Encontro com Gregório – Licantropia – Casa de Margarida

I – Revisão

Aprendemos que o chamado “Mundo Espiritual” é, na verdade, uma dimensão vibratória diferente da nossa, a qual é formada por infinitas faixas vibratórias.

Estudamos que em nosso próprio Planeta existem inúmeras faixas vibratórias, com inúmeros planos de existência, desde o núcleo do Planeta até a atmosfera, como se fossem camadas de uma cebola.

Vimos que um grupo formado por André Luiz, Gúbio e Elói, recebeu uma missão de Matilde, espírito mais evoluído que habita esferas sutis de nosso planeta. A missão foi a de socorrer Margarida, filha de Gúbio em outra reencarnação e providenciar um encontro entre Gregório e Matilde, mãe e filho.

Gregório foi filho de Matilde e permaneceu muitos séculos no caminho do mal, sendo o chefe da falange de espíritos inferiores que atacavam Margarida.

O grupo de André Luiz, após o necessário adensamento de seus corpos, entrou na colônia localizada na faixa vibratória abismal e caminhou pela cidade até encontrar o Templo onde Gregório participava do julgamento das pessoas que haviam sido levadas para lá ou se encontravam ali espontaneamente.

Analisamos que as pessoas que chegavam na colônia eram examinadas por meio de um dispositivo eletrônico que avaliava os erros praticados na vida física e que ficam impressos no halo vital de cada um.

Terminamos o estudo durante o julgamento público de uma mulher que havia matado seus 4 filhos e esposo, que estava sendo presenciado por André Luiz, Gúbio e Elói.

II – O Julgamento e a Licantropia

Após a mulher confessar o seu crime na última vida física, foi submetida a uma regressão mental dos aspectos desta vida e começou a clamar por bebidas e prazeres.

O magistrado, observando aquela cena, falou para o povo que assistia ao julgamento (fl. 39, capítulo 5):

“Magistrado: — Como libertar semelhante fera humana ao preço de rogativas e lágrimas?”

Após, virou-se para ela e disse:

“— A sentença foi lavrada por si mesma! não passa de uma loba, de uma loba…”

André Luiz passou a descrever o que acontecia com ela (fl. 39, capítulo 5):

“À medida que repetia a afirmação, qual se procurasse persuadi-la a sentir-se na condição do irracional mencionado, notei que a mulher, profundamente influenciável, modificava a expressão fisionômica. Entortou-se-lhe a boca, a cerviz curvou-se, espontânea, para a frente, os olhos alteraram-se, dentro das órbitas.”

Assim, seu corpo espiritual assumiu o formato de uma loba.

Trata-se da chamada licantropia.

Fenômeno pelo qual a vítima, sob influência de grande poder magnético, hipnotizada, aceita que na verdade é determinado animal. O seu campo mental passa a expressar-se desta forma e o corpo espiritual, atendendo às diretrizes determinadas pelo corpo mental, altera seu aspecto externo.

A pessoa não virou animal (o espírito continua humano, não se transformou em espírito animal, apenas a expressão na matéria passou a ser do referido animal, mas o espírito ainda é humano).

Ela apenas está expressando na matéria do corpo espiritual (que é muito plástica e obedece facilmente ao comando da mente) aquilo que sua mente passou a acreditar ser.

Difere do ovóide na medida em que, como já estudado, este se refere à perda do corpo espiritual pela fixação da pessoa numa monoideia.

Na licantropia há a hipnose magnética e pode ser revertida pela própria pessoa ou por meio de socorro que retire a hipnose.

Para aqueles que não se dedicam ao estudo aprofundado das obras espíritas, tal relato pode parecer fantasioso. Por isso é sempre bom ressaltar que, além da fonte ser idônea (André Luiz e Chico Xavier), ao longo dos últimos 60 anos, várias foram as obras espíritas que confirmaram a existência da licantropia.

Importante entender: o fenômeno somente ocorreu porque ela aceitou a sugestão hipnótica do magnetizador. Do contrário, não seria possível.

Após a transformação, gritos e lamentos começaram a ser ouvidos pela multidão, o medo dominava a todos. O magistrado determinou que se calassem; passou a invocar espíritos de outras esferas, ainda mais inferiores, para iniciar a seleção das pessoas que ali estavam.

Utilizando de aparelho específico, o grupo de espíritos que acorreu à invocação, passou a examinar a multidão, separando aqueles que haviam cometidos crimes na vida física, passando por várias e várias pessoas.

E finalmente chegou no grupo de André Luiz (p. 42, capítulo 5):

“— Entidades neutras.”

“Fixou-nos com penetrante fulguração de olhar, como se nos surpreendesse, mudo, as intenções mais profundas e passou adiante.”

 Gúbio, após o exame, falou: “— Não fomos acusados. Ser-nos-á possível o engajamento no serviço desejado.”

Chegou ao fim o exame da multidão. Alguns foram levados e outros ficaram livres. O grupo de André Luiz foi transferido para um aposento onde “tudo desagradava a vista”.

O quarto possuía janelas com grades eletrificadas.

André Luiz ficava na janela, observando as pessoas passarem pela rua, sempre conversando sobre a vida física e as influências que exerciam sobre as pessoas encarnadas.

Gúbio esclareceu (p. 44, capítulo 6):

“A determinadas horas da noite, três quartas partes da população de cada um dos hemisférios da Crosta Terrestre se acham nas zonas de contato conosco e a maior percentagem desses semi-libertos do corpo, pela influência natural do sono, permanecem detidos nos círculos de baixa vibração qual este em que nos movimentamos provisoriamente. Por aqui, muitas vezes se forjam dolorosos dramas que se desenrolam nos campos da carne. Grandes crimes têm nestes sítios as respectivas nascentes e, não fosse o trabalho ativo e constante dos Espíritos protetores que se desvelam pelos homens no labor sacrificial da caridade oculta e da educação perseverante, sob a égide do Cristo, acontecimentos mais trágicos estarreceriam as criaturas.”

Sobre a vida naquela cidade, Gúbio esclareceu (p. 46, capítulo 6):

“A inteligência caída precipita-se, despenhadeiro abaixo, encontrando

sempre, nos círculos inferiores que elege por moradia, milhões de vidas inferiores, junto às quais é aproveitada pela Sabedoria Celestial para maior glorificação da obra divina. Na economia do Senhor, coisa alguma se perde e todos os recursos são utilizados na química do Infinito Bem. Aqui mesmo, nesta cidade, tínhamos, a princípio, autêntico império de vidas primitivas que, pouco a pouco, se fêz ocupado por extensas coletividades de almas vaidosas e cruéis.”

III – O Encontro com Gregório

André Luiz, Gúbio e Elói foram levados para finalmente encontrar Gregório para uma conversa longa. Assim descreveu André Luiz (capítulo 8, p. 56):

“A sala em que fomos recebidos pelo sacerdote Gregório semelhava-se a estranho santuário, cuja luz interior se alimentava de tochas ardentes.”

“Sentado em pequeno trono que lhe singularizava a figura no desagradável ambiente, a exótica personagem rodeava-se de mais de cem entidades em atitude adorativa.”

Gregório determinou que todos saíssem para conversar somente com os três. Iniciou-se a conversa (p. 56, capítulo 8):

“Gregório: — Lembra-te de que sou juiz, mandatário do governo forte aqui estabelecido. Não deves, pois, faltar à verdade. (…). Em nosso primeiro encontro, enunciaste um nome… Repete-o!

Gúbio: — Matilde.”

Conforme narra André Luiz, o semblante de Gregório fez-se sombrio e angustiado, mas tentando disfarçar continuou o diálogo:

“Gregório: — Que tem de comum comigo semelhante criatura?

Gúbio: — Asseverou-nos querer-te com desvelado amor materno.

Gregório: — Evidente engano! Minha mãe separou-se de mim, há alguns séculos. Ao demais, ainda que me interessasse tal reencontro, estamos fundamentalmente divorciados um do outro. Ela serve ao Cordeiro, eu sirvo aos Dragões.

Gúbio — Respeitável sacerdote — obtemperou o nosso orientador, com grande surpresa para mim —, não te posso discutir os motivos pessoais. Sei que há uma ordem absoluta na Criação e não ignoro que cada Espírito é um mundo diferente e que cada consciência tem a sua rota.

Gregório: — Criticas, porventura, os Dragões, que se incumbem da Justiça? — perguntou Gregório, duramente.”

E o diálogo se desenvolveu com Gregório ressaltando a importância da Justiça aplicada pelos Dragões, tentando convencê-los que não existiria ordem na Terra, sem a severidade dos Dragões.

“E à maneira da pessoa culpada, que estima longas justificações, continuou, irritadiço:

Gregório: — Os filhos do Cordeiro poderão ajudar e resgatar a muitos. No entanto, milhões de criaturas, como sucede a mim mesmo, não pedem auxílio nem liberação. Afirma-se que não passamos de transviados morais – Seja – Seremos, então, criminosos, vigiando-nos uns aos outros.”

Após longos argumentos de Gregório, André Luiz traz uma nota interessante: “Não devemos esquecer que a argumentação procede de um Espírito poderoso nos raciocínios e que ainda não aceitou a iluminação do Cristo, idêntico, pois, a muitos homens representativos do mundo, obcecados pelos desvarios da inteligência.”

Gúbio, muito sereno, após toda a argumentação de Gregório, falou:

“Gúbio: — Grande sacerdote, eu sei que o Senhor Supremo nos aproveita em sua obra divina, segundo as nossas tendências e possibilidades de satisfazer-lhe os desígnios. (…). Todavia, respeitável Gregório, não admites que o amor, instalado nos corações, redimiria todos os pecados? não aceitas, porventura, a vitória final da bondade, através do serviço fraterno que nos eleva e conduz ao Pai Supremo? Se gastássemos nos cometimentos divinos do Cordeiro as mesmas energias que se despendem a serviço dos Dragões, não alcançaríamos, mais apressadamente, os objetivos do supremo triunfo?”

“Gúbio – (…) se nos lançássemos todos a socorrer os miseráveis, a miséria se extinguiria; se educássemos os ignorantes, a treva não teria razão de ser; se amparássemos os delinqüentes, oferecendo-lhes estímulos à luta regenerativa, o crime seria varrido da face da Terra.”

Após estas palavras, Gregório ficou furioso e gritou (p. 59, capítulo 8):

“— Cala-te! insolente! sabes que te posso punir!…”

Gúbio, sempre serenou, respondeu:

“Gúbio: Sim — concordou o nosso orientador, imperturbável —, suponho conhecer a extensão de tuas possibilidades. Eu e meus companheiros, à leve ordem de tua boca, podemos receber prisão e tortura e, se esta representa a vontade de teu coração, estamos prontos a recebê-las.”

Gregório, vendo a reação serena de Gúbio, se acalmou e determinou logo que ele dissesse o que queria.

Gúbio, para enorme assombro de André Luiz, pediu permissão para tentar resgatar Margarida do quadro de obsessão que se encontrava.

Gregório, contrariado, passou a meditar sobre o pedido.

Gúbio continuou a argumentar e, em certo momento, falou sobre a possibilidade de Gregório voltar à vida física como filho de Margarida.

Ele não gostou da hipótese e gritou que a volta à vida física era algo impossível, não aceitava de maneira alguma.

Mas Gúbio não desanimou e continuou a pedir permissão para tentar resgatar Margarida.

Gregório revelou (p. 61, capítulo 8):

“Gregório: — É muito tarde! O caso de Margarida está definitivamente entregue a uma falange de sessenta servidores a meu serviço, sob a chefia de duro perseguidor que lhe odeia a família. (…). Seria infrutífera qualquer tentativa liberatória. Os raciocínios dela vão sendo conturbados, pouco a pouco, e o trabalho de imantação para a morte estão quase terminados.”

Gúbio, sem alterar sua serenidade, pediu autorização para passar a fazer parte desta falange de espíritos do mal e, sem desrespeitar a autoridade de Gregório, tentar socorrer Margarida.

Após meditar bastante, Gregório aceitou. Chamou seus subordinados e determinou que André Luiz, Gúbio e Elói fossem integrados à falange que cuidava do caso de Margarida.

IV – A Casa de Margarida

No dia seguinte, dirigiram-se à casa de Margarida. Lá chegando, André Luiz notou que a casa era tomada por entidades inferiores, não havendo qualquer sinal de vibrações sutis e iluminadas. Vejamos a descrição (63, capítulo 9):

“Indiscutivelmente, aquela construção residencial permanecia vigiada por carcereiros frios e impassíveis, a julgar pelas sombras que os cercavam. (…)

O ar jazia saturado de elementos intoxicantes. Dissimulei, a custo, o mal estar, recolhendo impressões aflitivas e dolorosas.

Entidades inferiores, em grande cópia, afluíram à sala de entrada, sondando-nos as intenções.

(…)

Instado por Sérgio, um gaiato rapaz que nos introduziu com maneiras menos dignas, Saldanha, o diretor da falange operante, veio receber-nos.”

Acompanhados por Saldanha foram até o quarto de Margarida, que se encontrava deitada, pálida e com expressão de angústia no rosto.

André Luiz notou que dois desencarnados estavam junto dela, inclinados, submetendo-a a terríveis emanações magnéticas.

Observando com mais atenção, verificou que além dos dois desencarnados, havia dezenas e dezenas de ovoides presos à cabeça da jovem.

André Luiz (p. 64, capítulo 9):

“A obra dos perseguidores desencarnados era meticulosa, cruel. Margarida, pelo corpo perispirítico, jazia absolutamente presa, não só aos truculentos perturbadores que a assediavam, mas também à vasta falange de entidades inconscientes, que se caracterizavam pelo veículo mental, a se lhe apropriarem das forças, vampirizando-a em processo intensivo.

Em verdade, já observara, por mim, grande quantidade de casos violentos de obsessão, mas sempre dirigidos por paixões fulminatórias. Entretanto, ali verificava o cerco tecnicamente organizado”.

André Luiz começou a observar a reação de Gúbio, afirmando para si próprio, em pensamento, que se fosse ele, retiraria aquela carga pesada à força e lutaria com os perseguidores, um a um. Lembrem-se, Margarida é filha de Gúbio em vida física passada.

Mas Gúbio manteve-se calmo, sereno e, mentalmente, estimulou Saldanha a iniciar diálogo para saber mais sobre o quadro de obsessão.

Saldanha esclareceu que não foi encontrada qualquer resistência e que o esposo não era uma pessoa má, mas não possuía nenhum hábito espiritual saudável, sendo presa fácil.

V – A História de Saldanha

Em determinado dia, Gúbio perguntou para Saldanha o que havia feito para ter tamanha confiança de Gregório.

Saldanha explicou que foi o enorme ódio que nutre pelo pai de Margarida.

O pai de Margarida, juiz de direito, havia condenado o filho encarnado de Saldanha sem provas contundentes, apenas para aliviar pressão popular (com isso, inocentou o verdadeiro culpado que possuía amizades influentes).

Em razão da prisão injusta de seu filho chamado Jorge, sua nora, esposa de Jorge, suicidou-se.

Diante de quadro doloroso, a mãe de Jorge, esposa de Saldanha, veio a falecer de tristeza, não querendo mais viver.

As duas, falecidas, atormentadas e desequilibradas, passaram a imantar-se a Jorge.

Jorge, sob forte influência de sua esposa e sua mãe, ambas desencarnadas, enlouqueceu e foi transferido para um hospital psiquiátrico.

A filha de Jorge, jovem e desamparada, em razão de forte influência de Saldanha que persegue o juiz em sua consciência, foi recebida como doméstica na casa do juiz e de Margarida, passando a morar naquela residência. Mas o filho do juiz, irmão de Margarida, diariamente assediava sexualmente a inocente moça.

VI – Socorro Espiritual

Interrompendo a conversa de Saldanha e Gúbio, um médico foi trazido para examinar Margarida.

O médico, sem conhecimentos na seara espiritual, nada pode fazer.

Porém, ele estava acompanhado de amigo espiritual que percebeu as reações intenções do grupo de André Luiz.

Este guia espiritual do médico, induziu-o a sugerir que procurassem uma casa espírita na busca por socorro, o que foi feito e, assim, por sugestão verbal do facultativo, no dia seguinte, Margarida e esposo foram ao encontro de um conhecido médium que realizava consultas mediante pagamento.

Gúbio não gostou, por saber que aquele médium exercia suas faculdades com proveito lucrativo e não por caridade.

Chegaram na clínica do citado médium.

Saldanha rapidamente localizou quem era o guia espiritual do médium e iniciou negociação mercantil, prometendo retribuição na colônia espiritual dominada por Gregório.

A clínica estava repleta de entidades espirituais inferiores, não havia nenhum espírito superior.

Logo na entrada, o médium cobrou do esposo de Margarida significativa importância como pagamento pelos serviços prestados.

Após o acerto financeiro, o médium, desdobrado, passou a conversar com o guia espiritual, que já havia combinado tudo com Saldanha (fl. 81, capítulo 11):

“Guia: — Volte, meu amigo — asseverava ao médium desdobrado —, e diga ao esposo de nossa irmã doente que o caso orgânico é simples. Bastar-lhe-á o socorro médico.

Médium: — Não é uma obsidiada vulgar? — inquiriu o médium, algo hesitante.

Guia: — Não, não, isto não! Esclareça o problema. O enigma é de medicina comum. Sistema nervoso em frangalhos. Esta senhora é candidata aos choques da casa de saúde. Nada mais.”

Assim o médium procedeu.

Margarida e o Esposo voltaram para casa desolados.

Importante entender: em razão da conduta do médium, este “guia” é uma pessoa desencarnada se aproveitando das emanações vitais do médium, às vezes fala algo que pode ajudar, mas o que importa para ele são as vantagens que ele recebe. O médium, afastado da prática cristã, encontra-se apenas na companhia de espíritos inferiores. Os espíritos superiores, quando não ouvidos, se retiram.

O que acontecerá com Margarida?

Isso e muito mais semana que vem!

VII – Exercícios Mentais e Práticas Edificantes

Estes exercícios mentais e práticas edificantes visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para todos fazermos durante a semana são:

1 – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante durante o dia a dia;

1.1           – Evitar “perder a razão” (estado de cólera, raiva);

1.2           – Indignar-se com serenidade e razoabilidade;

1.3           – Exercitar a indulgência (capacidade de compreender e não divulgar defeitos alheios);

1.4           – Não se queixar da vida, evitar reclamações diárias e negativismos/evitar pessimismo;

1.5           – Não criticar o próximo, não julgar;

1.6           – Não se ofender (compreender o outro);

2        – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (principalmente para pessoas claramente necessitadas);

2.1           – Fazer pequenas gentilezas a quem está próximo;

2.2           – Participar de algum programa de caridade;

2.3           – Cultivar o otimismo sempre;

2.4           – Cultivar a tolerância com as diferenças e erros alheios;

3        – Meditar cinco minutos por dia, ao menos três vezes na semana, preferencialmente antes de orar e preferencialmente antes de dormir;

4        – Leitura diária de mensagens curtas e edificantes, de preferência quando acordar e antes de dormir, de preferência antes de meditar/orar;

5        – Fazer Evangelho no Lar uma vez na semana;

6        – Perseverar;

7        – Estabelecer um hábito angular (hábito novo em sua vida, como deixar de ingerir alcoólicos, iniciar prática de exercícios, largar o cigarro, etc) e exercitar ao máximo o autocontrole dos atos cotidianos;

8        – Ser discreto (adotar a discrição sobre nossas vidas particulares);

9        – Analisar criticamente os estímulos recebidos, seja de nosso inconsciente, seja de espíritos.

10     – Zelar pela saúde do corpo físico.

Mensagem de Encerramento:

1 Comentário

shyrlane { 17 de outubro de 2014 às 15:47 }

Parabéns pelo resumo do livro e mensagem…Que Deus continue amparando seus proprósitos mais nobres. Muita paz.

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