Seção: Palestras

Livro: Entre a Terra e o Céu – Parte VII – Final – Existem instituições religiosas no Mundo Espiritual?

Livro: Entre a Terra e o Céu –  Parte VII – Final – Existem instituições religiosas no Mundo Espiritual? 

 

I – Revisão

Amaro e Zulmira são casados, sendo que Zulmira é a segunda esposa de Amaro. No início da história Odila, primeira esposa de Amaro, já desencarnada, estava obsedando Zulmira.

 

Amaro e Odila tiveram dois filhos, Evelina e Júlio, sendo que Júlio, após o desencarne de Odila, morreu afogado quando ainda era criança.

 

Júlio teve morte por afogamento para resgatar dívida de outra vida, quando ingeriu corrosivo para tentar o suicídio, sem êxito, e depois se matou afogando-se. Nesta parte da história, ele está numa instituição no plano espiritual e doente (chaga na garganta).

 

Na outra história do livro, Antonina é uma mãe de três filhos, que foi abandonada pelo marido. Na outra vida, ela foi Lola, que era namorada de Leonardo Pires, mas o traiu com Esteves, que era amigo de Leonardo, tendo sido morto envenenado por este último. Leonardo, com remorso, abandonou Lola, que, desencarnada, vagou até encontrar a família de Leonardo, vindo a reencarnar como sua neta. No momento, Leonardo foi recolhido numa instituição de socorro.

 

Esteves, na atual vida, é Mário Silva, enfermeiro.

 

Mário Silva foi noivo de Zulmira, mas ela o largou para casar com Amaro, por isso ele odeia muito os dois.

Na vida anterior, Esteves/Mário Silva, antes de conhecer Lola, foi casado com Lina/Zulmira, sendo que ela o traiu com Júlio/Júlio. Esteves/Mário foi embora, vindo a encontrar Lola e Leonardo.

 

Depois Lina/Zulmira traiu Júlio/Júlio com Amaro/Armando, sendo que foi este o motivo de Júlio ingerir corrosivo em tentativa frustrada de suicídio e depois se matar afogando-se.

 

Amaro/Armando, na vida extrafísica, encontrou Lina/Zulmira e Júlio em estado grave, planejando reencarnação a fim de resgatá-los.

 

A Irmã Clara convenceu Odila a cessar a obsessão de Zulmira e ir socorrer Júlio. Odila foi levada para uma instituição para se recuperar. Depois de recuperada, tornou-se espírito protetor da família de Amaro e Zulmira.

 

Júlio renasceu como filho de Zulmira, mas, por volta de um ano de idade, desenvolveu grave doença em sua garganta.

 

Em determinado hospital, o médico de Júlio determinou ao enfermeiro ir aplicar medicação na criança. Este enfermeiro era Mário Silva/Esteves, que nutre muito ódio pela família, o que preocupou muito Clarêncio em razão de não saber qual seria a atitude de Mário Silva (probabilidade de se vingar, matando a criança).

 

Antes de ir aplicar a medicação em Júlio, Mário Silvia foi aplicar a medicação na filha de Antonina. Na ocasião, sentiu muita simpatia por todos e participou do Evangelho no Lar. Sob influência de Clarêncio, estudaram a lição do Evangelho sobre a necessidade de perdoar os inimigos.

 

Após, ao chegar na casa de Amaro e Zulmira, tomou conhecimento de que a criança era filho do seu antigo amor. Iniciou-se enorme conflito interno, mas, Mário Silvia, tocado pela luz do Evangelho, aplicou a medicação corretamente, mesmo nutrindo desejo íntimo para que a criança morresse.

 

O pequeno Júlio veio a falecer, mas pela programação necessária para resgate de dívidas. Mário Silva passou a sentir enorme remorso pela morte da criança e correu para rua, fugindo.

 

Terminamos os estudos com a revelação de Clarêncio de que Júlio renascerá em breve, novamente como filho de Zulmira e Amaro, agora num corpo sadio.

 

II – O Sofrimento de Zulmira e Mário Silva

Odila foi pedir ajuda para Clarêncio porque Zulmira estava muito doente.

 

André Luiz (p. 282): “A dona da casa, de pensamento fixo nas derradeiras cenas da morte do pequenino, jazia no leito em prostração deplorável.

Emagracera de modo alarmante.

(…)

Recaíra na introversão em que a conhecêramos. Rememorava o afogamento do pequeno enteado e, longe de saber que o retivera nos braços como filho abençoado de sua ternura, sentia-se na condição de ré infortunada no banco da justiça”.

 

Clarêncio, observando os remédios na cabeceira da cama, afirmou (p. 283):

“(…)o remédio de Zulmira é daqueles que a farmácia não possui. Virá dela mesma. Precisamos refazer-lhe a esperança e o gosto de viver. Descontrolou-se, de novo, a mente. Desinteressou-se da luta e a abstenção de alimentos acarreta-lhe a inanição progressiva.”

 

Concluem que o encontro com Júlio iria renovar as forças de Zulmira. Porém, Júlio ainda precisava de uma semana de preparação antes do reencontro.

 

Ministraram passes magnéticos em benefício de Zulmira, mas o estado dela era grave.

 

Enquanto prestavam socorro para Zulmira, Mário Silva/Esteves, desdobrado, entrou no quarto à maneira de louco, observou Zulmira e se afastou, indo embora.

 

Clarêncio explicou que o remorso de Mário Silva/Esteves o atraia para aquele local, onde, em sua mente, teria contribuído para a morte de Júlio.

 

Em poucos minutos, Mário retornou gritando por perdão e novamente fugiu ao perceber a presença de outras pessoas naquela casa.

 

Resolveram ir até a casa de Mário/Esteves para prestar-lhe algum socorro.

 

Lá chegando, encontraram com uma freira desencarnada que estava rezando por ele. Ela explicou que aguardava alguma espécie de socorro enquanto protegia Mário Silva. Ela disse acreditar que em razão do desequilíbrio de Mário, em breve ele seria alvo de entidades inferiores.

 

A freira se identificou como trabalhadora do hospital onde Mário trabalha.

 

Freira (p. 286): “É um cooperador devotado às crianças doentes e a cuja assiduidade e carinho muito passamos a dever”.

 

Explicou que, notando a ausência de Mário no hospital, a dirigente determinou que ela fosse prestar socorro, mas ao chegar deliberou permanecer ali em razão de perceber inúmeras entidades infelizes na vizinhança e temer pela segurança de Mário.

 

A irmã explicou que deveria voltar ao hospital e que em breve retornaria.

 

Sozinhos, Clarêncio explicou (p. 288): “Nossa irmã pertence à organização espiritual de servidores católicos, dedicados à caridade evangélica. Temos diversas instituições dessa natureza, em cujos quadros de serviço inúmeras entidades se preparam gradualmente para o conhecimento superior”.

Hilário: Sob a direção de autoridades ainda ligadas à Igreja Católica?

Clarêncio: Como não? Todas as escolas religiosas dispõem de grandes valores na vida espiritual. Como acontece à personalidade humana, as crenças possuem uma região clara e luminosa e uma outra ainda obscura.”

 

Clarêncio explicou que a irmã penetrou na Verdade que era possível conhecer sobre o mundo espiritual.

 

Ela entende que está desencarnada, mas continua trabalhando conforme sua fé.

 

Mas não entende ainda a existência de múltiplas dimensões e que o céu e inferno existem na mente de cada ser.

 

Clarêncio explica que Mário Silva, não obstante ruinosa impulsividade, tem ajudado muita gente, recebendo auxílio de amigos espirituais.

 

Clarêncio examina Mário e constata que ele não consegue esquecer o episódio de Júlio, tendo passado o dia acamado e não foi na casa de Antonina conforme planejado.

 

Afirma que a única pessoa que pode efetivamente ajudá-lo é Antonina.

 

Clarêncio determinou que no dia seguinte voltariam para levar Mário, desdobrado, à casa de Antonina.

 

Esperaram o retorno da freira e foram embora.

 

III – A Ajuda Necessária

No dia seguinte, sob forte influência de Clarêncio, Mário Silva resolve ir visitar Dona Antonina, tendo a certeza que a companhia daquela família iria consolar seu coração.

 

Antonina percebeu o abatimento de Mário Silva e o levou para conversa em cômodo particular da residência.

 

Mário acabou por contar toda sua vida, inclusive o amor que sentia por Zulmira. Antonina, tentando confortá-lo, escutou a narrativa até o fim.

 

Mário chorava em razão do remorso que sentia pela morte do pequeno Júlio.

 

Antonina, sentindo-se atraída por Mário, fez-se íntima, e aconselhou:

 

“Mário, quando caímos é preciso que nos levantemos, a fim de que o carro da vida, em seu movimento incessante, não nos esmague. Conhecemo-nos há dois dias, no entanto, sinto que profundos laços de fraternidade nos reúnem. Não acredito estejamos aqui juntos, obedecendo a simples acaso. Decerto, as forças que nos dirigem a existência impelem-nos aos testemunhos afetivos desta hora. Enxugue as lágrimas para que possamos ver o caminho… Compreendo o seu drama de homem rudemente provado na forja da vida, entretanto, se posso pedir-lhe alguma coisa, rogar-lhe-ia bom ânimo”.

 

Mário afirmou que estava certo de que era um assassino.

 

Antonina asseverou que ninguém poderia afirmar tal fato.

 

Antonina, demonstrando conhecimento da doutrina espírita, explicou para Mário Silva (p. 298):

“Naturalmente, você, Amaro, Zulmira e Júlio estão recapitulando alguma tragédia que ficou distanciada no espaço e no tempo, mas viva nos corações. E, mediante o carinho de sua confissão espontânea, não duvido de minha participação em algum lance da luta que motivou os acontecimentos da atualidade. Amor e ódio não se improvisam. Resultam de nossas construções espirituais nos milênios”.

 

Antonina, sob influência de Clarêncio, afirmou que Júlio poderá voltar à Terra e que eles podem ajudar de alguma forma.

 

Antonina explicou que (fl. 299): “concentrar demasiada atenção em culpas imaginárias é mera vaidade a encarcerar-nos na angústia vazia. Enquanto lastimamos a nossa imperfeição, perdemos a hora que seria justo utilizar em nossa própria melhoria”.

 

Antonina recomendou que Mário visitasse os pais e prestasse solidariedade, quem sabe ajudando na volta do pequeno Júlio.

 

Mário afirmou não ter coragem.

 

Mas Antonina advertiu (p. 300): “Não, Mário, em ocasiões dessas, não é a coragem que nos falha e sim a humildade. Nosso orgulho neste mundo, apesar de inconsequente e vão, é por demais envolvente e excessivo. Não sabemos liberar a personalidade segregada no visco de nosso exagerado amor-próprio. Em suma, aprisionamos o coração na escura fortaleza da vaidade e não sabemos ceder”.

 

Mário, emocionado, pediu ajuda e direção. Antonina, também emocionada, afirmou que iria junto com ele visitar os pais de Júlio.

 

IV – O Socorro a Zulmira

O Estado de Zulmira era grave, quase falecendo.

 

Mário, Antonina e Haroldo, seu filho pequeno, chegaram na casa.

 

Amaro os recebeu muito bem, ficando feliz e aliviado com a presença de Mário, porque sentia o fim da desagradável desavença.

 

Mário permanecia constrangido e desajeitado e Antonina irradiava simpatia e bondade, cativando, de improviso, a amizade dos anfitriões.

 

Mário pediu desculpas por não voltar após o falecimento do pequeno Júlio. Explicou que ficou muito abatido e triste.

 

André Luiz (p. 304): “Aquela emotividade manifesta, aliada à humildade sincera que Mário Silva deixava transparecer, tocava o coração de Amaro, que se descerrou mais amplamente”.

 

Amaro expressou sua alegria ao ver o devotamento do enfermeiro e ainda tranquilizou Mário Silva afirmando que “desde a primeira visita médica, compreendi que o nosso filhinho estava condenado. O soro foi o último recurso”.

 

Amaro afirmou que não fora a primeira vez que vivia tragédia familiar e que havia apreendido a ter resignação e confiar na Providência Divina.

 

O médico da família chegou para ver Zulmira.

 

A conversa continuou enquanto o médico atendia Zulmira, tendo Amaro exposto todo o drama familiar para Mário Silva e Antonina.

 

A humildade de Amaro mexeu com Mário, que sempre trocava olhares com Antonina.

 

O médico retornou e disse que o estado de Zulmira era grave e que havia riscos enormes, explicou que precisava de transfusão de sangue. Amaro empalideceu.

 

Antonina olhou para Mário Silva, encorajando-o a ajudar a família.

 

Mário Silva se propôs a ajudar, afirmando ser doador de sangue no hospital e se propondo a doar sangue para Zulmira. Amaro aceitou a ajuda.

 

Após preparação para tudo, a transfusão de sangue foi realizada.

 

Zulmira acusará certa reação, natural da transfusão de sangue.

 

Mário Silva, enfraquecido, ficou deitado na poltrona, recebendo atendimento médico.

 

Antonina, pelo adiantar da hora, afirmou que precisava ir embora, mas comprometeu-se em voltar para ajudar a família. Amaro agradeceu a gentileza e não recusou.

 

Depois, Mário Silva também foi embora, despedindo-se de todos afetuosamente.

 

Clarêncio aplicou passes magnéticos em Zulmira, que já se sentia melhor pela transfusão.

 

Clarêncio falou para Odila que preparasse o pequeno Júlio para o reencontro com a mãe, agora Zulmira.

 

Zulmira, desdobrada, mostrava-se lúcida, recebendo conforto de Clarêncio e sendo levada para o Lar da Bênção, onde veria o pequeno Júlio.

 

Zulmira chegou no Lar da Bênção e encontrou Júlio dormindo, queria abraçá-lo e acordá-lo, sendo advertida por Clarêncio para que se acalmasse.

 

Ao ver Odila, relembrou o remorso da morte do filho de Odila, que era o Júlio. Odila acalmou Zulmira, falando que deveriam ter resignação para aceitar os planos da divina providência.

 

Odila explicou que o Júlio é o mesmo, seu filho e filho dela. Esclareceu para Zulmira a necessidade de resgate de Júlio.

 

Foi levada para repouso na instituição e mantinha os pensamentos divagando sobre as novas informações, compreendendo que a Providência Divina havia trazido Júlio como seu filho, eliminando os sentimentos ruins que havia entre eles.

 

Clarêncio recomendou que Zulmira continuasse a descansar na instituição para que o corpo físico recebesse os benefícios de um sono reparador.

 

De volta no corpo físico, Zulmira não lembrava exatamente do sonho, mas tinha nítida impressão de que revira o filhinho querido. Com isso, Zulmira sentia-se mais calma e confiante, estava leve e quase feliz.

 

IV – Final Feliz

Zulmira recebeu a visita de Antonina e contou sobre o sonho. Antonina afirmou ter certeza que ela havia encontrado o pequeno Júlio.

 

Zulmira ficou muito feliz com as explicações de Antonina.

 

Com isso, aos poucos, a paz voltava na vida daquelas pessoas.

 

André Luiz (p. 321): “Júlio, na vida espiritual, aguardava sem sofrimento a ocasião oportuna de regresso ao campo físico, e Zulmira, sob a influência benéfica de Antonina, renovara-se para a alegria de viver”.

“Mário Silvia, transformado pela orientação da jovem viúva, afeiçoara-se a ela profundamente, habituando-se-lhe ao convívio.”

 

Criou-se grande amizade entre os personagens, encontrando-se semanalmente, incluindo passeios dominicais.

 

Mário Silvia era nova pessoa, mais alegre e menos mal humorado.

 

Os filhos de Antonina apegaram-se muito a ele, tornando-o grande amigo da família.

 

Era comum Amaro e Zulmira participarem do Evangelho no Lar na casa de Antonina.

 

Dentro do possível, Amaro passou a ajudar na educação dos filhos de Antonina, sempre em sintonia com Mário Silva.

 

Clarêncio explica que consultou programa traçado para a reencarnação de Antonina e que ela havia aceitado receber Leonardo Pires como seu último filho desta vida.

 

Ela, na condição de Lola, foi a causa do ato impensado de Leonardo ao envenenar Esteves/Mário Silva e, por isso, queria resgatar essa dívida, ajudando Leonardo e conseguir nova vida física.

 

Foi explicado que Mário Silvia/Esteves será o pai.

 

Amaro, que aparentemente intuiu a conversa que ocorria na outra dimensão vibratória, bateu nas costas de Mário e perguntou se ele não considerava Antonina a esposa ideal.

 

Passados alguns meses, André Luiz ficou sabendo que o casamento entre Mário e Antonina ocorreria em breve.

 

O casamento civil foi realizado no lar de Amaro e Zulmira.

 

Durante a cerimônia Evelina passou a paquerar o irmão de Antonina e Clarêncio explicou que futuramente iriam casar, como previamente programado por ambos na vida espiritual.

 

Cerca de um mês após o casamento, eles foram buscar Zulmira e Antonina para visitar o Lar de Benção.

 

Irmã Clara explicou para Antonina sobre a programação de ser mãe novamente e que receberá Leonardo Pires como filho.

 

Depois de ver o pequeno Júlio e ficarem um pouco mais na instituição, foram levadas de volta para o corpo físico.

 

Após um ano, voltaram a visitar os amigos encarnados.

 

Júlio e Leonardo já haviam renascido em paz.

 

Amaro e Zulmira, Silva e Antonina conservavam a grande amizade entre as famílias.

 

Lucas e Evelina estavam noivando, sendo celebrado o casamento naquele dia.

 

Odila permanecia como protetora espiritual da família.

 

Clarêncio revelou que já sabia que Antonina iria exercer papel fundamental para solucionar os problemas daquelas pessoas. Mas que tudo deveria ocorrer naturalmente, respeitando o livre arbítrio de todos.

 

André Luiz perguntou para Clarêncio se a história iria terminar assim, com um final feliz de filme.

 

Clarêncio falou “Não, André. A história não acabou. O que passou foi a crise que nos ofereceu motivo a tantas lições. Nossos amigos, pelo esforço admirável com que se dedicaram ao reajuste, dispõem agora de alguns anos de paz relativa, nos quais poderão replantar o campo do destino. Entretanto, mais tarde, voltarão por aqui a dor e a prova, a enfermidade e a morte, conferindo o aproveitamento de cada um. É a luta aperfeiçoando a vida, até que a nossa vida se harmonize, sem luta, com os Desígnios do Senhor”.

 

V – Exercícios Mentais e Práticas Edificantes

Estes exercícios mentais e práticas edificantes visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

 

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para todos fazermos durante a semana são:

 

1 – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante durante o dia a dia;

1.1           – Evitar “perder a razão” (estado de cólera, raiva);

1.2           – Indignar-se com serenidade e razoabilidade;

1.3           – Exercitar a indulgência (capacidade de compreender e não divulgar defeitos alheios);

1.4           – Não se queixar da vida, evitar reclamações diárias e negativismos/evitar pessimismo;

1.5           – Não criticar o próximo, não julgar;

1.6           – Não se ofender (compreender o outro);

 

2        – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (principalmente para pessoas claramente necessitadas);

2.1           – Fazer pequenas gentilezas a quem está próximo;

2.2           – Participar de algum programa de caridade;

2.3           – Cultivar o otimismo sempre;

2.4           – Cultivar a tolerância com as diferenças e erros alheios;

 

3        – Meditar cinco minutos por dia, ao menos três vezes na semana, preferencialmente antes de orar e preferentemente antes de dormir;

 

4        – Leitura diária de mensagens curtas e edificantes, de preferência quando acordar e antes de dormir, de preferência antes de meditar/orar;

 

5        – Cultivar o Evangelho no Lar uma vez na semana;

 

6        – Perseverar;

 

7        – Estabelecer um hábito angular (hábito novo em sua vida, como deixar de ingerir alcoólicos, iniciar prática de exercícios, largar o cigarro, etc) e exercitar ao máximo o autocontrole dos atos cotidianos;

 

8        – Ser discreto (adotar a discrição sobre nossas vidas particulares);

 

9        – Analisar criticamente os estímulos recebidos, seja de nosso inconsciente, seja de espíritos encarnados e desencarnados.

 

10     – Zelar pela saúde do corpo físico.

 

11     – Orar diariamente.

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