Seção: Palestras

Desencarnação – Parte V – Velório Espírita

Desencarnação – Parte V

Velório Espírita

I – Revisão

Estudamos que a mente em vibração dá origem ao “corpo mental”, envoltório mais sutil do espírito (ser em si).

 

Este campo ou corpo mental, modela e dá origem ao corpo espiritual (perispírito/veículo físico da dimensão “mundo espiritual”).

 

Vimos que, para ingressar em nossa dimensão vibratória, é necessária a elaboração do corpo físico.

 

Aprendemos que, formando o elo entre o corpo espiritual e o corpo físico, há energia vital (própria de nossa dimensão) que animaliza o corpo físico e esta energia está representada no chamado corpo “duplo etérico”.

 

Aprendemos que existe uma ligação entre o corpo espiritual e o corpo físico, chamada de “cordão de prata”, localizada na cabeça e que se rompe apenas quando do desencarne.

 

Analisamos o processo de desencarne de Dimas, por meio do qual, vimos que:

 

– são desatados os laços que prendem o espírito ao corpo físico, iniciando no centro vegetativo (ventre), depois centro emocional (tórax) e, por fim, no centro mental (cérebro).

 

– do corpo espiritual de Dimas extravasou substância leitosa;

 

– em átimos de milésimos de segundo o Espírito desprendeu-se do corpo físico e, por meio do campo mental, absorveu a substância leitosa impregnada de vitalidade da nova dimensão vibratória, formando um novo corpo espiritual próprio para a vida que se iniciava, constituído da matéria sutil dessa mesma nova dimensão vibratória.

 

– após todo este procedimento, o cordão fluídico permaneceu ligando o corpo espiritual ao corpo físico, a fim de facilitar o equilíbrio orgânico de Dimas-desencarnado.

 

– o comportamento dos parentes e amigos durante o velório influenciava diretamente no estado de Dimas, prejudicando-o diversas vezes.

 

– o cordão de prata foi cortado somente próximo do momento enterro do corpo físico, sendo que Dimas absorvia, pelo cordão, fluído vital que ajudava em seu equilíbrio.

 

– espíritos inferiores vigiavam e não atacaram Dimas em razão de sua proteção.

 

– o mentor de André Luiz dispersou no ar o restante dos resíduos de vitalidade existente no corpo físico de Dimas, para que as entidades inferiores não se apropriassem deles.

 

Analisamos o caso de Flávio, quando vimos que em razão da preparação da família e amigos, bem como do próprio Flávio, o processo foi muito mais tranquilo, sendo o cordão de prata cortado apenas 1 hora depois do falecimento do corpo físico.

 

Estudamos o processo de desencarne de Cavalcante, pelo qual aprendemos que a mente pode dificultar em muito o desligamento do espírito. Estudamos também que a eutanásia/medicamentos fatais prejudicam o estado do corpo espiritual após o desligamento.

 

Por fim, analisamos o falecimento de Adelaide e vimos que espíritos mais adiantados possuem uma transição tranquila, sendo possível, inclusive, ajudar no desligamento do próprio Espírito.

 

II – Caso de Albina

Albina era Evangélica Protestante, sempre preocupada com a prática do Bem e sofria grandes riscos de aneurisma.

 

Ocorre que houve um pedido especial rogando a permanência de Albina por mais tempo, adiando o desencarne.

 

Vejamos o que foi dito por André Luiz (Obreiros da Vida Eterna, p. 259, 28ª Edição):

 

“A irmã Albina fora autorizada a permanecer na Crosta Planetária por mais tempo, razão porque a desencarnação fora adiada “sine die”. Certa rogativa influíra decisivamente no assunto. Entrara em jogo imperiosa exigência que nossa colônia examinara com a devida consideração. Em vista disso, renovara-se o programa de missão que trazíamos. Ao invés de auxílio para a liberação, a velha educadora receberia forças para se demorar na Crosta. Devíamos procurar-lhe a residência, sem perda de oportunidade, propiciando-lhe ao organismo os possíveis recursos magnéticos ao nosso alcance”.

 

Porém, a rogativa singular citada por André Luiz não era egoísta, ou seja, não partiu de um pedido egoísta de uma pessoa.

 

Isso é muito importante entender: ninguém deixará de seguir a programação simplesmente para atender ao pedido feito por simples dor da distância ou por um privilégio especial.

 

Houve fundamentada razão para isso.

 

Vejamos a explicação do mentor de André Luiz (p. 260/261):

“(…), é justo considerar que a desencarnação de Albina não é suscetível de ser adiada por muito tempo. O organismo gasto e a nova resolução destina-se apenas a remediar difícil situação, de modo a trazer benefícios para muita gente. A prece, em qualquer ocasião, melhora, corrige, eleva e santifica. Mas somente quando estabelece modificação do roteiro, igual à de hoje, é que paira, acima das circunstâncias comuns, o interesse coletivo”.

 

A rogativa que autorizou a prorrogação da vida de Albina não foi feita por suas filhas e sim pelo neto adotivo, João.

 

Em sua programação de vida estava previsto casar-se com a netinha de Albina, que no momento ainda estava em processo de reencarnação. Ou seja, a filha de Albina estava grávida da futura esposa de João.

 

Percebendo que a filha de Albina seria tragicamente atingida com o falecimento da mãe, correndo sérios riscos de aborto, ele rogou a intervenção da espiritualidade superior, porque para sua programação de vida era necessária a companhia de sua futura esposa.

 

Vejamos (fl. 267):

“A prece de João é importante porque se reveste de profunda significação para o futuro. A menina, em processo reencarcionista, é-lhe abençoada companheira de muitos séculos. Ambos possuem admirável passado de serviço à Crosta Planetária e escolheram a nova tarefa com plena consciência do dever a cumprir. (…). Apesar da condição infantil, o servo reencarnado, pelas ricas percepções que o caracterizam fora da esfera física, recebeu conhecimento da morte próxima de nossa venerável irmã. Compreendeu, de antemão, que o fato repercutiria angustiosamente no organismo de Loide (filha de Albina) (…). A carga da dor moral conduzi-la-ia efetivamente ao aborto, imprimindo profundas transformações no rumo do serviço de que João é feliz portador.”

 

Percebamos, portanto, que essa espécie de intervenção somente é possível quando influencia objetiva e positivamente em missão séria que interessa à coletividade e não pedido motivado pela tristeza e saudade que, naturalmente, sempre sentimos dos entes queridos que partem antes de nós ou desejo egoísta de mantê-los conosco.

 

III – Velório Espírita

Após todos esses estudos sobre a desencarnação, nós, como espíritas, podemos fixar algumas diretrizes que devem ser observadas durante um processo de desencarnação.

 

Primeiro, cultivar o Evangelho no Lar, vivenciando os ensinamentos do mestre Jesus em nosso dia a dia, mantendo-nos, assim, em sintonia com a espiritualidade superior.

 

Devemos entender que o sentimento de tristeza e angústia devem ser minorados pela resignação e certeza de que a vida continua, bem como que logo estaremos juntos novamente.

 

Devemos sentir uma saudade gostosa, agradecendo a Deus pela oportunidade de ter vivido junto do ente querido.

 

Além disso, precisamos ajudar quem parte antes de nós e faremos isso observando o que a doutrina ensina.

 

Nos tristes momentos que antecedem o falecimento do ente querido, devemos orar a Deus, rogando que seja feito o melhor para ele. Devemos evitar prendê-lo nas redes mentais do egoísmo e da revolta.

 

Durante o velório, é importante manter-se orando, evitando pensamentos de angústia e desespero, porque essas vibrações prejudicam a restauração mental de quem faleceu.

 

É importante passar esse conhecimento para todos aqueles que vão até o velório. Recomenda-se entregar uma mensagem edificante com algumas orientações, tais como:

 

“(nome) não morreu, apenas viajou antes de nós. Vamos ajudá-lo nessa fase difícil? Você também pode ajudá-lo, basta observar as seguintes orientações:

– ore, rogando a Deus ajuda e proteção para ele.

– envie pensamentos tranquilizadores, de que tudo dará certo, ajudando-o a entender essa nova fase que se inicia.

– evite pensamentos de angústia e tristeza desesperadora.

– evite piadas e conversação sobre fatos rotineiros da vida do falecido próximo do local onde o corpo está sendo velado.

– se alguém iniciar conversação sobre fatos – mesmo pitorescos – da vida dele, por favor, evite acrescentar detalhes e procure desviar a conversa para outro assunto que não diga respeito a ele.

– se for impossível permanecer em silêncio, trate discretamente, em tom baixo de voz, de temas relevantes para o progresso da humanidade e evite temas polêmicos e notícias alarmistas.

– se você observar que as pessoas estão falando alto demais e o murmúrio transformando-se em alarido, procure silenciar e orar; aos poucos as demais pessoas verão você nessa atitude mental e o imitarão.

– o silêncio, o respeito e a oração são fundamentais para o equilíbrio mental de (nome), que está, nesse momento, passando por um sono reparador.

 

IV – Exercícios Mentais e Práticas Edificantes

Estes exercícios mentais e práticas edificantes visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

 

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para todos fazermos durante a semana são:

 

1 – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante durante o dia a dia;

1.1           – Evitar “perder a razão” (estado de cólera, raiva);

1.2           – Indignar-se com serenidade e razoabilidade;

1.3           – Exercitar a indulgência (capacidade de compreender e não divulgar defeitos alheios);

1.4           – Não se queixar da vida, evitar reclamações diárias e negativismos/evitar pessimismo;

1.5           – Não criticar o próximo, não julgar;

1.6           – Não se ofender (compreender o outro);

 

2        – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (principalmente para pessoas claramente necessitadas);

2.1           – Fazer pequenas gentilezas a quem está próximo;

2.2           – Participar de algum programa de caridade;

2.3           – Cultivar o otimismo sempre;

2.4           – Cultivar a tolerância com as diferenças e erros alheios;

 

3        – meditar cinco minutos por dia, ao menos três vezes na semana, preferencialmente antes de orar e preferencialmente antes de dormir;

 

4        – Leitura diária de mensagens curtas e edificantes, de preferência quando acordar e antes de dormir, de preferência antes de meditar/orar;

 

5        – Fazer Evangelho no Lar uma vez na semana;

 

6        – Perseverar;

 

7        – Estabelecer um hábito angular (hábito novo em sua vida, como deixar de ingerir alcoólicos, iniciar prática de exercícios, largar o cigarro, etc) e exercitar ao máximo o autocontrole dos atos cotidianos;

 

8        – Ser discreto (adotar a discrição sobre nossas vidas particulares);

 

9        – analisar criticamente os estímulos recebidos, seja de nosso inconsciente, seja de espíritos.

 

10     – Zelar pela saúde do corpo físico.

 

Hoje vamos rever a seguinte prática edificante que irá auxiliar na realização da reforma íntima:  FAZER CARIDADE.

 

É necessário participarmos de alguma atividade de prestação de serviços para pessoas que estão em situação desfavorecida (em regra no aspecto material, ou seja, sociedade carente, mas também em todos os demais sentidos).

 

Vejamos essas mensagens:

 

“Servir é criar simpatia, fraternidade e luz”, Emmanuel.

 

“Ante a Lei do Senhor, o ato de servir é Luz em toda a parte. E essa lei pede em tudo: ‘ajuda agora alguém’.

Assim, quem nada faz, em nada se detém.

Recorda que a preguiça é o retrato da morte.

Toda a vida auxilia.

Auxilia também”.

André Luiz.

 

“O Mundo não está ameaçado pelas más pessoas, mas sim por aqueles que permitem as maldades”. Albert Einstein.

 

“A caridade é um exercício espiritual… Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma”. Chico Xavier.

 

“Toda moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho”. Evangelho Segundo o Espiritismo.

 

Assim, vemos a importância de efetivamente fazer parte de algum programa de caridade.

 

Não adianta afirmar que não tem tempo agora, que não é possível, que não tem patrimônio para ajudar os outros.

 

Isso porque a vida não exige que sejamos missionários, ou seja, que larguemos tudo e passemos a fazer somente a caridade. Muito menos, que doemos nosso patrimônio material.

 

Existem inúmeras formas de caridade e diversos programas de assistência em todas as cidades do Brasil.

 

Nesse sentido, basta procurar algum programa que seja adequado à sua realidade, de tempo e de dinheiro.

 

Diversos são os programas que precisam somente de ajuda braçal, sem doação alguma, ou seja, que necessita de obreiros do bem e você pode bem ser um.

 

Quanto ao tempo, basta procurar um programa de caridade que ocupe uma hora de sua semana, ou uma hora de seu mês, quinzena, etc.

 

Todos, inegavelmente, dispomos de uma hora no mês ou quinzena para trabalhar a serviço de Deus e na ajuda ao próximo. Basta querer. Tempo é prioridade. Se quisermos dispor de uma hora no mês, conseguiremos!

 

Fazendo caridade, transformamos nossa vibração mental, porque estamos dedicando nosso tempo na ajuda ao próximo. Assim, entramos em sintonia com amigos espirituais elevados, recebendo sua orientação e proteção.

 

Aos poucos, vamos adquirindo novos hábitos e mudando nossa faixa vibratória mental, melhorando nossa qualidade de vida.

 

Então, essa semana, todos devem procurar entrar em algum programa de caridade. Aqueles que já fazem parte, procurem pensar como podem ajudar um pouquinho mais, um tanto mais.

 

Mas lembremos, sobretudo, que a Caridade, como definida por Paulo de Tarso, é paciente, benigna, tolerante, compreensiva e ativa na busca do Bem de todos, começando com os que comungam da nossa intimidade, no recesso do Lar.

 

Mensagem de encerramento:

13 Comentários

iona ines barbosa { 10 de junho de 2013 às 17:52 }

a paz do senhor , esteja com voces , linda materia , compreendi muito , o que sempre eu mesma me perguntava, obrigada , um grande abraço…..

Breno Costa { 10 de junho de 2013 às 18:16 }

Que bom que gostou!
Ficamos felizes!
Continue acompanhando nossos estudos, sempre tentaremos manter eles profundos, mas didáticos!
Abraços.

Wal Santos { 10 de junho de 2013 às 19:39 }

Olá, quero que saiba que estou adorei!
Que Deus ilumine sempre vocês,gostaria de tirar uma dúvida.
Por que os espíritos inferiores vigiavam Dimas, em que circunstâncias eles podem nas atacar nessa hora?
Obrigada!

Wal Santos { 10 de junho de 2013 às 19:41 }

*Olá, quero que saiba que estou adorando!

Breno Costa { 10 de junho de 2013 às 19:50 }

Olá! Que bom que está gostando, ficamos muitos felizes! Ajude na divulgação do site!

Os espíritos inferiores vigiavam Dimas porque eles ainda permanecem viciados nas sensações materiais e utilizando do principal vital (em seu conjunto chama-se corpo ‘duplo eterico’) para se alimentar.

Eles atacaram todos aqueles que não usufruem de proteção espiritual. Recebe proteção espiritual aquele procura seguir as trilhas do Bem, orando, fazendo caridade, procurando fazer a reforma íntima (imperfeito todos somos, mas o verdadeiro espírita é aquele que busca a transformação pessoal). Isso porque, assim, permanecemos em sintonia com a espiritualidade superior que sempre procura ajudar, inclusive no momento do desencarne, independentemente de religião, importante é fazer o bem!

Abraços.

ANDREA ZEILMANN { 11 de junho de 2013 às 2:28 }

Boa noite.
Meu marido fez a passagem dia 20/04/2013. A umas 3 semanas sonhei que ele me dizia que teria que viajar de novo. Estranhei o sonho…
Um amigo nosso sonhou que ele dizia que havia morrido, mas que havia sido concedido 15 dias pra ele acertar umas coisas da vida terrena.
Hoje fui conversar com uma pessoa que cuida de auras. Ela, sem saber nada disso, falou que era pra ele ter ido antes, mas por algum motivo concederam mais um tempo.
Será que isso tudo está interligado? Sou um pouco cética, mas nunca lidei muito bem com “coincidências” …
Grata,
Andréa.

Breno Costa { 11 de junho de 2013 às 14:04 }

Olá Andreia.
Ninguém pode afirmar com certeza.
O importante, agora, é enviar bons pensamentos para ele.
Ajudá-lo nessa fase tranquilizando-o.
Reze para ele, ore para deus, rogue proteção e orientação.
Evite pensamentos de angústia, tristeza profunda e depressão.
O que passou passou, importante é agora manter pensamentos positivos, assim você estará ajudando ele!
Abraços,

Murielle Medeiros { 26 de outubro de 2013 às 23:26 }

Lindo demais.

claudia { 17 de dezembro de 2013 às 23:06 }

dia 10.11.2013 minha tia amada morreu om cancer,sofreu muito o cancer era no reto mais espalljou por td o corpo,ela lutou muito,mais perto de seu desencarne percebiamos q ela não queria ir ,poois sua nete ia nascer.nasceu dia 16.12.2013 e commuita tristeza sera q um dia vou conseguir ter noticias?

Cida Bettoni { 18 de dezembro de 2013 às 0:04 }

foi muito bom ler tudo isto .que Deus abençoe

Breno Costa { 18 de dezembro de 2013 às 1:06 }

Olá Claudia.
A vida continua, ela apenas voltou para a dimensão vibratória principal.
Aqui é uma escola.
Lá é o principal.
Ore por ela, pedindo que ela receba auxílio. Mande boas vibrações, calmantes. Agradeça a Deus por ter vivido com ela.
Quando ela estiver equilibrada, ela poderá ser um Espírito amigo da família e com certeza vcs vão se encontrar!
Abraços.

Haydee Domingues { 14 de janeiro de 2014 às 21:26 }

Aprecio as aulas da forma como são expostas, parabéns, vou continuar a divulgar essas lições, pois o mundo e as pessoas precisam de sugestão de prática no bem, em benefício do próprio
equilíbrio e do mundo em que vivemos. Deus os ilumine sempre!

Marial Rauber { 14 de janeiro de 2014 às 22:17 }

Estou aproveitando muito o estudo, sempre gostei muito de ler sobre a espiritualidade, mesmo lendo de novo sobre o mesmo assunto, parece que se descobre sempre algo novo, sei que depende da nossa evolução o entendimento, nunca devemos deixar de nos aprimorar!

Deixar um Comentário

Mensagens
Palestras todas as terças-feiras às 20:00 hrs no Núcleo Espírita - Amor e Paz
Rua Coronel José Bráz, 682 - Marília / SP

Clique aqui para ver a localização no mapa
| Clique para entrar em contato