Seção: Estudo das Obras do Espírito André Luiz

Aula 31 – Início do livro “Libertação”

Início da fantástica história narrada por André Luiz no livro “Libertação”. Com ela aprenderemos como funciona a programação de reencarnação, o resgate de espíritos enraizados no mal. Além disso, veremos como são as colônias espirituais nas regiões abismais e os processos de obsessão.

*

I – Revisão

Aprendemos que o chamado “Mundo Espiritual” é, na verdade, uma dimensão vibratória diferente da nossa, a qual é formada por infinitas faixas vibratórias.

Estudamos que em nosso próprio Planeta existem inúmeras faixas vibratórias, com inúmeros planos de existência, desde o núcleo do Planeta até a atmosfera, como se fossem camadas de uma cebola.

Vimos que a faixa vibratória mais sutil de nosso Planeta é habitada por pessoas que receberam o nome de “Imortais” no sentido de que não precisam mais encarnar no atual estágio de evolução da Humanidade, mas, mesmo assim, costumam nascer de novo na Crosta da Terra para ajudar na evolução do Planeta (em média, retornar a vida física a cada 700 anos).

De outro lado, aprendemos que existem seres que permanecem renitentes no caminho do Mal há milênios, habitam as faixas vibratórias mais densas do Planeta e são conhecidos pelo nome de “Dragões”. Mas, como visto, não são nada além de pessoas e que um dia voltarão a evoluir como todos.

II – A Palestra Esclarecedora

André Luiz e o colega Elói, sob a direção de Gúbio, estavam se preparando para descer até uma colônias nas regiões abismais.

Foram até local onde vários grupos estavam assistindo palestra a respeito dessa espécie de trabalho.

O Ministro que dava a palestra ressaltou (p. 7):

“— Os superiores que se disponham a trabalhar em benefício dos inferiores, em ação persistente e substancial, não lhes podem utilizar as armas, sob pena de se precipitarem no baixo nível deles. A severidade pertencerá ao que instrui, mas o amor é o companheiro daquele que serve.”

“O espírito humano lida com a força mental, tanto quanto maneja a eletricidade, com a diferença, porém, de que, se já aprende a gastar a segunda (eletricidade, obs. nossa), no transformismo incessante da Terra, mal conhece a existência da primeira (força mental, obs. nossa), que nos preside a todos os atos da vida.”

 

Sobre as regiões abismais, informou (p. 7):

“A rigor, portanto, não temos círculos infernais, de acordo com os figurinos da antiga teologia, onde se mostram indefinidamente gênios satânicos de todas as épocas e, sim, esferas obscuras em que se agregam consciências embotadas na ignorância, cristalizadas no ócio reprovável ou confundidas no eclipse temporário da razão. Desesperadas e insubmissas, criam zonas de tormentos reparadores. Semelhantes criaturas, no entanto, não se regeneram à força de palavras. Necessitam de amparo eficiente que lhes modifique o tom vibratório, elevando-lhes o modo de sentir e pensar.”

E salienta (p. 9):

“(…)além do principado humano, para lá das fronteiras sensoriais que guardam ciosamente a alma encarnada, amparando-a com limitada visão e benéfico esquecimento, começa vasto império espiritual, vizinho dos homens. Ai se agitam milhões de Espíritos imperfeitos que partilham, com as criaturas terrenas, as condições de habitabilidade da Crosta do Mundo. Seres humanos, situados noutra faixa vibratória, apoiam-se na mente encarnada, através de falanges incontáveis, tão semiconscientes na responsabilidade e tão incompletas na virtude, quanto os próprios homens.”

Para explicar a razão de tantas pessoas aí permanecerem ligadas à Crosta Terrestre após o desencarne, o Ministro explica (p. 10):

“Frustrados em suas aspirações de vaidoso domínio no domicílio celestial, homens e mulheres de todos os climas e de todas as civilizações, depois da morte, esbarram nessa região em que se prolongam as atividades terrenas e elegem o instinto de soberania sobre a Terra por única felicidade digna do impulso de conquistar. Rebelados filhos da Providência, tentam desacreditar a grandeza divina, estimulando o poder autocrático da inteligência insubmissa e orgulhosa e buscam preservar os círculos terrestres para a dilatação indefinida do ódio e da revolta, da vaidade e da criminalidade, como se o Planeta, em sua expressão inferior, lhes fosse paraíso único, ainda não integralmente submetido a seus caprichos, em vista da permanente discórdia reinante entre eles mesmos.”

(…)

“Incapacitados de prosseguir além do túmulo, a caminho do Céu que não souberam conquistar, os filhos do desespero organizam-se em vastas colônias de ódio e miséria moral, disputando, entre si, a dominação da Terra.”

Mentes cristalizadas na rebeldia, tentam sola-par, em vão, a Sabedoria Eterna, criando quistos de vida inferior, na organização terrestre, entrincheiradas nas paixões escuras que lhes vergastam as consciências.

Conhecem inumeráveis recursos de perturbar e ferir, obscurecer e aniquilar.

Escravizam o serviço benéfico da reencarnação em grandes setores expiatórios e dispõem de agentes da discórdia contra todas as manifestações dos sublimes propósitos que o Senhor nos traçou às ações.”

E finaliza com o seguinte ensinamento (p. 11):

p. 11: “As almas decaídas, contudo, quaisquer que sejam, não constituem uma raça espiritual sentenciada irremediavelmente ao satanismo, integrando, tão somente, a coletividade das criaturas humanas desencarnadas, em posição de absoluta insensatez. Misturam-se à multidão terrestre, exercem atuação singular sobre inúmeros lares e administrações e o interesse fundamental das mais poderosas inteligências, dentre elas, é a conservação do mundo ofuscado e distraído, à força da ignorância defendida e do egoísmo recalcado, adiando-se o Reino de Deus, entre os homens, indefinidamente…”

Porém, a evolução da humanidade segue os planos da Providência Divina. Assim, por mais que espíritos inferiores tentem, nada podem fazer, a não ser atrasar esse ou aquele irmão. Mas, a humanidade, como um todo, não deixa de evoluir, a evolução é uma roda que não tem como parar. Cabe a cada um de nós tentar acompanhar esta evolução moral e intelectual da humanidade para não ficarmos para trás, atingindo, assim, esferas mais sublimes de existência.

III – Reunião Mediúnica

O grupo de André Luiz presencia reunião mediúnica, na qual várias pessoas que habitam esferas mais sutis de nosso Planeta se manifestam para dar instruções/missões aos trabalhadores que irão para as regiões abismais.

Determina entidade traz interessante ensinamento a respeito da importância de socorrer aqueles que ficaram pelo caminho na evolução (p. 24):

“Poderíamos gozar, porventura, o espetáculo augusto das esferas resplandecentes, ouvindo-lhes a harmonia indefinível, numa situação de destaque adquirida à custa daqueles que gemem e desfalecem nas trevas?”

Após essa comunicação, Matilde, espírito evoluído que habita esferas sutis de nosso Planeta, materializa-se por meio de ato mediúnico e conversa com Gúbio (mentor de André Luiz) a respeito de importante Missão que precisava ser realizada com urgência.

 

IV – A Missão

Matilde: “— Irmão Gúbio, agradeço-te o concurso dadivoso. Creio haver chegado, efetivamente, o instante de aceitar-te a ajuda fraterna, em favor da libertação de meu infortunado Gregório (filho de Matilde). Espero, há séculos, pela renovação e penitência dele. (…). Pelo endurecimento do coração, conquistou a confiança de gênios cruéis, desempenhando presentemente a detestável função de grande sacerdote em mistérios escuros. Chefia condenável falange de centenas de outros espíritos desditosos, cristalizados no mal, e que lhe obedecem com deplorável cegueira e quase absoluta fidelidade. (…). Há cinquenta anos, porém, já consigo aproximar-me dele, mentalmente.”

Matilde: “Recalcitrante e duro, a princípio, Gregório agora experimenta algum tédio, o que constituí uma bênção nos corações infiéis ao Senhor. Já lhe surpreendo no espírito rudimentos de necessária transformação.”

Matilde: “Ainda não chora sob o guante do arrependimento benéfico e parece-me longe do remorso salvador; entretanto, já duvida da vitória do mal.”

E Gúbio assim respondeu: “— Nobre Matilde! estamos prontos. Dita ordens! Por mais que fizéssemos por tua alegria, nosso esforço seria pobre e pequenino, diante dos sacrifícios em que te empenhas por nós todos”

Feliz com a ajude de Gúbio, Matilde respondeu que programava, em breve, nova reencarnação para que Gregório possa voltar a nascer como seu filho. Em razão do estágio atual de Gregório, era necessário sua aceitação para que rompesse a ligação com as falanges do Mal e sua reencarnação fosse proveitosa.

Explicado sua nova reencarnação, Maltide passou a missão que deveria ser realizada por Gúbio, André Luiz e Elói: Socorro espiritual para Margarida, que estava sofrendo grave quadro de obsessão dirigida por Gregório e providenciar um encontro entre ela (Matilde) e ele.

Margarida, em outra vida, foi filha de Gúbio.

Matilde, porém, ressalta o grave risco da missão, eis que estarão em regiões densas do chamado ‘plano espiritual’, podendo sofrer impiedosas agressões.

E assim Gúbio respondeu (p. 27): “— Abnegada Matilde, sou pequenino em excesso para merecer-te as palavras. (…) Socorreste-me com a tua intercessão, amparando-me o zelo afetivo, perante as necessidades de Margarida. Um coração paternal é sempre venturoso, em se humilhando pelos filhos que ama. Sou simplesmente teu devedor, e, se Gregório me flagelasse nos círculos em que domina, semelhante aflição se converteria igualmente em júbilo, dentro de mim.”

E foi combinado que, após o socorro espiritual à Margarida, deveria Gúbio encontrar-se com Matilde nos chamados “campos de saída” para que ela pudesse conversar diretamente com Gregório.

Campos de saída, segundo palavras do próprio André Luiz, são lugares-limites entre duas esferas vibracionais dentro do chamado “Mundo Espiritual”.

V – Colônia nos Abismos

André Luiz, Eloí e Gúbio iniciaram a descida para as regiões abismais.

André Luiz narra que, após passar por diversas instituições socorristas, usadas para descanso, chegaram na faixa vibratória densa onde se localizava a colônia que iriam se infiltrar.

Ele descreve a região da seguinte forma (p. 30):

“A claridade solar jazia diferençada.

Fumo cinzento cobria o céu em toda a sua extensão.

A volitação fácil se fizera impossível.

A vegetação exibia aspecto sinistro e angustiado. As árvores não se vestiam de folhagem farta e os galhos, quase secos, davam a ideia de braços erguidos em súplicas dolorosas.

(…)

Lembrando a “selva escura” a que Alighieri se reporta no imortal poema, eu trazia o coração premido de interrogativas inquietantes.

(…)

E aquelas grandes corujas diferentes, cujos olhos brilhavam desagradavelmente nas sombras, seriam homens desencarnados sob tremendo castigo da forma? Quem chorava nos vales extensos de lama? criaturas que houvessem vivido na Terra que recordávamos, ou duendes desconhecidos para nós?”

Porém, em razão de que seus corpos espirituais ainda estavam no estado vibracional das esferas mais sutis, as pessoas que habitam essa região densa não conseguia notar a presença do grupo (p. 29):

“De quando em quando, grupos hostis de entidades espirituais em desequilíbrio nos defrontavam, seguindo adiante, indiferentes, incapazes de registrar-nos a presença. Falavam em alta voz, em português degradado, mas inteligível, evidenciando, pelas gargalhadas, deploráveis condições de ignorância. Apresentavam-se em trajes bisonhos e conduziam apetrechos de lutar e ferir.

Chegando perto da cidade Gúbio determinou que eles tornassem os corpos densos para poderem interagir com as pessoas que viviam naquela faixa vibratória.

“Passamos a inalar as substâncias espessas que pairavam em derredor, como se o ar fosse constituído de fluidos viscosos.

Elói estirou-se, ofegante, e não obstante experimentar, por minha vez, asfixiante opressão, busquei padronizar atitudes pela conduta do Instrutor, que tolerava a metamorfose, silencioso e palidíssimo.

Reparei, confundido, que a voluntária integração com os elementos inferiores do plano nos desfigurava enormemente. Pouco a pouco, sentimo-nos pesados e tive a ideia de que fora, de improviso, religado, de novo, ao corpo de carne, porque, embora me sentisse dono da própria individualidade, me via revestido de matéria densa, como se fosse obrigado a envergar inesperada armadura.”

Semana que vem continuaremos os estudos sobre a colônia espiritual e a missão do grupo de André Luiz, esse é apenas o início da fantástica história do livro Libertação.

VI – Tarefa de Casa

A tarefa de casa é composta por exercícios mentais e práticas edificantesque visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

Sublimando nossos hábitos, alteramos a frequência de nossa vibração mental eelevamos nosso grau de consciência.

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para fazer durante a semana são:

1º – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante (ver aula 01 e 02 no link “Exercícios mentais”).

2º – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (ver aula 03 e 04 no link “Exercícios mentais”).

3º – Meditar por CINCO minutos, ao menos três vezes na semana. Preferencialmente, meditar todos os dias por cinco minutos. Preferencialmente, orar antes. Preferencialmente, antes de dormir (principalmente para quem tem insônia). (ver aula 05 no link “Exercícios mentais”).

4º – Evitar o descontrole emocional (raiva, cólera, ira, etc). (ver aula 06 no lik “Exercícios mentais”).

5º – Paciência – Esperar 1 minutos antes de ficar impaciente.

6º – Indignar-se com serenidade.

7º  – Ser generoso e solícito no dia a dia (no trabalho, na rua, trânsito, em casa, etc).

8º – Fazer Evangelho no Lar ao menos uma vez por semana (incentivamos realizar Evangelho no Lar nas quintas-feiras, dia que o Núcleo Espírita Amor e Paz, de Marília, realiza uma corrente de oração, entre 21h00min e 22h00min, faça no seu lar, com sua família).

9º – Ler uma vez por dia uma “mensagem edificante” de Espíritos Superiores (Emmanuel, André Luiz, Dr. Bezerra de Menzes, Memei, Joanna, etc).

10º – Estabelecer um hábito angular para rotina diária, auxiliando no “despertar” de nosso autocontrole e vigia de nossos pensamentos e atos diários.

11º Evitar ao máximo queixar-se de vida, analisando os fatos com resignação e confiança nas Leis Divinas, mantendo harmonia mental.

12º – Fazer caridade, participando ativamente de alguma atividade assistencial.

13º – Exercitar a indulgência (não observar, não comentar, não divulgar, defeitos alheios).

14º – Perseverar!

15º – Ser discreto nos atos da vida (particular e profissional).

16º – Desenvolver o nobre sentimento da compreensão, evitando criticar o próximo e aprendendo a ter tolerância com pensamentos diferentes e erros cometidos.

17º – Analisar criticamente os impulsos recebidos, seja do nosso inconsciente (hábitos – reflexos condicionados), seja de espíritos desencarnados.

18º – Elaborar o caderno de metas individuais e reforma íntima.

19º – Zela pela saúde do corpo físico, adotando uma alimentação equilibrando e a prática de exercícios físicos regulares no decorres da semana.

20º – Desenvolver o sentimento da Gratidão, agradecendo diariamente a Deus por todas as alegrias que possui, mesmo as pequenas.

21º – Orar diariamente.

22º – Admirar a beleza da natureza e levar “vida” para nosso ambiente de casa e do trabalho, decorando-o com plantas, flores, quadros, etc.

23º – Não alimentar sentimentos de culpa ou remorso. O arrependimento deve ser o primeiro passo, o segundo tem que ser corrigir o erro e aprender com ele e não ficar se auto condenando.

24º – Adotar, imediatamente, sem desculpas ou justificativas, as condutas edificantes catalisadoras de nossa reforma íntima e qualidade de vida.

25º – Evitar, durante o dia a dia, melindrar-se por bagatela (pequenas coisas).

26º – Programar sua semana, prevendo quando irá fazer exercícios físicos, oração, meditação, leitura edificante, estudo sobre espiritismo e intelectual, além das tarefas rotineiras da vida.

*

—A tarefa de hoje é:
—

Aprender a ter otimismo no dia a dia e, ao mesmo tempo, resignação com os acontecimentos.

—Nós não aprendemos que todos os pensamentos emitem vibrações que são lançadas na atmosfera?
—
—Nesse sentido, se analisamos uma situação com pessimismo, estamos, evidentemente, emitindo vibrações negativas sobre a situação, contribuindo para que ela dê errado ou até piore.
—E não só isso, vivenciando determinada situação de forma negativa ou aguardando seu resultado com pessimismo, atraímos espíritos em sintonia com as vibrações inferiores que, por óbvio, não irão contribuir para um resultado feliz.
—De outro lado, da mesma forma, se analisamos um fato com otimismo, estamos contribuindo para que a situação melhore ou dê certo, emitindo boas vibrações e atraindo os amigos espirituais que vão nos orientar e ajudar para que o final seja satisfatório.
—Por óbvio, é melhor contribuir para que as situações da vida melhorem.
—
—De outro lado, ao mesmo tempo, devemos desenvolver o sentimento da resignação, aceitando os acontecimentos com naturalidade.
—Ou seja, devemos orar e sermos otimistas quanto a um desejo ou fato. Mas, caso não consigamos aquilo que queríamos, devemos ter resignação e analisar os aspectos positivos do que ocorreu.
—
—Sempre há fatores positivos.
—A resignação:
a)Demonstra confiança na lei divina;
b)Demonstra confiança na programação de sua reencarnação;
c)Evita a revolta, raiva, descontrole;
d)Acalma nossos corações e traz tranquilidade.

Então, a partir de hoje vamos tentar sempre:

a) —Ser otimistas em todos os fatos de nossa vida.
—
b) —Ser resignados em todos os fatos de nossa vida.
*
Mensagem de encerramento:

3 Comentários

Adilson Gomes { 18 de dezembro de 2014 às 17:55 }

Olá, boa noite. Gostaria de saber se as aulas anteriores encontram-se disponível. Grato.

Breno Costa { 6 de janeiro de 2015 às 10:20 }

Olá Adilson.
Tudo bem?
No sitem tem todas as aulas, só ir acessando.
Abraços.

Everaldo de Souza { 7 de novembro de 2015 às 7:00 }

Excelente trabalho.

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