Seção: Exercícios Mentais

Aula 26 – Não alimentar pensamentos de remorso e culpa

Hoje proporemos um novo exercício mental/prática edificante que ajudará no fortalecimento de nossa mente e, consequentemente, na realização da reforma íntima. Recomenda-se estudar todos os exercícios mentais propostos, porque ele se completam! Estão todos no link “Exercícios mentais” no site.

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Hoje iremos acrescentar: Evitar alimentar o sentimento da culpa e remorso.

Reconhecer o erro, sim.

Arrepender-se, sim.

Procurar corrigir o erro, sim.

—Mas nunca ficar alimentando pensamentos de auto condenação, torturando-se com sentimento de culpa e remorso.
—Vejamos este texto do Emmanuel (Livro “Pensamento e Vida”):

“Quando fugimos ao dever, precipitamo-nos no sentimento de culpa, do qual se origina o remorso, com múltiplas manifestações, impondo-nos brechas de sombra aos tecidos sutis da alma”.

Brechas de sombra: aberturas mentais e queda do padrão vibratório, pelo qual passamos a ser subjulgados e influenciados por espíritos infelizes.

“E o arrependimento, incessantemente fortalecido pelos reflexos de nossa lembrança amarga, transforma-se num abscesso mental (doença mental), envenenando-nos, pouco a pouco, intoxicando o hausto espiritual de quem nos desfruta o convívio”.

—Precisamos perdoar a si próprio.
—Entender que cometemos o erro por falta de conhecimento e amadurecimento.
—Utilizando-se do erro não para entrar em ciclo vicioso de culpa e remorso, mas para aprender e entender que agora, com o atual nível de conhecimento e amadurecimento consciencial, não poderemos comete-lo novamente.
—Além disso, procuremos corrigir o erro imediatamente.
—“À feição do imã, que possui campo magnético específico, toda criatura traz consigo o halo ou aura de forças criativas ou destrutivas que lhe marca índole, no feixe raios invisíveis que arroja de si mesma. É por esse halo que estabelecemos as nossas ligações de natureza invisível nos domínios da afinidade”.
—“Operando a onda mental em regime de circuito, por ela incorporamos, quando moralmente desalentados, os princípios corrosivos que emanam de todas as inteligências, encarnadas ou desencarnadas, que se entrosem conosco no âmbito de nossa atividade e influência”.
—“Projetando as energias dilacerantes de nosso próprio desgosto, ante a culpa que adquirimos, quase sempre somos subitamente visitados por silenciosa argumentação interior que nos converte o pesar, inicialmente alimentado contra nós mesmo, em mágoa e irritação contra os outros”.
—
—Transformamos a energia da culpa em hostilidade com as outras pessoas, aumentando nosso abismo mental.
—“É nesse estado negativo que, martelados pelas vibrações de sentimentos e pensamentos doentios, atingimos o desequilíbrio parcial ou total da harmonia orgânica, enredando corpo e alma nas teias de enfermidade. A noção de culpa agirá com os seus reflexos incessantes sobre a região do corpo ou da alma que corresponda ao tema do remorso que sejamos portadores.”
—Assim como o carma existe porque carregamos em nosso inconsciente a informação do erro cometido e isso requisita a correção (resgate), quando, nesta vida física, ficamos nos punindo mentalmente por um erro cometido, culpa e remorso (sem fazer nada para corrigir o erro ou negando-se a aprender com ele), este comando mental negativo (autopunição) adoece a respectiva região do corpo espiritual e físico.
—Por isso, não podemos ficar nos autopunindo e sim correr atrás de corrigir o erro e aprender com ele.
—O erro deve originar apenas isso.
—Aceitar o erro sem exageros na culpa e remorso demonstra maturidade espiritual e consciencial.
—“Toda deserção do dever a cumprir traz consigo o arrependimento que, alentado no Espírito, se faz acompanhar de resultantes atrozes, exigindo, por vezes, demoradas existências de reaprendizado e restauração”.
—Não estamos falando que não dever haver arrependimento!
—Estamos explicando que o arrependimento deve impulsionar novos sentimentos: correção do erro ou aprendizado!
—Precisamos corrigir os erros, que originam o sentimento de culpa e remorso (conciliação, perdão, aceitação, etc).
—Precisamos compreender nosso estágio, aceitando como somos e lutando para sermos melhores.
—Precisamos entender que o arrependimento é apenas o primeiro passo, o despertar para a consciencia do erro cometido e não o único e duradouro passo (passar a eternidade nos punindo sem fazer nada construtivo).
—Aliás, precisamos aprender a localizar nossos erros.
—
—Muitas vezes, principalmente em conflitos pessoais, enxergamos os erros alheios, sem analisar o nosso.
—
—Em todo conflito precisamos pensar: No que EU errei? O que EU poderia ter feito para evitar o conflito? O que EU tenho que fazer para que não haja mais esta espécie de conflito? No que EU tenho que melhorar?
—Análise sempre do EU e não das outras pessoas.
—
—Com isso, aprendemos a localizar nossas falhas mentais (morais e intelectuais) e procuramos corrigi-las, resultando em reforma íntima e evolução.
—
—Localizado o erro que eu cometi, “o MEU erro”, não fico me auto punindo, procuro corrigi-lo, aprendo com ele, divago e raciocínio sobre ele e, na próxima vez, procuro não cometer novamente.
—Precisamos viver em auto-análise de nossas condutas.
—Diariamente.
—Vendo no que podemos ser melhores, no trato com as pessoas, nos estudos, nos vícios físicos e mentais.
—Assim, efetivamente vamos realizando uma reforma íntima.
—Mas, nunca ficar alimentando de autopunição, culpa, remorso, etc.
—Assim, além de evitarmos esse sentimento negativo, ainda exercitamos a humildade, que nos permite ter a coragem de pedir desculpas (do “MEU ERRO”) e buscar a conciliação (quando a culpa advém de conflitos).
—Então, a partir de hoje, vamos evitar alimentar pensamentos de culpa e remorso.
—
—Sempre que cometermos um erro, vamos procurar corrigi-lo o mais rápido possível, aprendendo com ele e evitando-o futuramente.
Mensagem de Encerramento:

3 Comentários

Beth { 21 de julho de 2014 às 19:10 }

Mensagem maravilhosamente construtiva, num site bem estruturado e realmente muito rico. Parabéns pela dedicação e disciplina.

marco antonio { 2 de agosto de 2014 às 11:30 }

linda mensagem nos ensina anao sentir pena de nos mesmos,e a pedir perdao

Maria José Teixeira Silva { 3 de março de 2015 às 14:11 }

Amei!

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