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Aula 25 – Estudo sobre a Desencarnação

I – Revisão

Estudamos que a mente em vibração dá origem ao “corpo mental”, envoltório mais sutil do espírito (ser em si).

Este campo ou corpo mental, feito do fluído cósmico universal (matéria) do plano de existência em que está o espírito, modela e dá origem ao corpo espiritual (perispírito ou veículo físico daquela dimensão).

Vimos que, para ingressar em nossa dimensão vibratória e nela permanecer continuamente, por ser constituída de matéria densa (ondas vibratórias mais alongadas), é necessária a elaboração do corpo físico.

E, semana passada, aprendemos que, formando o elo entre o corpo espiritual e o corpo físico, há energia vital (própria de nossa dimensão) que animaliza o corpo físico e esta energia está representada no chamado corpo “duplo etérico”.

Assim, temos:

Mente è Corpo mental è corpo espiritual (períspirito/psicossoma/corpo astral) è duplo etérico è corpo físico.

Aprendemos que existe uma ligação entre o corpo espiritual e o corpo físico, chamada de “cordão de prata”, localizada na cabeça e que se rompe apenas quando do desencarne.

Por fim, relembramos que falecimento ou desencarne é apenas mudança de dimensão vibratória e não morte. Nesse sentido, não existe mortos e vivos, mas tão somente vivos habitando os infinitos planos de existência com a matéria em infinitas composições vibracionais.

Dessa forma, quem desencarna, apenas parte antes de nós, voltando para a dimensão vibratória dita como principal e conhecida por nós como “Mundo Espiritual”.

II – Desencarnação de Dimas

André Luiz, no livro “Obreiros da Vida Eterna”, narra a sua participação em uma expedição de socorro para auxiliar algumas pessoas que iriam desencarnar, ou seja, para ajudá-los a fazerem a transição entre as dimensões vibratórias.

André Luiz perguntou ao seu mentor se todos que desencarnam recebiam esta espécie de ajuda.

Foi-lhe explicado que, assim como já estudamos na reencarnação, regra geral, somente terá ajuda específica aqueles que possuem mérito. Do contrário, seguirá a lei geral que rege o universo, recebendo ajuda da Espiritualidade Superior, mas não um tratamento específico. Vejamos (p. 173, 28ª edição):

“(…). Reencarnações e desencarnações, de modo geral, obedecem simplesmente à lei. Há princípios biogenéticos orientando o mundo das formas vivas ao ensejo do renascimento físico, e princípios transformadores que presidem aos fenômenos da morte, em obediência aos ciclos da energia vital, em todos os setores da manifestação. Nos múltiplos círculos evolutivos, há trabalhadores para a generalidade, segundo sábios desígnios do Eterno; entretanto, assim como existem cooperadores que se esforçam mais intensamente nas edificações do progresso humano, há missões de ordem particular para atender-lhes as necessidades”.

Portanto, assim como na reencarnação, somente receberá ajuda especial quem possui méritos para tanto. Do contrário, não estará abandonado, mas seguirá a regra geral das leis que regem o universo, onde há assistência da espiritualidade superior, mas sem intercessão individual e específica.

Vamos analisar o caso de Dimas.

Dimas era espírita, médium, cuja reencarnação foi programada na colônia “Nosso Lar”. Sofria de cirrose hepática. Frequentemente recebia a visita de amigos espirituais de luz.

Quando a equipe de André Luiz chegou na casa de Dimas, ele se desdobrou e conversou com eles, pedindo ajuda em razão do estado em que se encontrava.

Conforme explicou o mentor de André Luiz, o corpo físico de Dimas não iria sobreviver o tempo anteriormente programado. Mas, não era o caso de um suicida, na medida em que o corpo físico de Dimas havia se desgastado no serviço da caridade.

Nas noites anteriores ao desencarne, Dimas e os outros que iriam desencarnar e que iremos conhecer depois, foram, durante o sono, levados no Posto de Socorro Espiritual conhecido como Abrigo de Fabiano, para ir se educando com o desprendimento e receber ajuda magnética na preparação do corpo espiritual para o desenlace do corpo físico.

Dimas, apesar de ser médium, não preparou sua família para compreender e aceitar melhor o desencarne e, por causa disso, sua esposa ficava ao lado do corpo físico emanando vibrações magnéticas que dificultavam a ação dos amigos espirituais.

Vejamos uma passagem (p. 204):

“A esposa do médium, ao pé dele, não obstante prolongadas vigílias e sacrifícios estafantes, que a expressão fisionômica denunciava, mantinha-se firme a seu lado, olhos vermelhos de chorar, emitindo forças de retenção amorosa que prendiam o moribundo em vasto emaranhado de fios cinzentos, dando-nos a impressão de peixe encarcerado em rede caprichosa”.

E explicou o mentor de André Luiz (p. 204):

“Nossa pobre amiga é o primeiro empecilho a remover. Improvisemos temporária melhora para o agonizante, a fim de sossegar-lhe a mente aflita. Somente depois de semelhante medida conseguiremos retirá-lo, sem maior impedimento. As correntes de força, exteriorizadas por ela, infundem vida aparente aos centros de energia vital, já em adiantado processo de desintegração”.

Assim, para conseguir proceder ao desenlace de Dimas do corpo físico, foi necessário primeiro doar-lhe energia magnética, melhorando aparentemente seu estado físico. Com isso, sua esposa se tranquilizou e foi dormir um pouco.

Nesse instante, livre das emanações magnéticas emitidas pela esposa, foi possível iniciar o processo de desencarne.

Inicialmente, o mentor de André Luiz inspirou Dimas a que fizesse uma oração, alterando, dessa forma, sua vibrações mentais. Durante a prece, Dimas evocou a presença de sua mãe, já falecida. Após alguns instante, sua mãe compareceu, se apresentou à equipe de André Luiz e afirmou que lá estava para ajudá-lo e recebê-lo, o que foi bem aceito por todos.

Feito isso, iniciou-se o processo de desligamento das ligações fluídicas que prendiam Dimas ao corpo físico. Nesse instante, André Luiz perguntou como seria o procedimento, o que lhe foi explicado (p. 210):

“Segundo você sabe, há três regiões orgânicas fundamentais que demandam extremo cuidado nos serviços de liberação da alma: o centro vegetativo, ligado ao ventre, como sede das manifestações fisiológicas; o centro emocional, zona dos sentimentos e desejos, sediado no tórax, e o centro mental, mais importante por excelência, situado no cérebro”.

Ao iniciar-se o procedimento de desligamento, Dimas acordou e gemeu alto, acordando toda a família que correu para o quarto.

Porém, o procedimento já havia iniciado, os laços do ventre e tórax já haviam sido rompidos, entrando Dimas em coma.

André Luiz observou que, na dimensão “Mundo Espiritual”, durante o desprendimento do corpo físico, substância leitosa extravasava do corpo físico.

Esta substância, abundantemente espalhada, assumiu caráter plasticizante e, após o desprendimento da mente de Dimas do corpo físico, deu origem a um novo corpo espiritual. Observemos bem que não se trata de, propriamente dito, novo corpo espiritual, mas uma transformação do antigo corpo espiritual, uma mutação (p. 211):

“(…) Era a última etapa. Concentrando todo o seu potencial de energia na fossa romboidal (setor do cérebro), Jerônimo quebrou alguma coisa que não pude perceber com minúcias, e brilhante chama violeta-dourada desligou-se da região craniana, absorvendo, instantaneamente, a vasta porção da substância leitosa já exteriorizada. (…) Em breves instantes, porém, notei que as forças em exame eram dotadas de movimento plasticizante. A chama mencionada transformou-se em maravilhosa cabeça, em tudo idêntica à do nosso amigo em desencarnação, constituindo-se, após ela, todos o corpo perispiritual de Dimas, membro a membro, traço a traço. E, à medida que o novo organismo ressurgia ao nosso olhar, a luz violeta-dourada, fulgurante no cérebro, empalidecia gradualmente, até desaparecer, de todo, como se representasse o conjunto dos princípios superiores da personalidade, momentaneamente recolhidos a um único ponto, espraiando-se, em seguida, através de todos os escaninhos do organismo perispirítico, assegurando, desse modo, a coesão dos diferentes átomos, das novas dimensões vibratórias.”

Percebamos, portanto, que, quando do desencarne, o espírito, em si mesmo considerado (o eu, ali chamada “brilhante chama violeta-dourada”) desprende-se do cérebro físico e absorve uma substância leitosa já exteriorizada, com a qual a seguir é edificado o corpo perispiritual, “membro a membro”, ao mesmo tempo em que aquela luz brilhante (chama violenta-dourada) antes vista no cérebro, “empalidecia gradualmente, até desaparecer, de todo”; e à medida em que o corpo perispiritual vai se formando, aquela chama absorve a vitalidade própria do mundo espiritual e, com isso, assegura “a coesão dos diferentes átomos, das novas dimensões vibratórias”; vale dizer: com a absorção da substância leitosa (vitalidade do mundo que chamamos de espiritual), é possível elaborar e manter um corpo dotado de órgãos em funcionamento, ligados entre si e subordinados ao comando da mente.

Lembremos que, para reencarnar, o corpo espiritual perde diversos elementos do plano espiritual e assume uma plasticidade maior, apta a ensejar o reencarne. Na oportunidade em que estudamos a reencarnação, André Luiz chega a compará-la com a morte lá no mundo espiritual para o renascimento aqui.

Vejamos a explicação de André Luiz no livro “Evolução em Dois Mundos” (p. 116, 25ª Edição):

“(…), e entregando-se em seguida, no fenômeno da morte ou histólise (falecimento) do invólucro da matéria física, à pausa imprescindível nas próprias atividades ou hiato de refazimento, que pode ser longo ou rápido, para ressurgir, pela histogênese (formação de tecidos) espiritual, senhoreando novos órgãos e implementos necessários ao seu novo campo de ação, demorando-se nele, à medida dos conhecimentos conquistados na romagem humano”.

Vemos então que, no momento da morte física, o corpo espiritual ou perispírito sofre uma mutação, dando origem a uma espécie de novo corpo espiritual e esta formação é gerada pela mente da pessoa.

Vejamos mais esta explicação (p. 116/117, Evolução em Dois Mundos, 25ª Edição):

“Assim como recapitula, nos primeiros dias da existência intrauterina, no processo reencarnatório, todos os lances de sua evolução filogenética, a consciência examina em retrospecto de minutos ou de longas horas, ao integrar-se definitivamente em seu corpo sutil, pela histogênese (formação de tecidos) espiritual, durante o coma ou cadaverização do veículo físico, todos os acontecimentos da própria vida, nos prodígios de memória, a que se referem os desencarnados quando descrevem para os homens a grande passagem para o sepulcro.

É que a mente, no limiar da recomposição de seu próprio veículo, seja no renascimento biológico ou na desencarnação, revisa automaticamente e de modo rápido todas as experiências por ela própria vividas, imprimindo magneticamente às células, que se desdobrarão em unidades físicas e psicossomáticas, no corpo físico e no corpo espiritual, as diretrizes a que estarão sujeitas dentro do novo ciclo de evolução em que ingressam”.

Lembremos o que já estudamos: a mente tudo registra, refletindo diretamente na formação do corpo mental e este, por sua vez, na formação do corpo espiritual e, quando encarnados, do corpo físico.

Aqui, ao desencarnar, a mente, que tudo registra, por meio do campo mental, coordenação a mutação do corpo espiritual.

Ele será semelhante ao corpo físico, porque é justamente dessa forma que a mente o registra naquele momento.

Posteriormente, conforme a evolução da pessoa, ou seja, conforme o controle que sua mente tem sobre a matéria, ela poderá alterar a formação do seu corpo espiritual, por que este, formado por matéria em outra composição vibracional, mais sutil, possui a característica de ser moldável/plasticizante.

Mas, no desencarne, a formação do corpo espiritual torna-se semelhante ao do corpo físico, porque assim está representado na mente e refletindo no corpo mental, imprimindo magneticamente nas células do corpo espiritual formado.

E assim se procedeu no caso de Dimas.

Porém, o desligamento ainda não foi total. Manteve-se o cordão de prata, permanecendo a ligação entre o corpo físico e o corpo espiritual (que já tinha sofrido a mutação).

—Explicou André Luiz (p. 212, Obreiros da Vida Eterna):
—
—“O assistente deliberou que o cordão fluídico deveria permanecer até ao dia imediato, considerando as necessidades do ‘morto’, ainda imperfeitamente preparado para o desenlace mais rápido”.
—Dimas permaneceu desacordado, fraco ainda, se adaptando à nova dimensão vibratória.
—
—Iniciou-se o velório.
—
—Semana que vem, o velório de Dimas e continuação do Estudo.
III – Tarefa de Casa

A tarefa de casa é composta por exercícios mentais e práticas edificantesque visam despertar nossa atenção para a necessidade de alterar nossos hábitos, ajudando em uma efetiva reforma íntima.

Sublimando nossos hábitos, alteramos a frequência de nossa vibração mental eelevamos nosso grau de consciência.

Até agora, os exercícios mentais e as práticas edificantes que sugerimos para fazer durante a semana são:

1º – Afastar todo e qualquer pensamento não edificante (ver aula 01 e 02 no link “Exercícios mentais”).

2º – Sempre que passar por alguém emitir bons pensamentos (ver aula 03 e 04 no link “Exercícios mentais”).

3º – Meditar por CINCO minutos, ao menos três vezes na semana. Preferencialmente, meditar todos os dias por cinco minutos. Preferencialmente, orar antes. Preferencialmente, antes de dormir (principalmente para quem tem insônia). (ver aula 05 no link “Exercícios mentais”).

4º – Evitar o descontrole emocional (raiva, cólera, ira, etc). (ver aula 06 no lik “Exercícios mentais”).

5º – Paciência – Esperar 1 minutos antes de ficar impaciente.

6º – Indignar-se com serenidade.

7º  – Ser generoso e solícito no dia a dia (no trabalho, na rua, trânsito, em casa, etc).

8º – Fazer Evangelho no Lar ao menos uma vez por semana (incentivamos realizar Evangelho no Lar nas quintas-feiras, dia que o Núcleo Espírita Amor e Paz, de Marília, realiza uma corrente de oração, entre 21h00min e 22h00min, faça no seu lar, com sua família).

9º – Ler uma vez por dia uma “mensagem edificante” de Espíritos Superiores (Emmanuel, André Luiz, Dr. Bezerra de Menzes, Memei, Joanna, etc).

10º – Estabelecer um hábito angular para rotina diária, auxiliando no “despertar” de nosso autocontrole e vigia de nossos pensamentos e atos diários.

11º Evitar ao máximo queixar-se de vida, analisando os fatos com resignação e confiança nas Leis Divinas, mantendo harmonia mental.

12º – Fazer caridade, participando ativamente de alguma atividade assistencial.

13º – Exercitar a indulgência (não observar, não comentar, não divulgar, defeitos alheios).

14º – Perseverar!

15º – Ser discreto nos atos da vida (particular e profissional).

16º – Desenvolver o nobre sentimento da compreensão, evitando criticar o próximo e aprendendo a ter tolerância com pensamentos diferentes e erros cometidos.

17º – Analisar criticamente os impulsos recebidos, seja do nosso inconsciente (hábitos – reflexos condicionados), seja de espíritos desencarnados.

18º – Elaborar o caderno de metas individuais e reforma íntima.

19º – Zela pela saúde do corpo físico, adotando uma alimentação equilibrando e a prática de exercícios físicos regulares no decorres da semana.

—Hoje iremos acrescentar: Orar diariamente.
—
—Escolha um horário para orar TODOS os dias: no carro indo para o trabalho, voltando, no banho, caminhando, correndo, o importante é: não deixar de orar.
—
—Na hora de dormir não vale! É bom também, mas não vale para este exercício proposto. Porque em regra dormimos no meio da prece e porque a ideia é fazer um exercício mental consciente.
—“ah, mais assim eu vou virar santo” – Não, não vai, pode ficar tranquilo.  Apenas vai melhorar sua qualidade.
—Para quem consegue ser mais disciplinado, tente: reservar de 5 a 10 minutos diários para orar, na sala, no quarto, no jardim de sua casa. Enfim, reserve um horário e um local para fazer isso todos os dias.
—Trata-se do mais poderoso exercício mental.
—
—Orar significa ligar-se aos amplos mais altos da Espiritualidade Superior, recebendo suas boas vibrações, que se tornam proteção e orientação para a vida diária.
—
—Fora a sensação de bem estar e qualidade de vida.
—Mais do que isso, orar é higienização mental.
—
—Ao estimular a produção de vibrações sutis limpamos nossa mente e os centros de forças (chacras), retirando as vibrações densas, o que inclui até mesmos bactérias, vírus, larvas, dentre outras coisas na dimensão vibratória que conhecemos como mundo espiritual.
—Então, a partir de hoje vamos adotar o poderoso hábito de orar todos os dias, mas não apenas dizer palavras de forma automática.
—
—Vamos agradecer a Deus tudo que possuímos.
—Vamos treinar o sentimento da Gratidão a Deus. Vamos esquecer os problemas que todos nós possuímos e deixar de pedir. Vamos apenas a agradecer, lembrando apenas das coisas boas que existem em nossa vida.
—“Ah, mas se eu só agradecer, Deus vai deixar de me ajudar!”.
—
— – Não, não vai, pode ficar tranquilo. Ele vai ajudar sim. Apenas você vai exercitar sua mente a ver as coisas boas, porque quando estamos pedindo, muitas vezes, estamos apenas vendo as coisas ruins da vida, pedindo ajuda e esquecemos de agradecer as pequenas alegrias.
—Assim, a tarefa que todos devem tentar executar é:

“Orar diariamente, agradecendo as pequenas e grandes alegrias de nossas Vidas, conversando com Deus, com seu espírito guia, etc.”

*

Mensagem de Encerramento:

10 Comentários

Lu { 3 de julho de 2014 às 14:31 }

Dimas exagerou em seus trabalhos na terra mas, não foi considerado suicida, pq sua mente acreditava que o fazia para o bem. André Luiz tb acreditava que trabalhava para o bem, visto que era médico mas, foi considerado suicida. Dá um nó!

Breno Costa { 3 de julho de 2014 às 16:03 }

Olá.
É muuuito diferente.
André Luiz foi considerado suicida por conta do consumo de tabaco, álcool e ainda ter contraído sífilis em casas de prostituição. Fora a alimentação totalmente irregular. Todos atos contrários a lei divinas que regem o Universo e que esgotaram o aparelho físico antes da hora.
No caso de Dimas, ele esgotou seu aparelho físico em serviço de caridade, sendo instrumento da misericórdia divina.
É um abismo de diferença.
Abraços,

Lu { 4 de julho de 2014 às 22:23 }

Não considero um abismo de diferença. Todo homem que “se mata” pelos excessos cometidos, sejam quais forem, é um homem que viveu como um Todo-Poderoso, atributo de Deus, unicamente.
…”Ninguém reclama de tua alma espetáculos de grandeza…..Faze o bem que puderes….Ninguém espera que apagues sozinho o incêndio da maldade…Dá o teu copo de água fria.” Emmanuel, “Segue-me”, pág 126

Breno Costa { 5 de julho de 2014 às 0:33 }

Está certo.
A beleza do espiritismo é viabilizar várias interpretações da Verdade (Lei Divina).
Abraços.

fabiaana { 8 de julho de 2014 às 9:25 }

Bom dia !gostaria de saber um suicida demora quanto
Tempo para reencarnar ?pois acredito que meu filho seja um tio que se enforcou em 2009 e meu filho nasceu em 20012.
Obrigada!

fabiaana { 8 de julho de 2014 às 9:37 }

Se vcs puderem me indicar algum livro que fala
Sobre a reencarnação obrigada!

Breno Costa { 8 de julho de 2014 às 15:27 }

Olá, André Luiz trata do assunto no livro “Missionários da Luz”.
Abraços,

Breno Costa { 8 de julho de 2014 às 15:30 }

Olá.
Não tem como fixar.
Em regra demora um pouco, porque a pessoa precisa ser socorrida no mundo espiritual, ir para um hospital, se equilibrar e programar nova vida física para resgatar seus erros, inclusive o suicidio.
De outro lado, ocorre também de a espiritualidade já encaminhar a pessoa de volta para seu lar, a fim de aproveitar a ligação que tem com a família.
Veja, portanto, que não há como fixar.
O que devemos entender que, independentemente disso, vivemos com quem precisamos viver, a lei divina nos aproximar das pessoas que temos ligações profundas.
O importante é a relação atual, que tem que ser temperada com muito amor e carinho.
Abraços,

fabiaana { 8 de julho de 2014 às 19:38 }

Obrigada Breno Costa.

Valkiria { 25 de agosto de 2015 às 23:02 }

Parabéns pelas explicações Breno! Suas explicações sao muito esclarecedoras! Abraço fraterno!!!

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